sábado, março 02, 2013

Eram muitos os que estavam lá...

7 imagens da manifestação de 2 de Março:

[1 a 15]     [16-30]      [31-45]     [46-60]    [61-75]

Uma pequena amostra:

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e a prova de que O Jumento também esteve presente:
 
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Onde estavas na tarde do dia 2 de Março de 2013?

Que se lixe a troika


A troika não tem credibilidade, tem revelado incompetência, desrespeita o país e não assume as responsabilidades.

A troika não cumpriu com os compromissos que assumiu:

O único ponto do memorando que a própria troika impôs ao país como condição para emprestar dinheiro a juros dignos de xulos que foi respeitado é o que prevê a reformulação do memorando. Mas a direita ganhou as eleições e a troika percebeu que estava a lidar com extremistas da direita esqueceu o memorando e fez sua a agenda política da direita portuguesa. Desde então o memorando inicial tem vindo a ser revisto sucessivamente, impondo progressivamente a agenda política da direita portuguesa, sem que a troika respeite as instituições ou mesmo todos os parceiros que assinaram o memorando.

A troika ignorou o memorando:

A partir do momento em que percebeu que podia usar Portugal como cobaia de novas experiências de política económica a troika ignorou o memorando. A troco de o governo implementar medidas brutais e austeridade numa estratégia de desvalorização fiscal brutal, a troik esqueceu cortes nas despesas como so resultantes da redução do número de autarquias, a renegociação das PPP, o corte nas fundações ou o corte das chamadas rendas excessivas. A troika optou por destruir a classe média proletarizando todos os trabalhadores portugueses, incluindo a Função Pública.

A troika não assume as suas responsabilidades:

Sempre que está perante contestação ou percebe que as políticas não tiveram resultados a troika desaparece e manda dizer que as políticas são da responsabilidade do governo. Chega-se ao absurdo de altos responsáveis do FMI admitirem erros técnicos que conduziram à destruição de empresas e de empregos, mas os altos responsáveis fogem das responsabilidades, é o próprio comissário europeu dos assuntos monetários a tentar concertar posições com os ministros do eurogrupo para que das divergências não resultem responsabilidades.

A troika não respeita o país:

A troika não tem hesitado em recorrer à chantagem e até tem, como agora parece ser linguagem na Europa, um palhaço cujo papel é dar conferências de imprensa onde ameaça os portugueses com o fim do financiamento, sempre que a troika ou o seu representante local, o ministro das Finanças, enfrentam dificuldades com o povo ou com a oposição parlamentar. Sempre que tal sucede o palhaço do Simon O’Connor, porta-voz do palhaço do comissário dos Assuntos Monetários, convoca os jornalistas e ameaça o país. Os palhaços que a troika manda de vez em quando ao país também gostam muito de fazer ameaças e de ingerir nos assuntos internos do país. O último que o tem feito, referidno-se ao país como se isto fosse um bordel é o tal Salassie.

A troika é incompetente:

Até ao momento a troika falhou em todas as suas medidas, nenhuma apresentou os resultados esperados e os seus representantes são desonestos ao atribuírem ao ajustamento resultados que em nada resultaram das medidas adoptadas, como foi o caso do aumento conjuntural das exportações. Até as exportações resultantes de contratos feitos antes da troika cá chegar foram exibidas como exemplos do sucesso do ajustamento.

Nesta scircunstâncias só me resta mandar a troika à bardamerda. Quem tem mais a perder com uma rotura com a troika são os financiadores da direita, aquel que dizem que o povo aguenta e que à custa da crise estão escondendo as responsabilidades pelas consequências de décadas de oportunismo, de fraudes, de corrupção e de desvio dos dinheiros públicos.

Umas no cravo e outras na ferradura




   Hora do ensaio 
  
   
  

    
   Foto Jumento 
  
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Alfama
   
Imagens dos visitantes d'O Jumento
 
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Candeeiros, Alcochete [A. Cabral]   

Jumento do dia
  
Guilherme Silva, consultor do Alberto João
 
Ver o braço direito ideológico do Alberto João, o maior especialista luso em dar bolos e festa ao pvo, vir agora dizer que esse mesmo povo deve ser ignorado só pode dar vontade de vomitar. Mais um pouco e este senhor ainda vai concluir que o melhor é nem fazer eleições pois o povo vota de forma errada.

