terça-feira, janeiro 21, 2014

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 

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Igreja da Senhora de Jesus
  
 Jumento do dia
    
Marques Mendes

Parece que as práticas do BPN deixou escola no PSD e agora sabe-se de uma negócios de acções envolvendo milhões em que um dos que o assinaram diz agora que não se recorda. Marques Mendes é um rapaz tão rico e distraído que assina de cruz negócios de milhões de euros, tal era a confiança que ele tinha no seu patrão e antigo homem forte da Sociedade Lusa de Negócios.

É evidente que um negócio destes cheira mal que tresanda e o arguto Marques Mendes que tudo sabe quando fala na SIC dá um espectáculo muito triste ao tentar escapar a responsabilidades dizendo que assina papéis sem os ler.

«Na altura em que assumia o cargo de gerente da Isohidra (entre 2010 e 2011), Luís Marques Mendes terá vendido ações por um preço 60 vezes abaixo do valor de mercado. Este negócio suspeito lesou o Estado em 773 mil euros e foi detetado há semanas pelo Fisco mas, em declarações ao Jornal de Notícias, o social-democrata diz não se lembrar de tal venda de ações. A ser considerado culpado, o antigo líder do PSD não será responsabilizado pelas Finanças.

De acordo com o Jornal de Notícias (JN), Luís Marques Mendes e Joaquim Coimbra, na altura gerentes da Isohidra – Sistemas de Energia Renováveis, Lda., terão vendido ações a um custo 60 vezes mais baixo do valor de mercado.

O negócio em causa terá lesado o Estado em 773 mil euros, uma vez que as ditas ações foram vendidas por 51 mil euros quando, na verdade, valiam 3,09 milhões de euros.

Contactado pelo Jornal de Notícias, o antigo líder social-democrata diz não se recordar de ter rubricado quaisquer contratos de compra e venda que dariam luz verde a esta ação, mas segundo as Finanças a assinatura de Marques Mendes está presente nos papéis.

Papéis esses que contam ainda com a assinatura de Joaquim Coimbra, mas que não tiveram voto positivo da ainda gerente da empresa, Carmen Xavier, que agora teme ser responsabilizada pelo Fisco.

Como a ação das Finanças incide, lê-se na publicação, sobre o sujeito passivo inspecionado, neste caso a empresa, e não em particular sobre quem assinou os ditos contratos, que seriam Marques Mendes e Joaquim Coimbra, o pagamento dos impostos em falta (cobrados com a taxa fixada na altura, ou seja, 25%) terão que ser saldados pelos atuais gerentes, mesmo que nada tenham que ver com a assinatura de tais contratos de compra e venda.» [Notícias ao Minuto]

 Casal real?

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 Durão Barroso para presidente?
  
Portugal não é lixeira da Europa.

 A ratoeira do Tozé

A necessidade de afirmação do líder do PS levou-o a estar mais preocupado em fazer passar a ideia de que era melhor e mais responsável do que o seu antecessor do que em fazer oposição a Passos Coelho. Isso levou-o a optar por um silêncio quase concordante com todos os ataques feitos pelo governo ao governo anterior, desta forma dava a entender que Sócrates era indefensável.

Esta estratégia de engrandecimento pessoal à custa de Sócrates levou Seguro a concordar com a culpa do PS, o que Passos Coelho tem sabido aproveitar de forma sistemática. Quem concordou com as culpas de Sócrates é obrigado a aceitar a falsidade de que a situação financeira do país resulta da governação do próprio partido socialista. Ora, se a culpa da crise era de Sócrates há uma saída da crise e quando tal suceder será mérito de Passos Coelho.

A estratégia de Seguro é uma ratoeira em que ele próprio vai cair.
 
 Praxe ou crime?

O país começa a perceber até onde poderá ir a cobardia humana e a imbecilidade quando se combinam para criar aquilo que alguns designam praxes académicas. Uma praxe é uma brincadeira envolvendo alunos mais velhos e alunos mais novos, uns inventam a brincadeira e os outros aceitam participar.

