quinta-feira, agosto 27, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



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Terreiro do Paço, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Durão Barroso

Depois da má lição dada por Maria Luís Albuquerque foi a vez de Durão Barroso dar mais uma má lição, mas se a primeira pouco sabe do que fala o segundo fala do qu fez e tenta ilibar-se de responsabilidades, tenta fazer esquecer o estado em que abandonou o país e os mandatos miseráveis que desempenhou à frente da Comissão Europeia.

«O ex-presidente da Comissão Europeia esteve em Castelo de Vide para uma aula sobre “o que se passa com a Europa”. Os alunos eram os jovens sociais-democratas que estão a frequentar a habitual Universidade de Verão do PSD, que marca a reentré do partido, e o tom foi o de um professor. O que foi a chamada “crise do euro”?, perguntou à plateia. “A crise não foi a crise do euro” e também “não foi a troika que criou a crise, foi a crise que criou a troika”, respondeu de seguida, como que desconstruindo os seus 10 anos à frente de uma União Europeia em crescimento (e em sofrimento). Pelo caminho, pormenores sobre as suas reuniões com Obama, Bush, Sarkozy e até Cristina Kirchner, que “dava lições de 45 minutos sobre o que devíamos fazer na Europa”.

“A crise do euro é uma expressão curiosa, sugere que o euro está no centro da crise. Mas não é verdade, o que esteve em crise não foi o euro, o euro manteve-se sempre como moeda estável e sólida. A crise nasceu nos EUA, e o detonador foi a falência do Lehman Brothers, a crise do subprime, o crédito excessivo dado a quem não tinha como pagar”, começou por dizer Durão Barroso, numa tentativa de provar por a + b que a crise não se limitou aos países da Europa, nem teve aí o seu epicentro.» [Observador]

 Depois da Primavera veio o Verão árabe

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O que será feito dos libertadores dos países árabes, dos que desintegraram a Líbia, dos que transformaram o Iraque em terra de ninguém, dos que promoveram a guerra civil na Síria, dos que tentaram destruir o Egipto?

Os grandes responsáveis pelos milhares de mortes no Mediterrâneo e pelo êxodo do Norte de África sõ os culpados pela morte de centenas de milhares de iraquianos e de sírios, pela perseguição ao chiitas, cursos e católicos na Síria, na Líbia e norte do Iraque, são os que fornecendo armas ou promovendo bombardeamentos desintegraram países coo o Iraque, a Síria e a Líbia.

Agora temos a população de países inteiros a querer atravessar o Mediterrâneo e muitos africanos a caminhar em direcção à Europa sem terem de passar por fronteiras.

 Dúvida

Se para Passos Coelho os líderes do PSD e do CDS estão em igualdade de circunstâncias nos debates porque razão impediu que fosse Portas a ir ao frente a frente com António Costa?


 Tchetchênia abre primeira praia reservada a mulheres



   
   
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