Aos poucos a direita vai assumindo as teses fascistas de que nunca se esqueceu, cada vez é mais evidente que o termo "social-democrata" o PSD encobre gente que nada tem nem de democrata, nem se social. Seria interessante se Guilherme Silva desse a conhecer-nos qual era a sua situação social e patrimonial antes de se meter na política e qual é a actual, depois falaríamos.

É bom que se saiba que este senhor tem uma enorme capacidade de trabalho, pois para além de deputado ainda lhe sobra tempo para:
  • Membro da Comissão Política Regional do PSD Madeira;
  • Membro do Gabinete de Estudos da Fundação Social Democrata da Madeira;
  • Membro do Conselho Consultivo da Universidade da Madeira;
  • Advogado;
  • Consultor do Banco BPI;
  • Presidente do Conselho Fiscal da Casa da Madeira, em Lisboa;
  • Consultor do Governo Regional da Madeira;
  • Presidente da Representação Portuguesa na UIP;
Enfim, tinha de ser consultor do BPI, o tal do "ai aguentam, aguentam", enquanto uns ganham como consultores dos bancos que ajudaram o país a ir à falência, os outros não só têm de aguentar a austeridade, como ainda têm de aguentar o que estes senhores dizem. É gente desta, que enriquece à custa da acumulação de tachos com o poder do Estado que depois diz que o povo não deve ser ouvido na hora de impor austeridade. Um nojo.

PS: as empresas deviam estar obrigadas a tornar públicos os nomes de todos os políticos a quem dão dinheiro a título de consultas ou de outros serviços, designadamente, advocacia. Não achas ó "Aguenta"? Aliás, da mesma forma que os deputados dizem que são advogados também deviam dizer o nome dos clientes.

«O deputado do PSD/Madeira e vice-presidente da Assembleia, Guilherme Silva, justifica os recente episódios de crítica ao Governo com o facto de o “povo ser altamente impressionável pelo que sente na pele”, no entanto sublinha que “a solução não pode ser ir às cegas de encontro a um sinal popular de não a mais austeridade”.
  
Para Guilherme Silva “não se pode ir atras do que é mais fácil e do que agrada mais ao povo”. O social-democrata considera que tem de ser feita uma “avaliação concreta daquilo que é necessário para o País, mesmo que tenha esse preço de perder as eleições”.» [Notícias ao Minuto]

 Se o papa fosse mais novo
 
Em vez de ir esperar pela morte num convento teria fugido dos problemas para Bruxelas e agora seria presidente da Comissão.
 
 Os italianos estão cheios de sorte

Têm dois palhaços para escolherem um.

 Uma pergunta a Passos Coelho
  
Já demitiu o assessor que usou abusivamente a identidade da directora do FMI para achincalhar o líder da oposição e deputado no parlamento ou permite que o seu gabinete tenha pequenos marginais da política do golpe baixo?

 Jorge Palma: Grândola, Vila Morena

  

  
 Coelho radical
   
«Que levará alguém a enforcar um coelho em protesto contra um primeiro-ministro com apelido de láparo? Não sei se pergunta-ram ao moçoilo que ostentava a coisa que raio queria dizer com o preparo nem se tal nunca sucedeu antes porque desde Sá Carneiro que não há PM com nome de animal e uma ovelha sai cara e pesa. Mas foi a primeira vez que tivemos em Portugal algo de parecido com as efígies dos políticos enforcados ou em chamas que nos chegam periodicamente, pela TV, de outras partes do mundo.

