sábado, setembro 05, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura


  
 Jumento do dia
    
Cavaco Silva

Ainda bem que Cavaco é só presidente, senão até adiava o dia 1 de Outubro para dois anos depois.

«A Presidência da República anunciou esta sexta-feira que sentiu ser conveniente marcar a abertura solene do ano judicial para “uma data imediatamente subsequente” às eleições legislativas e garantiu que essa data será anunciada em breve.

O esclarecimento enviado à Lusa sublinha que a reforma do sistema judiciário determinou que o ano judicial tenha início a 01 de setembro e que “a cerimónia de abertura solene do ano judicial não tem uma data estabelecida por lei”.» [Observador]



 Vale tudo para chegar ao parlamento

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Esta extrema esquerda fina tem uma avidez doentia por salários parlamentares e cadeirinhas de comentador nas televisões dos patrões da direita. Enfim, para conseguir votos mostra o que for necessário e a gravidez até deixa de ser de risco, enfim, como diria o povo há quem dê o cu e cinco tostões por um tachito parlamentar. Por este andar o parlamento ainda vai ficar ceio de playmates da extrema-esquerda seduzidas pelas mordomias burguesas, um dia destes o Passos Coelho ainda se vai lembrar de privatizar o Palácio de São Bento, vendendo-o por ajuste directo ao Hugh Hefner.

 Metam esta foto minha e digam que sou solidário com os sírios

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 Uma borla para os contribuintes, diz ela
   
«A PwC, a auditora do Novo Banco, deixou no relatório às contas semestrais várias reservas, sublinhando os riscos e contingências decorrentes das decisões tomadas pelo Banco de Portugal (BdP) no âmbito da resolução do antigo BES. A PwC sublinha que estes riscos “são impossíveis de quantificar”, e por isso o verdadeiro valor do banco é um enigma.

A PwC identifica três riscos distintos, que poderão ser materialmente relevantes. Um deles refere-se ao risco de litigância, por causa dos processos judiciais colocados por investidores que contestam a resolução do BES. Em causa estão processos em que são exigidos 1,5 mil milhões ao Novo Banco. As contas do banco foram elaboradas , por indicação, do Banco de Portugal,no pressuposto de que “não se esperam encargos” para a instituição decorrentes daquela litigância.

Uma outra advertêcia refere-se a emissões de dívida subordinada colocada pela subsidiária BES Finance, (499 milhões de euros). O Novo Banco defende que não é responsável pelo reembolso. Mas, vários fundos internacionais exigem que o Novo Banco assuma a dívida que ficou no BES "mau". A PwC adverte para o impacto negativo dessa possibilidade.

Finalmente, o relatório da PwC às contas semestrais considera demasisiado otimista a estimativa de ganho de 1,25 mil milhões de euros relativos a impostos diferidos ativos (DTA). A recuperação dependerá da futura obtenção de resultados positivos. A PwC considera que a estimativa incorpora é otimista “tendo em conta a conjuntura económica e o facto de se tratar de um banco de transição”.

Em resumo, a PwC conclui que o balanço consolidado do banco em 30 de Junho de 2015, encontra-se sobreavaliada “por um montante que não nos é possível quantificar com razoável grau de segurança”, tendo em conta o conjunto de fatores envolvidos.

As reservas da PwC evidenciam os problemas existentes no balanço que o Novo Banco herdou do BES e juntam-se o crsecimento de crédito em risco e necessidades de capital que deverão resultar dos testes de stress do BCE. O Novo Banco deverá precisar de um reforço de capital de mil milhões de euros. Caberá ao novo dono (ou ao Fundo de Resolução no caso de não ser vendido) assumir esse encargo. A leitura da auditora dá força ao ao cenário de adiamento da venda, o cenário que surge como derradeira solução se todas as outras falharem.» [Expresso]
   
Parecer:

É óbvio que estamos perante um embuste da iletrada.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Jugira-se à senhora que em vez de dzer balelas aos pirralhos de Castelo de Vide ou de se refugiar em Setúbal, que dê a cara e discuta com economistas crescidos.»
  
