sábado, janeiro 09, 2010

Mais défice? Não, obrigado.

A generalidade dos portugueses olham para o défice como se fosse uma dívida alheia, esquecem que mais tarde ou mais cedo terão de pagar a dívida do Estado ou, pior ainda, deixarão essa dívida para os seus filhos e netos. Para pagar essa dívida há apenas duas soluções, ou a venda de património do Estado (se existir) ou pagando mais impostos, neste último caso estamos a achar que os nossos descendentes poderão assumir uma carga que agora não queremos suportar.

Uma boa parte dos políticos que defendem maiores défices orçamentais, defendem igualmente menos impostos e opõem-se a vendas de património. Qual a solução mágica para o problema? A receita é sempre a mesma e funciona como poção mágica, acaba-se com a evasão fiscal e cobram-se impostos aos mais ricos, nada mais fácil pois não?

Nos dias que correm até a extrema-esquerda é defensora incondicional do keynesianismo na sua expressão mais elementar, um dia destes ainda alguém se lembra de considerar John Maynard Keynes um dos maiores marxistas deste século e não me admiraria nada que o Avante venha a publicar a sua obra ao lado das Obras Completas de Lenine. Só que o nosso défice nada tem que ver com o defendido pelo economista português, nós não temos um défice para combater uma situação de crise, nós temos um défice permanente e quando não aumenta para combater a crise, aumenta por causa da crise que ele próprio gera.

No tempo em que a norma era o equilíbrio orçamental Keynes justificava os investimentos públicos através do efeito multiplicador destes investimentos. Ora, no keynesianismo à portuguesa não é isto que sucede, a regra é a existência de défices orçamentais e estes pouco têm que ver com investimentos públicos, resultam antes de aumentos pouco inteligentes das despesas e perdas de receita fiscal em consequência da ineficácia do fisco.

O efeito multiplicador depende da forma como o Estado gasta e não é a mesma coisa investir em obras públicas decididas com critério e geridas de forma a que se gaste o menos possível ou gastar o dinheiro com ineficácia estatal ou medidas de mero alcance eleitoralista. Ora, Keynes não tem nada a ver com uma boa parte do nosso défice, apenas uma pequena parte do aumento do défice pode ser explicado com uma politica supostamente keynesiana.

Se o Estado investisse hoje e graças ao efeito multiplicador aumentasse a produção de riqueza o problema do défice não existiria pois esse aumento de riqueza geraria receitas fiscais que permitiriam pagar a dívida do Estado. Só que não é isso que sucede em Portugal, uma boa parte da despesa pública não multiplica a riqueza, pior do que isso, ao retirar poupanças à economia está a substituir o investimento privado por compras muitas vezes duvidosas, em vez de investimento privado ficamos com submarinos e outras inutilidades.

O problema é que todos os políticos gostam de gastar dinheiros públicos, o PSD defende a manutenção dos apoios sociais, a diminuição dos impostos e maiores transferências para as suas autarquias e para a Madeira. O PS está no poder e reduzir o défice pode significar perder votos. Para o PCP e BE quanto mais défice e mais despesa pública mais perto Portugal estará da realização das suas utopias.

Se os aumentos de impostos devem ser explicados muito bem aos cidadãos, os défices que serão suportados por quem ainda nem nasceu ou não pode votar deverão ser explicados melhor ainda. Os défices não são bons, poderão ser um mal necessário mas não deixam de ser um mal.

Umas no cravo e outras tantas na ferradura

FOTO JUMENTO

Coruche

IMAGEM DO DIA

[Óscar Corral]

«Santiago, esta mañana tras la nevada de ayer.» [El Pais]

JUMENTO DO DIA

Aguiar Branco, líder parlamentar do PSD

Quem ouviu Aguiar Branco questionar a constitucionalidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo tal como foi aprovado pelo parlamento com o argumento de que discrimina os homossexuais na adopção é levado a pensar que foi esta a questão que levou o PSD a votar contra. Mas não foi, o PSD opôs-se e propôs uma a adopção de um contrato do tipo familiar que também discriminava os homossexuais no mesmo capítulo.

