sábado, maio 24, 2008

Umas no cravo e outras tantas na ferradura

FOTO JUMENTO

Festa do Avante 2005

IMAGEM DO DIA

[Eric Gaillard / Reuters]

«Descuidos íntimos. La artista Jasmine Lafitte descuida el vuelo de su vestido sobre la alfombra roja para la proyección de La Frontiere de l'Aube en el Festival de Cine de Cannes.
ESPECIAL: Todo sobre Cannes 2008 »
[20 Minutes]

JUMENTO DO DIA

O estranho argumento de Pacheco Pereira para escolher Ferreira Leite

As intervenções de Pacheco Pereira na última edição da Quadratura do Círculo são um exemplo perfeito de cinismo político e de populismo. O homem que durante tanto tempo combateu o populismo de Pedro Santana Lopes tem como único argumento as sondagens, acha que os militantes devem escolher o candidato que é mais popular junto dos eleitores, pouco importam as ideias ou as propostas, o que mais vale é a conquista de votos.

Aliás, Pacheco Pereira usa o mesmo argumento que Manuela Ferreira Leite que tenta dizer aos militantes do PSD que se não votarem nela estão excluídos das vantagens obtidas quando o PSD governa.

Mas pior do que isso foi a tentativa de Pacheco Pereira omitir a existência de Pedro Passos Coelho tentando bipolarizar a luta no PSD entre Ferreira Leite, uma tentativa desesperada de desviar votos de Passos Coelho para Santana. Com receio de Passos Coelho o ideólogo do cavaquismo snob tenta promover Santana Lopes, os mesmo que tentou destruir no passado recente.

Em matéria de princípios Pacheco Pereira não hesitou em fazer cedências na esperança de os seus regressarem ao poder. É aquilo a que se pode chamar coerência à Pacheco Pereira.

OLIGOPÓLIO OPORTUNISTA

Para caracterizarmos o mercado português teremos que criar uma nova classificação, o oligopólio oportunista, caracterizado por um escasso número de empresas a vender o mesmo produto mas a praticar os maiores preços possíveis, enquanto os consumidores não são forçados a reduzir as compras os preços vão subindo. No mercado português e apesar de haver uma Autoridade paga com os impostos não existe concorrência. Resultado: os portugueses além de pagarem tudo mais caro ainda têm que pagar à Autoridade da Concorrência. Uma vergonha.

VOLTA PINA MOURA, ESTÁS PERDOADO

Lembram-se de quando Pina Moura baixou o ISP para manter os preços dos combustíveis? Foi queimado na praça pública por muitos dos que agora exigem uma descida do ISP, nesse tempo a decisão de Pina Moura era um case study das universidades americanos, servindo de exemplo do que não se devia fazer. Agora vemos uma procissão de liberais, neo-liberais e outros primos em primeiro grau da família liberal a defender uma baixa do imposto. A hipocrisia à portuguesa é assim.

ADIRA AO MSP - PERGUNTE-ME COMO

«Comecemos por um exemplo fácil. Temos os taxistas e as transportadoras em pé de guerra a exigir "gasóleo subsidiado". Parece que o Estado (isto é, eu, quem me lê e quem não me lê) subsidia o gasóleo para uso agrícola e eles querem o mesmo tratamento. Não querendo perder muito tempo com o subsídio para a agricultura - faz parte de um mundo hipersubsidiado que sempre tive a maior dificuldade em entender -, fico de boca aberta ante a exigência. Por que carga de água hei-de eu, com os meus impostos, subsidiar o combustível que alimenta os táxis e os camiões? Para que os táxis não aumentem e as mercadorias não subam de preço devido ao custo acrescido no transporte, respondem-me. E eu respondo de volta: e por que não hão-de as mercadorias ser transportadas de comboio e de barco, meios que têm um dispêndio inferior de energia? Por que não hão-de os táxis ser reconvertidos para trabalhar a gás, que, ao que ouvi dizer, é coisa que não custa assim tão caro, permitindo usar um combustível que é mais de 50% mais barato e ainda por cima menos poluente? E, não despiciendo, por que há-de quem não usa táxi subsidiar quem usa?» [Diário de Notícias]