Aquilo qu parece ter sucedido na Praia do Meco não é uma praxe, morreram seis jovens  e estamos perante um crime de grande gravidade. E sendo um crime terão de ser encontrados os responsáveis, seja os que conduziram seis jovens à morte, sejam os que foram coniventes com este crime ou os que gerem uma escola onde estes crimes são permitidos.

As universidades da treta que alguns professores menos qualificados inventaram para enriquecer à custa das famílias portuguesas não param de dar que falar.
 
 Devem ser os funcionários a gerir a ADSE?

É óbvio que se são os trabalhadores a pagar a ADSE é a estes que deve caber a gestão e não a gestores incompetentes nomeados pelas estruturas partidárias. Se o PSD quer dar emprego aos seus boys que cri o seu sistema de saúde e entregue a sua gestão a incompetentes.
 
 A mania dos mapas

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 Manobras de diversão

Os comentários de Passos Coelho acerca dos candidatos presidenciais não passa de uma manobra de diversão pois é bem mais fácil a Marcelo Rebelo de Sousa destruir o que resta de Passos Coelho, do que este manter-se na liderança do PSD até às próximas presidenciais. Os comentários de baixo nível feitos para manchar a imagem de Marcelo Rebelo de Sousa não passam de uma manobra de diversão de um Passos Coelho desorientado e em busca da sobrevivência.

Esta opção foi um erro crasso de Passos Coelho, não só representa o assumir do desespero como coloca Marcelo Rebelo de Sousa na posição confortável de o atacar. Marcelo tem mais a ganhar enquanto candidato atacando Passos Coelho do que em defendê-lo e ou por vingança ou por necessidade de se demarcar Marcelo não vai deixar escapar esta oportunidade.

Percebe-se agora o porquê da aproximação de Passos a Durão Barroso, o Cherne está à beira do desemprego e é mais do que evidente que o preço do apoio de Passos a uma candidatura presidencial de Barroso é o apoio deste ao governo português. O problema é que Barroso vai sair manchado deste processo e não será Passos Coelho a melhor pessoa para convencer os portugueses a votarem nele.

Marcelo, mais esperto que o Passos e o Cherne juntos, faz que se retira lançando a campanha presidencial de um Barroso preso à imagem de Passos Coelho. Por outras palavras, a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa livrou-se de Passos Coelho, atirando-o para o colo de Durão Barroso. Marcelo parece ter aprendido a lição, desta vez optou por não ficar a marinar como sucedeu quando era líder do PSD, nesse tempo foi derrubado por Barroso por causa de uma suposta alinaça com o CDS, para depois o mesmo Barroso fazer um governo de coligação.
 
      
 O nojo que sai à rua impunemente
   
«Há meses, numa rua da minha cidade, vi um jovem humilhado. Levava uma corda ao pescoço e ajoelhava-se quando lhe ordenavam que o fizesse. Não era uma representação teatral, via-se que o ajoelhado não podia ter escolhido outro papel. Era mesmo uma humilhação. E, no entanto, segui. E, no entanto, nenhuma relação humana mais me fez expor, mudar de vida e sofrer consequências do que humilhação de homem ou de mulher. Já tenho idade que me aconselharia a calar perante um daqueles cenários públicos que, não sendo comuns, acontecem, de um homem agredir uma mulher e nunca, nunca a deixei sozinha. E, no entanto, se naquele dia, na minha cidade, em vez do rapaz de baraço fosse uma rapariga de joelhos a mimar um ato sexual, eu seguiria também em frente. É, a grosseria e a violência das praxes académicas - é disso que falo - são tão tolas que nos levam a encolher os ombros, não a indignar-nos... Com isto quero dizer que para com essas praxes somos todos mais ou menos cúmplices, dos dux veteranorum aos críticos. Era bom pensarmos nisso, agora que tantos jornais dizem que a tragédia do Meco poderá ter tido como origem praxes académicas. Sugerem-se responsabilidades de um jovem, o sobrevivente, apesar de ele só ter de dar explicações, mais nada. Responsabilidade têm as universidades, as autoridades académicas, os pais, os estudantes e os transeuntes, como eu, que não disseram o que deviam ter dito perante um nojo: que, aquilo, é um nojo.» [DN]
   
Autor:
 
Ferreira Fernandes.