Esta postura do PSD é cobarde e só essa cobardia é que levou quase todos os seus deputados a votarem contra e alguns a absterem-se, não acredito que não haja um deputado do PSD que seja a favor da alteração votada no parlamento. É a mesma cobardia que leva Manuela Ferreira Leite a ter deixado de aparecer em público, não assumindo qualquer posição, escudando-se na defesa da família.

A FAMÍLIA E O CASAMENTO

É verdade que uma boa parte da nossa sociedade está estruturada em torno de núcleos familiares, mas isso é tanto verdade para os países cristão como é verdade para a generalidade nas sociedades humana, ainda que o conceito de família tenha diferenças de sociedade para sociedade. A existência de famílias bem como das cerimónias que celebram a sua constituição é muito anterior a qualquer religião e existe em sociedades cujos valores não são tutelados por religiões.

A celebração de casamentos sob a forma de contrato legal não é condição para a existência de uma família ou daquilo a que designamos por casamento, em muitas sociedades na celebração do casamento, com ou sem contrato escrito, não obedece nem decorre de princípios religiosos.

Usar o conceito de família por oposição ao casamento de pessoas do mesmo sexo é um abuso fundamentalista dos que gostariam de impor aos portugueses uma "charia" cristã.

ANTÓNIO: CASAMOS?

NO DOMINGO: "NO PAINTS" NO METRO DE LISBOA

Organização: ImprovLisboa (Facebbok)/Improv Everywhere .

CASO FREEPORT AINDA MEXE

Ao que parece e apesar de haverem arguidos os investigadores ainda não encontraram o crime, pelo que a investigação segue o seu curso normal, isto é, servir de alimento à especulação. O primo de Sócrates, o tal que não conseguiu qualquer negócio usando o nome do então ministro do Ambiente foi ouvido e, segundo a comunicação social, terá sido autorizado para usar a relação de parentesco numa reunião com o responsável do marketing do Freeport.

Ora, não só o primo mentiu quando numa entrevista disse que não tinha sido autorizado a dizer o nome, como a ser verdade a autorização de Sócrates isso só prova que o Freeport não estava em dívida com o primeiro-ministro, senão teria feito negócio.

O que procuram os investigadores, um crime ou matéria para alimentar a campanha contra Sócrates? Não compreendo como foram a correr ao colega para denunciar pressões e não se sentem incomodados por as paredes dos seus gabinetes parecerem ser de vidro, de manhã o primo de Sócrates é ouvido e à tarde os jornalistas do Expresso parecem saber o que foi dito pela testemunha.

Só que nesta matéria as golpadas foram tantas que os portugueses já olham para este processo com o tédio próprio de quem não confia nem na justiça, nem nos seus justiceiros de manga de alpaca.

DEIXEM SECRETOS OS SERVIÇOS, SFF

«Os ingleses popularizaram um nome para os serviços secretos - intelligence - que só comprova que há humor britânico. A nova prova veio da Eslováquia e voou para a Irlanda. No sábado, os serviços de "inteligência" (ponham aspas nisso) eslovacos foram ao seu aeroporto de Poprad-Tatry montar uma armadilha. Aconteceu o inevitável: caíram nela. Também, diga- -se, meteram-se em contas complicadas. Para testar o faro dos seus cães, puseram nove pacotes de explosivos em oito malas de passageiros. Nove pacotes, oito malas! Deu bronca, claro. Não por culpa dos cães, que a inteligência destes não leva aspas. Nas oito malas com explosivos, os cães alertaram. O problema é que com o pessoal humano o recrutamento dos serviços secretos eslovacos não é tão criterioso. Na mala que levava dois pacotes, os secretas tiraram um só e deixaram o outro explosivo seguir viagem. E foi assim que um inadvertido electricista eslovaco, imigrante na Irlanda, desembarcou no aeroporto de Dublim e foi para casa com 86 gramas do explosivo RDX. Maus a descobrir, os agentes eslovacos são bons a esconder e nem depois de desfazer a mala o electricista descobriu o pacote. Só o soube quando a polícia irlandesa bloqueou a rua, desalojou os vizinhos e o levou para algumas horas de interrogatório.» [Diário de Notícias]

Parecer:

Por Ferreira Fernandes.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

SELECÇÃO DO TOGO METRALHADA EM CABINDA

«O autocarro que transportava a selecção do Togo foi metralhado por rebeldes ao passar a fronteira entre o Congo e Angola. O motorista da viatura morreu e, segundo vários relatos, ficaram feridos dois jogadores, um assistente técnico, o médico da delegação e um jornalista que acompanhava a selecção, que vai participar na Taça Africana de Nações (CAN).» [Diário de Notícias]

Parecer:

O governo Angolano gosta muito de mandar estrangeiros para Cabinda, numa tentativa de dar uma aparência de normalidade num território onde não há condições de segurança.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»

MIGUEL RELVAS ESPERA UMA CANDIDATURA DE FERREIRA LEITE

«Seria possível convidar a Ferreira Leite para integrar um governo de Pedro Passos Coelho.

(longo silêncio) Acho que sim. Não vejo nenhuma objecção de princípio.» [Diário de Notícias]

Parecer:

É evidente que Manuela Ferreira Leite pode ser candidata a continuar a liderar o PSD, a senhor ainda não percebeu que mais do que o seu partido foi ela a derrotada nas legislativas. Sinais desta hipótese são o protagonismo de Aguiar Branco e o silêncio dos possíveis candidatos da sua área política.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»

TÍDUBAI: INGLESA VIOLADA ACABOU PRESA POR SEXO ILEGAL

«A embaixada britânica no Dubai declarou ao jornal "The Sun" que se têm verificado algumas situações de enorme injustiça naquele país, mas que esta ultrapassa todas as outras. Uma londrina de 23 anos terá alegadamente sido violada por um empregado de um luxuoso hotel do Dubai, mas ao deslocar-se com o noivo à polícia para apresentarem queixa, acabaram detidos acusados de sexo ilegal e consumo ilícito de bebidas alcoólicas.

Segundo a notícia do tablóide britânico "The Sun", o casal estava a passar o fim-de-semana alargado de ano novo no Dubai. A inglesa, descendente de paquistaneses, diz que a violação foi perpetrada por um empregado do Dubai Marina's Address Hotel, que a seguiu até à casa-de-banho das senhoras e se aproveitou do facto dela se encontrar semi-consciente.

A vítima admitiu que havia bebido demasiado, após o namorado a ter pedido em casamento. Foi por admitir o seu estado de embriaguês, assim como o ter partilhado o quarto com o seu noivo, que levou a que a polícia a detivesse. Segundo a rigorosa lei daquele Estado islâmico, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas fora de locais com licenças especiais para esse efeito e a prática de relações sexuais fora do casamento. » [Expresso]

PRIMEIRO-MINISTRO IRLANDÊS ADMITE INFEDILIDADE DA ESPOSA

«O primeiro-ministro da Irlanda do Norte, Peter Robinson, confessou que a sua esposa lhe foi infiel. O caso poderia ter ficado camuflado, não fosse Iris Robinson figura pública e assessora do marido.

Numa entrevista televisiva, Robinson, emocionado, contou que decidiu perdoar as infidelidades de Iris, depois de uma tentativa de suicídio da esposa. “Amo a minha mulher e sempre lhe fui fiel. Com humildade e arrependimento, Iris queira o meu perdão. Declarou-se a única responsável pelos actos e decidi perdoá-la. E o mais importante: sei que procurou e recebeu o perdão de Deus”, disse. A linguagem religiosa tem uma explicação: o casal é casado há 40 anos e pertencem ao partido do reverendo Paisley, um grupo de raízes presbiterianas onde imperam as ideias tradicionalistas.» [i]

OBAMA: MODELO À FORÇA

«Um enorme painel publicitário com a imagem de Barack Obama está exposto na Times Square, em Nova Iorque. A propaganda, da empresaWeatherproof, mostra Obama usando um casaco da marca e qualifica o presidente como "um líder com estilo". O anúncio também pode ser visto o site da marca, onde fazem promoção ao “casaco Obama”.