Parecer:

Por Fernanda Câncio.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

O ÓDIO

«A entrevista de Luís Filipe Menezes da última terça-feira a Constança da Cunha e Sá foi, para mim, uma extraordinária revelação. Raramente, em 50 anos de política portuguesa, fiquei tão surpreendido e, para falar com franqueza, tão incomodado. Porquê? Por causa do ódio, que escorria de cada frase e de cada palavra daquele homem humilhado e azedo. Houve ódio no PREC e tanto que chegou à violência, mas naquela espécie de guerra civil larvar, o ódio parecia, por assim dizer, "normal". Houve algum ódio à Aliança Democrática, mas no fundo mais melodramático do que genuíno. Houve, e há, o velho ódio do PC ao PS, que pouco a pouco se tornou numa tradição inofensiva. E houve quem odiasse uma ou outra personagem simbólica ou proeminente: meia dúzia de "capitães de Abril", Álvaro Cunhal, Mário Soares, Cavaco Silva.

Resta que à medida que a sociedade e o regime readquiram um certo equilíbrio e estabilidade, a partir de Balsemão e do Bloco Central, o ódio (que o PREC em grosso provocara) diminuiu ou desapareceu da vida pública corrente. Continuou, é verdade, nos partidos. De quando em quando, uma pequena erupção mostrava que no PS, no CDS ou no PC, os sentimentos de "camaradagem" ou de "companheirismo" não iam muito longe. Felizmente, as coisas voltavam sempre a uma convivência tolerável (às vezes, com a exclusão, voluntária ou involuntária, de quem perdia). No PSD, desde o "exílio" de Cavaco sucedeu o contrário. Como quando cai uma ditadura, o sumiço do "chefe" criou o caos. No PS, embora ambíguo e maltratado, o ethos do socialismo e as raízes que o partido tinha na história de Portugal (na República e na oposição) atenuaram a transição de Mário Soares para os sucessores. O PSD, que nascera do nada, mais precisamente da ausência de uma direita democrática em 1974, e só se unira sob o regime autoritário de Sá Carneiro e, a seguir, de Cavaco, acabou por se tornar numa colecção de seitas, incapazes de coabitar e ansiosas por se destruir.

Em seis presidentes, de Nogueira a Menezes, nenhum conseguiu um apoio interno maioritário e todos, mesmo no governo, sofreram um assalto generalizado dos que se consideravam excluídos. Treze anos de conflito - de alianças, de intrigas, de traições - deixaram uma herança inevitável: a herança do ódio. Não deve existir hoje no PSD ninguém que não queira ajustar contas com alguém. Luís Filipe Menezes mostrou na televisão que, nesse capítulo, era um militante típico. E mostrou também que a paz não pode vir do próximo presidente. Seja ele qual for.» [Público assinantes]

Parecer:

Por Vasco Pulido Valente.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

LUCAS PIRES, O PROSCRITO

«Há dez anos, em 22 de Maio, morreu Francisco Lucas Pires. No momento em que escrevo este texto, na véspera, nem o CDS nem o PSD acharam que valesse a pena dizer uma palavra sobre isso. E, no entanto, Lucas Pires foi presidente do primeiro partido, foi eleito para o Parlamento Europeu nas listas do segundo e desempenhou a nível europeu as mais elevadas funções no âmbito da força política em que se inseriam esses dois partidos do lado direito do espectro político português.

Admito que no momento em que este texto esteja a ser lido já os partidos tenham dito alguma palavra de circunstância. Mas a questão subsiste: a importância politico-ideológica e cultural de Lucas Pires teria justificado que a efeméride tivesse sido comemorada com iniciativas pelo menos idênticas às que um grupo de amigos, entre quais me incluo, organizaram.