Há quem considere a imagem radical. De mau gosto, chocante, gratuita, até obscena, é. E muito pior que isso se a virmos como uma ameaça do autor/autores em relação ao PM. Mas sabemos que ninguém a vê como tal -nem as dezenas de polícias que estiveram na Universidade de Lisboa, já que, ao contrário do que tem sido hábito com os cantores do Grândola (sem que a PSP justifique, como é obrigada pelo artigo 250º do Código do Processo Penal, o procedimento - e como poderia, se não há suspeita de crime invocável?), nem terão, que se saiba, identificado o dono do coelho. É pois, acima de tudo, uma piada de mau gosto que nada mais pressupõe que vontade de "vir na TV". Deve ser reprovada, claro. Mas considerá-la como sinal de "radicalização" é não saber o que é radicalização - ou, paradoxalmente, querer radicalizar a situação.

Porque, claro, falar de "radicalização" serve para assustar. Para dizer "nós ou o caos". Mas se um coelho enforcado ou insultos em corredores são radicalização, que dizer do partido que agora clama "reprovações enfáticas" à sua esquerda mas que quando há meses um seu deputado, presidente da JSD, afiançou que bateria em Sócrates se o encontrasse na rua, não achou necessário demarcar-se disso? Que dizer do Governo que de cada vez que o confrontam com as suas responsabilidades acusa o Executivo anterior de todos os males do País? Que expele discursos de ódio contra quem o antecedeu e arrasa, em histérico exorcismo, as marcas da governação PS? Que dizer de um político que chegou ao poder a prometer o fim da austeridade "para as pessoas" e que logo a seguir jurou ir "além da troika"? Que na oposição defendeu a criminalização dos governantes que fazem previsões económicas sistematicamente erradas e que no poder, sem acertar uma, diz que "previsões são previsões", sem sequer se desculpar? Que chama piegas aos que o elegeram e os manda emigrar, que diz que o desemprego e falências aumentam porque "tem de ser"?

Ser radical é recusar bom senso e consenso, ser cego e surdo a tudo o que não seja a sua conceção do certo e do caminho, ter a obstinação brutal dos fanáticos. É fazer do ódio discurso, chamar necessidade à violência, deitar fogo para fazer novo, "obra", sobre as cinzas. Radical é Passos e este Governo, não o tonto estudante com seu pobre bicho enforcado. E não é prisão nem banimento, muito menos morte (ridículo), que se lhe exige: demissão chega - mas urge.» [DN]
   
Autor:
 
Fernanda Câncio.   

 Bento XVI sobe aos céus de helicóptero 
   
«Desde ontem é sede vacante. O brasão do papado, duas chaves do céu entrecruzadas, uma de ouro e outra de prata, por estes dias ganha um símbolo especial: está coberto por um guarda-chuva. Um simples ombrellino para proteger a cristandade sem líder... Ontem foi dia como não houve em 700 anos, um Papa parte sem morrer. Despediu-se dos cardeais na Sala Clementina, no pátio de São Dâmaso o seu motorista ajoelhou-se e beijou-lhe a mão e, já em Castel Gandolfo, Bento XVI disse à multidão a última palavra que vamos ouvir dele até haver novo Papa: "Buonanotte!" Nos tempos contemporâneos, Pio XII e Paulo VI morreram em Castel Gandolfo, mas morreram papas. Deste dia de ontem a imagem que mais marcou foi a do helicóptero branco, deixando o Vaticano. Às 17H08, as hélices e os rotores não conseguem abafar os sinos de Roma, mas ganhando altitude o helicóptero impõe-se à Cidade Eterna. Em 1960, Fellini pôs um helicóptero a abrir o filme La Dolce Vita, transportando um Cristo Redentor enorme e suspenso. A viagem era inversa,» [DN]
   
Autor:
 
Ferreira Fernandes.
   
  
     
 Ninguém se escapa ao Gaspar
   
«Os reformados com pensões iguais ou superiores a 4.104 euros anuais vão ter de entregar este ano declaração de IRS e alguns podem pagar imposto pela primeira vez, alerta a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC).
  
"Podem ter de pagar, é uma questão muito complexa e até injusta, que resulta da decisão do Governo de aproximar as pessoas reformadas com as que estão no ativo. Deviam ter tido em atenção que os reformados têm mais encargos com a saúde e despesas, diferentes de quem tem boa saúde e boa capacidade de trabalho", disse à Lusa o bastonário da OTOC, Domingues Azevedo.» [DN]
   
Parecer:
 
O que ganhará o fisco com esta invasão de idosos?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»
      
  Sobe, sobre, desemprego sobe
   
«A taxa de desemprego na zona euro manteve-se estável em janeiro de 2013, nos 11,9%, em relação ao mês anterior, tendo Portugal aumentado três décimas, para os 17,6%, segundo dados hoje revelados pelo Eurostat.
  