No entanto, a Casa Branca alega que o anúncio dá a entender que Obama apoia o produto e pede à Weatherproof que retire o cartaz. A administração de Obama sempre negou a utilização da imagem do presidente para fins comerciais.» [i]

JERZI WILINSKI

ASFALTO NOVO NUMA RUA DA BÓSNIA-HERSGÓVINIA

WRIGLEY 5 GUM

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Apoiar as empresas

Em Portugal tem-se vindo a instalar uma cultura anti-empresa, até a direita adoptou alguns tiques bloquistas e tem vindo a adoptar posições políticas que têm como pressuposto a alergia às empresas. A generalidade dos políticos evidenciam uma cultura anti-empresas criando-se a ideia de que as empresas e os empresários são, por definição, uns grandes mariolas, sendo a fonte de todos os males.

Há défice porque as empresas fogem aos impostos, há subdesenvolvimento porque os empresários são pouco ambiciosos, há pouca produtividade porque os empresários são maus gestores, há desemprego porque os empresários têm prazer em despedir. Na Administração Pública há a convicção generalizada de que as empresas são poços de dinheiro, generalizam-se as perseguições no pressuposto de que as empresas têm muito dinheiro para pagarem a advogados, multiplicam-se as taxas, criam-se burocracias infindáveis sempre que está em causa um qualquer licenciamento.

Com o desemprego a atingir níveis pouco habituais para economia portuguesa não há quem não fale da necessidade de criação de emprego, do Presidente ao governo, passando pelos políticos da oposição, todos chegam a essa brilhante conclusão, na linguagem presidencial até se tornou uma “preocupação”. Mas no dia seguinte, todos esquecem o emprego e voltam ao populismo anti-empresa, até parece que são as autarquias, o governo e a Presidência da República vão arranjar emprego aos que a crise mandou para o desemprego.

Num dia fazem o choradinho da necessidade de criar emprego, no outro vêm com o discurso político anti-empresas ou com fórmulas subtis em que se designam umas como “boas” empresas e outras como “más” empresas. É o que sucede com o PSD que confunde os interesses das suas bases eleitorais com os interesses dos empresários e adoptou um discurso populista de apoio às pequenas e médias empresas, argumentando que são estas que mais criam emprego. Talvez sejam, mas só quando recebem boas encomendas das grandes empresas.

Todavia, é raro assistir a uma intervenção em que se defendam medidas que tornem as empresas mais competitivas, para além da tradicional redução de impostos, a “colher de pau” dos nossos políticos, quando não sabem o que propor defendem uma redução de impostos. Só que não é a carga fiscal o principal obstáculo à expansão das empresas ou à conquista de mercados externos. Só paga IRC quem tem lucros e as exportações são isentas de IVA, uma redução de impostos não tornará nenhuma empresa que dá prejuízo numa empresa competitiva.

É necessário que o país acabe de vez com este discurso típico da extrema-esquerda e reflicta sobre o que é necessário para que tenhamos mais e melhores empresas, para que as existentes sejam mais competitivas. Isso passa por reduzir custos institucionais, por eliminar obstáculos burocráticos, por eliminar centenas de taxas que os funcionários inventaram para financiamento dos sacos azuis, por tornar os nossos portos e aeroportos mais eficazes e baratos, por colocar o Estado, desde o ministério da Economia ao corpo diplomático, ao serviço das nossas empresas.

A verdade é que temos um Estado onde defender uma empresa, acelerar uma autorização, facilitar um licenciamento ou cobrar os impostos devidos é motivo de suspeita de corrupção, quem autoriza retarda, quem licencia cria obstáculos ao licenciamento e quem cobra propõe o máximo para cobrar. Só na hora do desemprego é que nos lembramos de que são as empregas que criam emprego e geram a riqueza de que vivemos, sejam elas, grandes, médias, pequenas ou micro.

Umas no cravo e outras tantas na ferradura

FOTO JUMENTO

Panteão Nacional, Lisboa

IMAGEM DO DIA

[Hyungwon Kang/Reuters]

«MOON STRUCK: The moon hung over the U.S. Capitol dome in Washington after midnight on Thursday.» [The Wall Street Journal]

JUMENTO DO DIA

José Sócrates

José Sócrates disse, numa entrevista dada à France 24, que em Portugal a prioridade é o emprego e não o défice, uma afirmação politicamente correcta à esquerda mas que me suscita muitas dúvidas. A coberto da prioridade do emprego há lugar a muita generosidade eleitoralista que em vez de criar emprego apenas ilude as estatísticas.