Lucas Pires foi um político brilhante, inovador, imaginativo. Abriu veredas para o debate ideológico e foi uma voz fresca que afirmou linhas de rumo originais e modernas. Teve um impacto político muito forte no seu tempo. Lembro-me de uma amiga, votante da UDP nas legislativas e no PCP nas autárquicas em Loures (onde reside), que votou em Lucas Pires para o Parlamento Europeu. Com toda a razão, o PSD e o CDS podiam reivindicá-lo como parte do seu património político e ideológico. Nada disso foi feito. O que sendo curioso, não é realmente estranho.

O CDS, por uma razão evidente. Habitado por um sectarismo inequívoco, o partido que mandou entregar a fotografia de Freitas do Amaral na sede do PS não saberia agir de outro modo. Apesar de Paulo Portas ter feito parte do Grupo de Ofir que Lucas Pires liderou. Ou por causa disso.

O PSD, por uma razão também evidente. Lucas Pires era um liberal social, um político que sempre fez questão em afirmar que não era socialista. Ao contrário do próprio CDS, que nos anos da revolução chegou a defender um "socialismo à portuguesa" (seguramente como o cozido). Para Lucas Pires, o PSD deveria posicionar-se como verdadeira alternativa político-ideológica ao PS e acentuar uma vertente que apostasse na sociedade civil organizada, nas liberdades políticas, económicas e sociais, que reunisse as famílias não socialistas num projecto federador. A Aliança Democrática de 1979 - de que foi coordenador a convite dos partidos que a constituíram - era a expressão desse objectivo, que nunca foi possível, por razões que talvez um dia revisite, mas que aqui e agora não pretendo detalhar.

Ora, o desnorte em que vive o PSD está a concretizar-se numa tentativa de ultrapassar o PS pela esquerda. Leia-se, por exemplo, Rui Ramos na sua lúcida análise no PÚBLICO de quarta-feira.

A tese que ouço a pessoas responsáveis do PSD é que Sócrates é um "liberal" (expressão usada como uma espécie de sinal de doença) sem preocupações sociais. Manuela Ferreira Leite ataca os seus adversários internos na luta eleitoral em curso, acusando um de ser "populista" e o outro de ser "liberal", dizendo que não é liberal, reservando para si o epíteto de "social-democrata", como se de uma espécie de "fonds de commerce" se tratasse.

Ser "liberal", no partido do liberalismo avançado de Sá Carneiro, é portanto um labéu que serve para atacar, e não para valorizar. Falar de Lucas Pires seria, neste contexto, inadmissível. No fundo, para os que detêm os direitos de autor políticos no PSD, Lucas Pires e o seu pensamento político-ideológico não cabem no âmbito programático, podendo quando muito ser tolerados na precisa medida em que, parafraseando um outro Sá Carneiro, "um voto nunca se recusa".

Mas é precisamente por isso que o debate sobre as ideias, as políticas e a estratégia de Lucas Pires fazem muito sentido dez anos depois da sua morte. A área não socialista do espectro político está numa encruzilhada e se não perceber o que significa a evolução do PS não percebe nada, correndo o risco de estar fora do poder até 2017.

Perante o desafio, o PSD está a reagir como Manuela Ferreira Leite: ela apresenta como o seu elemento de distinção com Sócrates o facto de não mentir nem fazer promessas e como factor de distinção do PSD o ser sensível aos problemas sociais, ao contrário do PS. Ainda que isso fosse verdade, não era manifestamente conjunto suficiente de factores diferenciadores e, sobretudo, não bastará para a mobilização dos eleitores que não são socialistas, afinal o activo base do PSD.

Ao contrário do que por aí constou, nunca defendi a fusão entre o PS e o PSD. Tentei fazer humor (e levaram-me a sério...) quando afirmei que se não forem capazes de se distinguir o melhor é que estes dois partidos façam uma fusão. Como é óbvio, qualquer aprendiz de ciência política sabe que exprimem realidades sociológicas tão distintas que uma fusão seria impossível. O problema é que a recusa temerosa do PSD em se diferenciar (com o extraordinário argumento de que, se o fizer, não ganha eleições!) está a deixar o seu eleitorado sociológico sem representação política adequada e, por isso, muito mais capaz de votar em Sócrates.