Segundo o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), a taxa de desemprego nos 27 Estados-membros foi de 10,8% em janeiro, um ligeiro agravamento em relação aos 10,7% de dezembro de 2012.» [DN]
   
Parecer:
 
É o resultado da criação de emprego no segundo semestre de 2012 que o Gaspar anunciou o ano passado e que Cavaco ajudou a divulgar.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Proteste-se contra a política destrutiva do Gaspar.»
   
 Gaspar patético
   
«Em linha com o discurso de ontem de Pedro Passos Coelho, que ontem quis colocar o discurso no período pós troika, Vítor Gaspar foi hoje ao Parlamento defender que "temos que começar já os alicerces institucionais para a estabilidade de Portugal, no exercício pleno da sua soberania" na era pós troika.

Nesse sentido, o ministro das Finanças sublinhou que o sucesso do país está na mão de todos, nomeadamente, do PS, a quem renovou "a disponibilidade do Governo para o diálogo e estabelecimento de consensos". "O diálogo e os consensos com a forças sociais e políticas fazem parte desta preparaçºao. E aqui refiro-me especialmente ao maior partido da oposição", acrescentou.

Vítor Gaspar dramatizou mesmo o discurso: "Portugal consegue agora prspectivar a saída da crise, mas se abandonarmos o barco, ficamos à deriva e sem perspectivas de auxílio". "Os portugueses são chamados a determinar o futuro de Portugal. A este grande desafio ninguém pode dizer que não. Portugal é um povo de marinheiros capaz de ultrapassar as piores tormentas", acrescentou num discurso marcado pela linguagem náutica.» [DN]
   
Parecer:
 
Quem o ouve ainda pensa que o país está uma maravilha com as suas políticas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
   
 Ajude a salvar o priolo
   
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«Faltam pouco horas para terminar a campanha de financiamento internacional crowdfunding que visa angariar 28 mil dólares (21.500 euros) para prosseguir o trabalho de conservação do priolo, uma ave que só existe na ilha de São Miguel, nos Açores, e cuja conservação tem sido possível devido ao trabalho desenvolvido pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA).

A iniciativa para salvar o Priolo , conseguiu reunir até agora perto de metade do valor ambicionado (cerca de nove mil euros). O maior donativo (2.500 dólares) foi feito por um cidadão australiano ligado ao turismo de natureza.

Mas a SPEA, a organização não governamental que tem desenvolvido o projeto de conservação na última década, não desanima. "A campanha, que arrancou em janeiro e chega ao fim amanhã,  teve uma grande divulgação, o que também é bom para o projeto", sublinha Joaquim Teodósio, o responsável da SPEA pelo Projeto Laurissilva Sustentável.» [Expresso]
      
 "Governo está a semear a miséria"
   
«Bispo das Forças Armadas diz que tem pena de não poder ir à manifestação de amanhã e não poupa críticas aos atuais governantes, que acusa de estarem "a dar cabo do país". 

"As pessoas que estão neste momento na governação que se lembrem de que estão a semear a miséria, pobreza, desastre e a dar cabo do país. Eu tenho de dizer isto!", declara D. Januário Torgal Ferreira, numa entrevista à Antena 1, acrescentando quee lamenta não poder ir à manifestação de amanhã organizada pelo grupo "Que se Lixe a Troika".

"Tenho muita pena que as pessoas tenham de ir para a rua protestar, para que determinadas dores e injustiças cheguem ao poder. E acho que o poder hoje devia ter esse bom senso (que é uma palavra que eu gosto), que tivessem a humildade intelectual de verificarem que como governação (e eu estou a julgar do ponto vista ético), como governação são uma desgraça", afirma o bispo das Forças Armadas,.» [Expresso]
   
Parecer:
 
E é uma pena não ver o bispo na manifestação.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao cardeal se já mudou de opinião em relação às manifestações.»
   