PS: Ferreira Fernandes escreve o que vai na alma de muita gente, mas há muito que um bom número de portugueses questiona as praxes nalgumas escolas e não são raros os casos levados a tribunal. Há algum silêncio mas nem é assim tanto, nem serve para perdoar os responsáveis por seis mortes que são na verdade seis homicídios.

Todos os anos há incidentes graves com praxes violentas, assim como todos os anos morrem mais de trinta mulheres portuguesas perante a quase indiferença colectiva. Mas este silêncio cobarde, de quem não quer acusar o vizinho ou o filho que anda na universidade não impede que os culpados sejam condenados e os culpados são os que promoveram ou foram coniventes com a praxe mortal, bem como os responsáveis pelas escolas onde isto acontece e agora que deu mau resultado dizem que nunca tinha reparado.
      
 Golpada à portuguesa
   
«Por estes dias, o governo rejubila com os "sinais positivos" na economia. Tais sinais, pela sua fragilidade, uns, e inconsistência, outros, deveriam merecer mais expectativa e menos foguetório. E quem mantém prudência em relação aos ténues indicadores de que "a situação está a ser invertida" ou é tonto ou está de má-fé - dizem governantes e seus fiéis, talvez para aliviar a sua má consciência. Distraídos, nesta euforia, nem se dão conta que parte dos "sinais positivos" foi obtida através do aumento do consumo interno proporcionado pelas várias decisões do Tribunal Constitucional, nos últimos dois anos, contra as propostas do governo.

Na Assembleia da República, na passada sexta-feira, um deputado da maioria citou um extenso parágrafo dos carniceiros de uma dessas agências de notação de má fama, onde se elogia o "esforço" de Portugal. Durão Barroso expressou a sua admiração "pela coragem e determinação com que Passos Coelho tem enfrentado estes desafios históricos". Por sua vez, Passos Coelho, emproado, declara: "Portugal e Espanha estão a desmentir as vozes mais pessimistas". Afinam todos pelo mesmo diapasão, o que significa que, para a maioria dos portugueses, os "sinais positivos" são uma consequência da sua desgraça. O governo faz a festa, atira os foguetes e vai apanhar as canas debaixo do aplauso das agências de notação e dos "nossos parceiros europeus".

É aqui que bate o ponto. Estamos confrontados com uma contra-revolução, gizada pela visão ideológica que emoldura todas as soluções que o governo apresenta para o "regresso aos mercados" à custa do empobrecimento do país. O controlo do défice é a desculpa para os mais desavergonhados desmandos contra todos os que trabalham ou trabalharam por conta de outrem, sejam funcionários públicos ou privados, com particular acutilância sobre pensionistas e reformados. Em nome da competitividade, este governo faz dos mais fracos o bombo da sua festa. Como denunciou Manuela Ferreira Leite, há mais de 500 milhões de euros de "fundo de maneio" no Orçamento deste ano, ainda sem destino. Apesar disso, o governo não se coibiu de voltar à carga sobre os pensionistas e os funcionários públicos, aumentando a base de incidência de um iníquo imposto sobre os reformados. Toda a sociedade portuguesa está a ser desestruturada, pela mão deste governo, à medida dos "senhores do dinheiro". Bloqueiam a actividade dos hospitais e do serviço nacional de saúde para, de seguida, concluírem que "os privados" fazem melhor, tal como aconteceu com os estaleiros navais de Viana do Castelo. Fazem o mesmo com o ensino público e com a investigação científica, para que o ensino privado possa despontar como cogumelos com a chuva. Esfolam os pensionistas e reformados para mostrar a quem trabalha que deve optar, desde já, por um sistema de segurança privado, se quer assegurar uma pensão digna na velhice. Privatizam tudo a eito, de mão beijada, através de dirigentes do principal partido do governo, no papel de advogados (e que, de imediato, são recompensados com altos cargos nos bancos e empresas compradoras), empresas públicas rentáveis, como os CTT, entregando-as a quem, no seu entender, tem "vocação para a economia" - os privados, obviamente.