Nada adianta - como afinal, se calhar, já há dez anos não adiantava - tentar posicionar o PSD na área de centro-esquerda, pois essa área está ocupada por Sócrates e o PS, nada fazendo prever que voltem aos 18% de Almeida Santos ou que - para além de cosméticas alianças com Manuel Alegre - virem à esquerda, única forma de permitir que o PSD possa aspirar a lutar pela ocupação desse território político.

O sucesso surpreendente de Passos Coelho em sectores próximos do PSD é sintomático. Aconselho-o o ler Lucas Pires. Pode não ganhar uma batalha, mas com isso é capaz de ganhar uma guerra.» [Público assinantes]

Parecer:

Por José Miguel Júdice.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

SANÇÕES MAIS LEVES PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

«Os funcionários públicos vão ver reduzido o número de penas disciplinares a que podem ser sujeitos, sendo que, segundo a proposta do Governo para o Estatuto Disciplinar na Função Pública, desaparece por exemplo a sanção de perda de dias de férias ou a figura da aposentação compulsiva.

De acordo com a proposta governamental que será enviada à Assembleia da República elimina-se a possibilidade de um funcionário público ser sancionado através da perda do direito a férias e não se pode recorrer à aposentação compulsiva. Assim, um inquérito disciplinar pode levar à suspensão ou na expulsão.» [Correio da Manhã]

Parecer:

Este é um bom exemplo de como os jornalistas se enganam, o fim da aposentação compulsiva dando lugar à expulsão significa que os funcionários deixam de ter direito a pensão quando expulsos no âmbito de um processo disciplinar. De qualquer das formas a medida justifica-se, não faz sentido que quem é expulso beneficie da aposentação antes da idade.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se.»

A PJ ANDA DISTRAÍDA

«Dez anos depois de ter fugido de casa, os familiares de Rui Manuel, o pedófilo de Ramalde que é suspeito do abuso sexual de pelo menos 21 crianças, continuam sem saber o seu paradeiro. O caso está próximo da prescrição e a Judiciária, a quem o caso estava entregue à data dos factos, já não faz qualquer diligência há vários anos. O tempo apagou as marcas e as crianças, hoje adultas, também não querem recordar a história.» [Correio da Manhã]

Parecer:

Num dia o Procurador-Geral da República defende (muito bem) que os pedófilos devem ficar impedidos de adoptar, no outro sabemos que a PJ nada fez para prender um pedófilo perigoso. É a justiça à portuguesa.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se conhecimento ao Pinto Monteiro.»

SANTANA É O CANDIDATO CONTRA O SISTEMA

«"Nestas eleições (directas) há, nalgumas candidaturas, excessiva consideração pelo engº Sócrates e por aquilo que ele representa, ou porque estão demasiadas instaladas na vida e no sistema. Há outras que querem mesmo derrotar o engº Sócrates", disse Santana. As críticas tinham dois destinatários: Ferreira Leite e Pedro Passos Coelho.» [Diário de Notícias]

Parecer:

Santana recupera o discurso sportinguista.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Informe-se Santana Lopes que não concorre à presidência do SCP.»

POBREZA É PRIORIDADE DO GOVERNO

«O ministro da Presidência afirmou esta sexta-feira que a pobreza e as desigualdades sociais são matérias prioritárias na agenda social do Governo, mas contrariou os números divulgados pelo Eurostat que aponta Portugal como um dos países mais pobres da União Europeia.

«Com certeza que a situação da pobreza e das desigualdades sociais preocupam o Governo e a agenda social do Governo é dirigida a combater os problemas que temos de pobreza e de desigualdades sociais», afirmou Pedro Silva Pereira, em conferência de imprensa do Conselho de Ministros, citado pela agência «Lusa». » [Portugal Diário]

Parecer:

É uma pena que o Governo tenha andado distraído e só se lembre do problema depois de ler o relatório da UE.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Reprove-se a intervenção despropositada do ministro.»