 Portugueses estão curados
   
«Os portugueses estão a ir menos aos centros de saúde e aos hospitais. Os dados mais recentes mostram que em 2012 houve menos consultas presenciais nos centros de saúde, menos atendimentos urgentes e menos sessões de hospital de dia.

A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), na monitorização de actividade assistencial do Serviço Nacional de Saúde em 2012, preferiu sublinhar o aumento de 0,9% das consultas hospitalares ...» [Jornal de Negócios]
   
Parecer:
 
Mas o governo conseguiu o feito notável de aumentar as consultas hospitalares.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mandem-se os parabéns ao ministério da Saúde.»
   
 O pequeno Marques Mendes no seu melhor
   
«Marques Mendes assume mudança no traçado da SCUT da Costa de PrataMarques Mendes, ex-deputado do PSD pelo distrito de Aveiro, admite que teve uma intervenção decisiva na alteração do traçado da ex-SCUT da Costa de Prata, no troço entre Angeja e Estarreja, uma medida que viria a ser chumbada em 2006, pelo governo de José Sócrates, mas que atrasou a conclusão do projecto em quatro anos e implicou sobre-custos para o Estado. 

Na resposta escrita ao questionário da Comissão Parlamentar de Inquérito às PPP - Parcerias Público-Privadas, a que o Diário Económico acedeu, Marques Mendes assume que "defendi publicamente, em nome do PSD, em 2001 e anos seguintes, a alteração do traçado que então (2001) estava previsto para a chamada A29". O ex-deputado diz que não se tratou de "uma posição de natureza pessoal", ou "isolada" em termos políticos.

Marques Mendes explica que defendeu a alteração do traçado da ex-SCUT da Costa de Prata porque o que estava previsto, a nascente da linha de caminho-de-ferro, "era considerado excessivamente distante dos aglomerados populacionais dos concelhos de Estarreja, Murtosa, Albergaria e Ovar e, portanto, insuceptível de servir adequadamente os interesses das populações abrangidas". Daí, Marques Mendes e outros deputados de Aveiro, incluindo Paulo Portas, terem avançado com um projecto de resolução para alterar o traçado para poente do caminho-de-ferro, "basicamente considerado como susceptível de servir mais adequadamente os interesses das populações abrangidas", que foi aprovado em 2002. » [DE]
   
Parecer:
 
Agora dá lições ao país.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mande-se o ilustre comentador à bardamerda na primeira oportunidade.»
   
 Podridão
   
«"O senhor não quer é pagar nada e pede um novo memorando da troika, afirma a carta escrita no Facebbok pelo assessor do primeiro-ministro, com o título: "Um exclusivo: a carta de Lagarde que Seguro não quer revelar.

Rudolfo Rebelo simula a resposta que Cristine Lagarde teria enviado a António José Seguro em resposta à que o líder do PS lhe dirigiu a alertar para a gravíssima sitruação social e a pedir uma reavaliação política do memorando.

"Agradeço a sua missiva, dando conta da sua pré-disposição em renegociar a reestruturação da dívida portugesa, uma baixa na taxa dos juros e mesmo uma moratória dde juros, afirma a carta, que explora o alegado desconhecimento de António José Seguro de que já há baixa de juros ("permita-me explicar, há alongamento do prazo de empr´+estimo).» [Expresso]
   
Parecer:
 
Um assessor do primeiro-ministro apropriou-se da identidade da directora do FMI para achincalhar o líder da oposição. nem vale a pena descobrir a presença de tiques de golpe de propaganda fascista nesta forma de actua pois o governo está cheio destes tiques. O problema está num braço direito de Passos Coelho abusar do nome da directora do FMI para fazer jogo sujo doméstico.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Passos Coelho se já pediu desculpa à presidente do FMI.»
   

