quarta-feira, agosto 24, 2016

Umas no cravo e outras na ferradura



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Espantalho de Viseu (AJ C)
  
 Jumento do dia
    
Super juiz Carlos Alexandre

tentar arrestar o dinheiro dos responsáveis do BES dois anos depois da resolução do banco só pode ser uma anedota de mau gosto de que o magistrado Carlos Alexandre decidiu contar aos protugueses e, em particular, aos lesados do BES.

«Desde sexta-feira, o Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) da Polícia Judiciária está a apreender os saldos de contas bancárias controladas por ex-responsáveis do Grupo Espírito Santo indiciados da prática de crimes vários, por ordens do juiz Carlos Alexandre. A notícia é avançada esta terça-feira pelo “Jornal de Notícias”.

O objetivo da operação em curso é arrestar mais de mil milhões de euros – valor que poderá ser utilizado mais tarde para indemnizar o Estado e lesados do BES. Em maio de 2015, o mesmo gabinete da Polícia Judiciária fez o arresto preventivo de imóveis, com resultados que frustraram as expectativas iniciais.

Na época, a Procuradoria-Geral da República justificou a operação em curso como “uma medida de garantia patrimonial que visa impedir uma eventual dissipação de bens [por parte dos arguidos] que ponha em causa, em caso de condenação, o pagamento de quaisquer quantias associadas ao crime, nomeadamente a indeminização de lesados ou a perda a favor do Estado das vantagens obtidas com a atividade criminosa.”» [Expresso]

 18.000 soldados

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Uma imagem curiosa de soldados americanos do tempo da Grande Guerra que coloco por sugestão do meu amigo Eugénio.

  
 No melhor pano cai a nódoa
   
«Magda Goebbels, a mulher do ministro da propaganda da Alemanha Nazi, Joseph Goebbels, que foi sempre apresentada pelo regime como a mulher alemã ideal, era afinal judia. A revelação foi feita pelo historiador Oliver Hilmes, que descobriu a informação por acaso nos arquivos de Berlim, num “cartão de registo discreto”, como explica o jornal alemão Bild. A suspeita já tinha, pelo menos, 15 anos, altura em que a revista Der Spiegel lançou o rumor de que a “mãe modelo do Terceiro Reich” era judia.

A mulher exemplar do regime nazi nasceu em 1901, e foi registada como Johanna Maria Magdalena Behrendt (apelido de solteira da mãe). A mãe casou nesse ano com Oskar Ritschel, um industrial alemão que recusou adotar Magda. O casamento durou quatro anos, e em 1908 a mãe de Magda casou com Richard Friedländer, o pai biológico da criança. Foi sobre este homem que Oliver Hilmes descobriu algo surpreendente: era judeu. O sogro de Joseph Goebbels, um dos mais influentes líderes do regime nazi, e responsável por grande parte das mortes de judeus nos campos de concentração, era judeu.» [Observador]
  
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