 Bruno Carvalho leva guerra ao Benficar às marcas
   
«Todas as reservas feitas pelo Sporting na cadeia de hotéis Holiday Inn terão sido canceladas devido à exclusividade paga pelo Benfica. Segundo conta o Correio da Manhã na sua edição desta sexta-feira, o clube de Alvalade procedeu à marcação das reservas na cadeia, que é do agrado de Jorge Jesus há vários anos, para todas as suas deslocações ao norte do país (exceção a Braga e Guimarães) assim que foi conhecido o sorteio da Liga a 4 de Julho. Os leões foram agora surpreendidos com um email da diretora do hotel a anular todas as reservas, justificando com um “lapso de comunicação interna” e com “instruções superiores”.

De acordo com o mesmo jornal, esta situação é encarada em Alvalade como mais uma represália contra Jorge Jesus, e como mais uma tentativa de desestabilização da equipa. Assim, o Sporting já anunciou, através de um comunicado publicado na sua página oficial no Facebook, o corte de relações com a cadeia de hóteis Holiday Inn. Além de denunciar toda a história, os verde e brancos referem também os “contornos nebulosos” desta decisão.

Considerando a gravidade desta decisão da Holiday Inn, com todos os seus contornos “nebulosos”, o Sporting Clube de Portugal decidiu suspender imediatamente todas as relações comerciais com a referida cadeia hoteleira e informar os seus associados e adeptos da natureza deste incidente. Qualquer equipa desportiva ou colaborador do Clube jamais recorrerá a serviços dos hotéis Holiday Inn, manifestando o Sporting Clube de Portugal total desagrado pelo comportamento ético e institucional reprovável desta cadeia hoteleira do Intercontinental Hotels Group.”
No final do comunicado, o Sporting refere que os seus sócios e adeptos “saberão, em consciência, tomar as decisões que entenderem quando tiverem de recorrer a este tipo de serviços.” Os leões ficam, desta maneira, obrigados a escolher outro local para a deslocação a Vila do Conde no próximo dia 13.» [Observador]
   
Parecer:

Os empresários sportinguistas ou ligados ao SCP que se cuidem, se os adeptos benfiquistas reagirem numa lógica de olho por olho há que vá passar dificuldades.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»

 Notícia incómoda
   
«O Governo espanhol quer começar a devolver parte dos pagamentos extraordinários feitos pelos funcionários públicos em 2012. Para isso o Conselho de Ministros espanhol solicitou, esta sexta-feira, à comissão permanente do  Conselho de Estado a aprovação imediata, antes de 11 de Setembro, dos créditos e suplementos de crédito necessários para reembolsar os funcionários públicos em 26,2% dos pagamentos de 2012.

Trata-se de um processo que se iniciará a partir das “próximas semanas”. Quem o diz é a Vice-Presidente do Governo espanhol, Soraya Sáenz de Santamaría, em declarações ao El Pais.

Este reembolso representa um montante de 252 milhões de euros a pagar pela Administração Geral do Estado. No entanto, Soraya Sáenz de Santamaría explica que a devolução de parte dos pagamentos só é possível porque a evolução do défice do Estado foi muito positiva, reduzindo-se em 16% até Julho.» [Observador]

   
Parecer:

Há notícias vindas de fora que mostram as diferenças entre governantes sérios e o primeiro-ministro deste país. Por cá disseram que os cortes dos vencimentos eram uma falsa acusação, depois inventaram um desvio colossal para os cortar, Passos começou por dizer que era um corte temporário, depois tentou torná-lo definitivo e agora só os imbecis acreditam na sua reposição integral e sem despedimentos em massa no Estado.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se conhecimento ao ainda primeiro-ministro.»

   
   
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