   
   
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sexta-feira, março 01, 2013

A reformatação


Para os senhores do 4.º Reich não há um problema de sobrevalorização do euro, a globalização só trouxe benefícios e os custos e proveitos de uma união monetária feita à pressa são distribuídos equitativamente. Esta é a tese da senhora Merkel, do estado maior da Wehrmacht, agora instalado na sede do BCE em Frankfurt, bem como de todos os gemanófilos, germanofilozinhos e banqueiros locais de ascendência alemã.
Se as coisas correram mal em Portugal é porque os portugueses são um povo inferior de gente pouco dada a trabalhar, só querem beber e descansar, um misto entre pretos e ciganos. Aliás, é um mal comum aos países do sul, nem a Itália escapa a esta doença climática do Mediterrâneo, mesmo sendo um velho aliado da Alemanha nunca mereceu grande confiança pois desde Mussolini que gostam de ser dirigidos por palhaços.

Portanto o problema de Portugal não era económico, o país é com um computador com o disco danificado, ocupado por vírus e com software demasiado lento. Não bastava um upgrade, era necessário reformatar, reparar o disco, eliminar o software inadequado, instalar novos programas e reorganizar os ficheiros.

Isto significava que os portugueses tinham de ser reprogramados, muitos deviam ser convidados a emigrar, uma boa parte das empresas deviam ser encerradas e os seus recursos serem usados pelas novas empresas. O país devia ser tratado como um computador, pouco importando o que sucederia enquanto este estivesse em reparação. Tira-se português daqui e põe-se ali ou manda-se para acolá, fecha-se uma empresa aqui e cria-se um directório de empresas ali, as que estiveram a mais, bem como os portugueses considerados inúteis, incapacitados ou politicamente inadequados deverão ir para a reciclagem e atirados para o lixo com a reformatação pois não devem ocupar espaço durante o backup.

No fim teríamos empresas mais rápidas, menos tempo de paragem da máquina e portugueses com os bits no lugar. O país lento e desactualizado daria lugar a uma máquina rápida e sem paragens, o facto de ter um processador velho pouco importa, seria útil para correr programas que já não são usadas em máquinas como a alemã. Depois de devidamente reformatado, o país já pode ser ligado de novo à rede do euro que tem o servidor na Alemanha.

Pouco imposta os sacrifícios humanos, a vontade dos portugueses ou a democracia, tudo foi suspenso e cabe ao programador da confiança da Wehrmacht decidir quem pode continuar em Portugal, quem enriquece, quem empobrece, quem pode ser curado num hospital público ou quem pode ir à escola. Durante o período de ocupação esse programador, equiparado a sargento-mor da Wehrmacht, tem plenos poderes para fazer o que bem entender aos indígenas, escolher os mais aptos para trabalhar, meter nos combóios com destino à Alemanha os que estiverem a mais mas forem aptos para trabalhos na emigração, nacionalizar os recursos dos que forem considerados parasitas.

O país ou aceita a reformatação, pagando os juros e as devidas comissões, ou trata os ocupantes com subserviência e proporcionando-lhe instalação nos melhores hotéis, ou não leva mais dinheiro. Quem o costuma dizer é o controleiro do sargento-mor da Wehrmacht, um tal Simon O’Connors.

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 
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"NRP Creoula", Lisboa
   
Imagens dos visitantes d'O Jumento
 
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Ponte, Idanha-a-Velha [A. Cabral]   
Cantando o "Grândola Vila Morena"
 
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Jumento do dia
  
Durão Barroso
 
Estes portugueses que fogem do país para o conforto da quota lusa de tachos em Bruxelas são uns oportunistas, Constâncio enriquece enquanto encomenda austeridade brutal dos cidadãos do país à custa do qual ele é vice no BCO, Durão barroso andou por cá a comprar submarinos e a plantar linhas de TGV e agora anda em Bruxelas a chamar-nos incompetentes.

Com estas elites da treta o país não podia ir muito longe.
 
«Presidente da Comissão Europeia justifica crise portuguesa com opções económicas falhadas e comportamentos "erráticos" da banca.

Durão Barroso, que foi primeiro-ministro entre 2002 e 2004, considera que foram as opções erradas que Portugal tomou nos últimos anos que conduziram à crise actual, mas acredita que é possível restaurar a confiança dos investidores no país e "ganhar uma credibilidade" que permita "financiar-se por si mesmo".