Não é por acaso que, nesta transformação da paisagem económica e social da sociedade portuguesa, a Constituição da República e o tribunal constitucional se tenham convertido num alvo a abater, nem é também por acaso que, tanto Passos Coelho, como Paulo Portas, se desdobram em declarações de amor aos socialistas. O Tribunal Constitucional e o PS, enquanto não resvalar para as seduções de Hollande, por enquanto, são os únicos obstáculos à transformação de Portugal num lugar insuportável e indesejável, de miséria e de "democracia anémica". O PCP, o BE, porque não oferecem uma alternativa de governo, bem como as manifestações da CGTP, são uma coreografia do sistema.

P.S. - A golpada que teve lugar na Assembleia da República, na sexta-feira, protagonizada pelo PSD, tendo como testa-de-ferro a JSD, com a cumplicidade do CDS-PP, com a proposta de referendo sobre a co-adopção, já aprovada na generalidade, dá bem a dimensão da "democracia anémica" em que vivemos. E nenhum partido, nem os da oposição, quer mudar o sistema eleitoral, o que é muito estranho.» [i]
   
Autor:

Tomás Vasques.
   
   
 Um rapaz pouco corajoso
   
«O presidente da Juventude Social-Democrata (JSD), Hugo Soares, que nos últimos dias tem sido alvo de duras críticas pela proposta de referendo à coadoção e adoção por casais do mesmo sexo, esclarece hoje ao jornal i que o líder do partido, Passos Coelho, não lhe delegou esta função e que o objetivo da proposta é “alargar o debate a toda a sociedade”. Hugo Soares frisa, porém, que a JSD “não é contra a coadoção”.

“Quem escolheu este referendo foi a JSD”. A afirmação é do próprio presidente Hugo Soares que, esta segunda-feira, em entrevista ao jornal i afasta qualquer possibilidade do líder ‘laranja’, Passos Coelho, ter delegado na JSD a proposta por forma a travar o projeto-lei que previa a coadoção.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Parece que o rapaz se sentiu incomodado com a fama com que ficou e com o facto de ter feito um frete a Passos Coelho.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  
 O preço do erro sírio
   
«A Al-Qaeda treina centenas de britânicos na Síria para se tornarem jihadistas, exortando-os a levar a cabo ataques aquando do regresso ao seu país, disse um desertor em entrevista hoje publicada pelo jornal Daily Telegraph.

O desertor, identificado como Mourad e que pertencia ao movimento "Estado islâmico do Iraque e al-Sham" (ISIS), afirmou que outros recrutas originários da Europa e dos Estados Unidos também são treinados a armadilhar viaturas antes de serem enviados novamente para os seus países de origem com o intuito de formarem células terroristas.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Os países ocidentais vão pagar muito caro o que fizeram à Síria.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «»
   
 Até onde iria Passos se estivesse contra os funcionários?
   
«O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse hoje, num discurso que fez em Tondela, na inauguração de um complexo logístico farmacêutico, que o “Governo não tem nada contra funcionários públicos nem pensionistas”. Isto depois de ter sido alvo de protestos à chegada ao local. O líder do Executivo aproveitou para, nas suas declarações, sublinhar os resultados positivos a que o País chegou, num momento em que o programa de assistência está prestes a terminar.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Discurso ranhoso.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mande-se o senhor primeiro-ministro à bardamerda.»
   