A ANEDOTA DO DIA

«Pela primeira vez durante a campanha eleitoral para o PSD, Manuela Ferreira Leite diz ter começado a sentir que começa a ser ouvida - pelo primeiro-ministro. A candidata à liderança do partido tem dito em campanha que o PSD chegou a uma fase em que não é escutado porque as pessoas, considera, perderam o respeito pelo partido.

Mas ontem, perante militantes na cidade da Guarda, Ferreira Leite considerou que o cenário começou a inverter-se. Isto porque acredita que "não foi por acaso" que o primeiro-ministro anunciou medidas de cariz social na sessão de quarta-feira da Assembleia da República. Durante o debate quinzenal, José Sócrates anunciou que irá aumentar os abonos de família em 25 por cento para os agregados familiares com menores rendimentos.» [Público assinantes]

Parecer:

Este upgrade tipo Madre Teresa de Calcutá adoptado de forma oportunista por Manuela Ferreira Leite é ridículo.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se a Ferreira Leite que use véu azul.»

EUA: UM STAND OFERECE UMA PISTOLA A QUEM COMPRA UM AUTOMÓVEL


«Uma revendedora de carros em Butler, no Estado do Missouri, nos Estados Unidos, está oferecendo uma arma de fogo para cada cliente que comprar um automóvel.

A promoção Guns and Gas (Armas e Gasolina), da revendedora de veículos Max Motors, dá ao cliente que comprar um carro a chance de escolher entre um revólver » [BBC Brasil]

SARKOZY QUER FELIPE GONZALEZ PARA PRESIDENTE DA EUROPA

«El jefe de Estado francés, Nicolas Sarkozy, quiere que el ex presidente español, Felipe González, sea candidato a la futura presidencia estable de la Unión Europea.

Según informa el vespertino francés 'Le Monde', Sarkozy quiere un "presidente fuerte que se apoye en los grandes países y no una personalidad débil aliada con los pequeños países como el italiano". » [20 Minutos]

PENTHOUSE APROXIMA-SE DA IGREJA PARA SOBREVIVER À INTERNET

«Penthouse, la revista erótica de referencia junto a Playboy, ya no es lo que era. Gracias a internet el porno está por todos sitios, y casi siempre gratis. Las publicaciones ya no pueden competir con la búsqueda inmediata y gratuita de contenidos eróticos en la Red, de manera que ya se sabe: renovarse o morir.

Lo sorprendente, no obstante, es el camino elegido por el grupo editor para la reinvención, que no es otro que el de las redes sociales de tipo cristiano. Así, páginas web de citas como BigChurch.com, que pretender unir a "hombres y mujeres con las mismas creencias espirituales", han pasado a formar parte de las nuevas líneas de negocio del grupo.» [20 Minutos]

O JUMENTO NA BLOGOSFERA

  1. O "Der Terrorist" ficou a saber da defesa dos sacanas birmaneses feita no Avante.

ABASTECER NA GAL? NEM QUE A RAPARIGA DA BILHA ME LEVE AO COLO!

A iniciativa d'O Jumento e da Barbearia do Senhor Luís já deu os primeiros passos, são vários os blogues que já disseram não à GALP. Para já também disseram não à Galp~:

Esta é a única forma de os consumidores imporem concorrência no mercado dos combustíveis forçando as petrolíferas a assumirem uma parte dos altos preços do crude, deixando-se de financiar à custa da antecipação dos preços. Está na hora de venderam o que comprar há três meses pelos preços na bolsa para daqui a um mês, obtendo margens gigantescas que vão engrossar os capitais circulantes com que negoceiam na bolsa.

Está na hora de combater esta prática oportunista na formação dos preços. Veremos os resultados, para já é evidente que a GALP está nervosa, iremos assistir ao reforço das suas campanhas publicitárias e à mobilização dos comentadores amigos, não vão faltar personalidades a dizer que o boicote à Galp não terá resultados, o orçamento publicitário da empresa dá para encher os bolsos a muitos dos nossos opinion makers.

Por mim não vou abastecer-me à Galp, nem que a rapariga da bilha me leve ao colo.

CLAIRE McKINNEN

GIANMARCO LORENZI