Uma crise que "resulta de escolhas económicas que não conseguiram resolver os problemas estruturais da competitividade portuguesa", sustentou o presidente da Comissão Europeia numa intervenção gravada para a conferência TSF/OTOC que se realiza hoje. Opções que "levaram a uma acumulação de dívida pública que pura e simplesmente não era sustentável".» [DE]

 Miguel Relvas e a carne de cavalo
 
Ir ao ISCTE ouvir uma conferência sobre comunicação social promovida pela TVI é a mesma coisa que ir ao Tavares Rico e ser servido com um tornedó feito com carne de cavalo. E ainda temos de pedir desculpa aos cavalos por tal comparação.
 
 Passos na Faculdade de Direito

O governo anda mijadinho com a manifestação do próximo dia 2 e com essa mania dos portugueses de andarem por aí a cantar o "Grândola Vila Morena" para irritar o merceeiro holandês dos hipermercados "Sem Pingo Dimpostos". A solução dos estrategas do beneditinos do convento de São Bento foi organizar simulacros de debates à porta fechada, começaram com o Relvas no ISCTE, onde a TVI fez o frete de convidar o ministro, seguiu-se a sessão em hotel do medroso das Finanças que até jantou à hora do lanche porque é alérgico a manifestações do melhor povo do mundo, concluiu-se com uma sessão organizada pelos pirralhos em colaboração com o mestre escola Marcelo.
  
O governo já caiu mas Passos Coelho é de compreensão lenta e ainda não o percebeu, não são encenações promovidas por pirralhos doutorados na Lusófona de Castelo de Vide que o PSD evita a desgraça eleitoral e muito provavelmente o seu desaparecimento político.

 Cavaco está com ciúmes de Passos

O povo já cantou três vezes o "Grândola" a Passos e em Belém a única canção que se ouve é a dos melros dos jardins, Cavaco Silva já nem consegue olhar para os melros tantos são os ciumes que sente do primeiro-ministro que mal sai à rua tem logo direito a uma cantilena. Ao que dizem, até pediu ao Tó das ordens para sugerir ao patrão holandês para que na apresentação das contas prometesse aos portugueses que se não voltassem a cantar a "Grândola" ao Passos Coelho lhes dava uma promoção de 50% na próxima Sexta-Feira Santa.
 
 Nogueira Leite emigrou

Dizem que foi para Pequim, é o que está a dar. A sua barraquinha no bidonville da capital chinesa fica mesmo ao lado da do Eduardo Catroga. O facto de Nogueira Leite não dominar o mandarim explica o seu silêncio prolongado.
 
 Reposta a normalidade na Itália
  
O anormal não está no facto de os italianos terem escolhido dois palhaços para os governar mas sim no serem governados por um palhaço que ninguém escolheu e que em vez de representar os cidadãos italianos representa o BCE. Os italianos não escolheram dois palhaços, rejeitaram um.

 Qual será a posição de Seguro sobre a destruição do Estado social?

É fácil de adivinhar, Seguro vai defender que em vez de destruir todo o Estado social bastaria destruir apenas metade.

 Grândola Vila Morena

Já se faz ouvir nos jogos de futebol, o incêndio vai alastrando.
   
  
     
 PSD continua a desaparecer nas sondagens
   
«Dados do barómetro i/Pitagórica de Fevereiro, revelados esta quinta-feira, indicam que se as “eleições legislativas se realizassem neste momento”, o partido mais votado, como aliás tem acontecido desde que arrancou esta sondagem em Outubro, é o PS, com 35,1% das intenções de voto. Atrás surge o PSD, com 26,4%, a CDU e o CDS com 10,7%, e o Bloco de Esquerda com 8,6%.
  
No entanto, estes números mostram que, e em relação ao barómetro anterior, os socialistas estão a subir, depois de uma queda nas intenções de voto em Dezembro (34,6%) e Janeiro (33,8%), o que representa uma distância considerável em relação ao resultado obtido por José Sócrates (28,1%) nas eleições legislativas de 2011.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
A coligação da direita vai resistir ao desaparecimento do PSD enquanto o CDS cresce?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»
   

   
   
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