O problema é que o défice cria dívida pública e mais tarde ou mais cedo serão os do costume a pagar. Além disso esse aumento da dívida pública é financiado à custa da economia que, por sua vez, tem menos capacidade para criar emprego.

A MÃE DE CAMUS ENFIM RESGATADA

«Em O Estrangeiro, Albert Camus tem duas frases que são das mais perturbadoras que já abriram um livro: "Hoje, a minha mãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem." Camus morreu faz, hoje, 50 anos. Ou talvez tenha feito há três dias, não sei bem. Sei é que três anos antes dele morrer, deu uma conferência de Imprensa em Estocolmo. Acabava de ganhar o Nobel de Literatura. A sua pátria, a Argélia, estava a ferro e fogo e fugia-lhe entre os dedos. O estudante do liceu Bugeaud, o guarda-redes do Racing de Argel, o mediterrânico da margem Sul, estava dilacerado pela separação das duas comunidades da sua pátria. Para quase todos a solução simples convinha: ou francesa ou árabe. Mas ele gostava daquele "e" copulativo que, na política, tantas vezes traz a solidão. A direita francesa chamava-o traidor. A esquerda e os nacionalistas da FLN diziam-no dúbio. Naquela conferência de Imprensa, um jovem argelino interpelou-o. Camus lembrou a sua mãe, que nunca vira a França e vivia num bairro pobre de pieds-noirs (brancos) de Argel. E disse: "Eu creio na justiça, mas defenderei a minha mãe antes da justiça." Correu, então, que Camus se bandeara para os reaccionários. Agora, o Presidente argelino Bouteflika disse: "Qualquer um de nós daria essa resposta. O que prova que Camus é dos nossos." O tempo reconhece as mães e aponta os justos. » [Diário de Notícias]

Parecer:

Por Ferreira Fernandes.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

MAIS UMA FACE OCULTA NO PROCESSO FACE OCULTA

«O Tribunal de Aveiro admitiu a jornalista Manuela Moura Guedes como assistente no processo 'Face Oculta', apurou o CM.

O requerimento foi recebido esta quinta-feira. Já em Novembro a jornalista da TVI tinha anunciado a intenção, estando desde essa data para saber se podia ser constituinte nas certidões do Departamento de Investigação e Acção Penal de Aveiro.» [Correio da Manhã]

Parecer:

Esta Manuela Moura Guedes ainda vai acabar por se apaixonar pelo Sócrates.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Alerte-se o Moniz para esse risco.»

ALEGRE JÁ NTEM MAIS DE 500 FÃS

«A página não é oficial, mas Manuel Alegre já reúne no Facebook mais de 500 apoiantes a uma eventual candidatura às eleições presidenciais de 2011. A expectativa é que o socialista se apresente como candidato no final do mês.

A página na rede social Facebook intitulada ‘Manuel Alegre para Presidente da República em 2011’ foi criada por apoiantes do ex-candidato presidencial no passado dia 1 e as mensagens de apoio rapidamente se multiplicaram. À hora de fecho desta edição a página contava com 559 fãs.» [Correio da Manhã]

Parecer:

Por este andar vai ter mais fãs do que a Ruth Marlene.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «A Ruth que se cuide, nem as fotografias da Playboy a ajudarão a bater o Manuel Alegre.»

DIA SEM CALÇAS EM 35 CIDADES DO MUNDO

«Sem programa para domingo? Que tal "pregar uma partida gigante" aos lisboetas? Só precisa de estar disposto a ficar sem calças no metro e de capacidade para o fazer sem perder a compostura. Estas são as regras essenciais para participar na 2.ª Viagem Anual de Metro "Sem Calças!" em Lisboa, explica Francisco, um dos organizadores, também conhecido como "agente Somos".

Na verdade, há mais algumas regras. "Não tragam tangas, nem nada que possa ofender os outros passageiros", diz o site da iniciativa (improvlisboa.blogspot.com). E usar kilts, saias, calções, vestidos e colãs não conta - apenas cuecas e boxers respeitam o espírito da iniciativa. O objectivo é o mesmo das outras acções do grupo ImprovLisboa: trazer um pouco de caos e alegria à vida na capital. "É uma partida sem vítimas e que, em princípio, causa sorrisos", diz Francisco. » [Diário de Notícias]

ALFRED WEISSENEGGER

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