   
 Nazi Anelka lixou o seu clube
   
«O West Bromwich Albion, da Liga inglesa de futebol, perdeu hoje o seu principal patrocinador, que retirou o seu apoio financeiro devido a um gesto alegadamente antissemita do avançado francês Nicolas Anelka, ao celebrar um golo

O gesto "Quenelle", considerado em França uma saudação nazi, recentemente popularizada por Dieudonne M'bala M'bala, comediante daquele pais, foi assumido pelo avançado, de 34 anos de idade, mas apenas como "dedicatória ao artista".

Lawrence Hall, diretor de comunicação da empresa Zoopla, patrocinadora do "Albion", fez hoje a seguinte declaração: "Nas últimas semanas, decidimos reavaliar este patrocínio e, em função disso, vamos focar-nos noutras atividades de marketing até ao final do ano".» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Bem feito! Ver um negro armado em nazi só pode ser de lamentar, é porque revela muita ignorância.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se.»
   
 O Branquinho lava mais branco
   
«Três dos sete pisos do Hospital de S. Martinho (HSM) foram construídos ilegalmente, violando a licença emitida pela Câmara de Valongo em 2004, que apenas permitia a construção dos quatro primeiros. A legalização do edifício e a redução para metade do valor das taxas devidas à autarquia foram conseguidas no final de 2007. Motivo: a declaração do interesse público municipal do hospital, com base em pressupostos que a empresa de que Agostinho Branquinho era consultor nunca cumpriu.

 Para ultrapassar as restrições impostas pelo Plano Director Municipal (PDM), que não autorizava a construção de mais do que quatro pisos naquele local da freguesia de São Martinho do Campo, a PMV, empresa proprietária do HSM, requereu à câmara, ainda em 2004, a declaração do interesse público municipal do hospital que já estava a construir com sete pisos.

A fundamentação do requerimento residia no destino a dar aos pisos superiores: a instalação de um centro de noite para idosos carenciados, que seria gerido pela paróquia de São Martinho do Campo, conforme protocolo alegadamente já celebrado. A câmara, que até dois anos antes tinha tido como vice-presidente o actual porta-voz e coordenador nacional do PSD, Marco António Costa, aprovou o pedido em Maio de 2005.» [Público]

«Trinta anos antes de assumir as funções de consultor da PMV (Hospital de S. Martinho), o actual secretário de Estado da Segurança Social já tinha ligações ao universo da saúde. Segundo disse ao PÚBLICO, trabalhou no Hospital de Gaia (como funcionário administrativo) entre 1976 e 1980. Foi aí que conheceu, como colega, Joaquim Teixeira, o actual administrador único da PMV.

Agostinho Branquinho garante que até se tornar seu consultor, em 2006, nunca teve com ele “qualquer relação comercial ou empresarial”. No final do ano seguinte, Joaquim Teixeira tornou-se administrador único de uma empresa de publicidade, a NTM, que passou a funcionar nas instalações da PMV. Branquinho tinha sido o seu único proprietário até 2003 e manteve-se ligado a ela até à sua falência em 2012.

Ainda a propósito destas duas empresas, registe-se que o cargo de “fiscal único” de ambas passou a ser desempenhado em 2007 por Virgílio Macedo, actual deputado na Assembleia da República e líder do PSD no distrito do Porto. Nessa altura, e até entrar para o actual Governo, o presidente da assembleia geral da NTM era o advogado José Pedro Aguiar-Branco, agora ministro da Defesa.» [Público]

«Faz agora seis anos, um deputado do PSD reuniu-se, a seu pedido, com o presidente da Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN).O motivo do encontro não se prendia com as suas funções parlamentares, nem com o funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) na região. Antes pelo contrário. Tratava-se de fazer o ponto de situação do processo de instalação de um hospital privado.

Mas na verdade esse também não foi o tema central da conversa. O deputado tratou, sobretudo, de denunciar um alegado caso de corrupção que envolveria dois funcionários da ARSN. Com ele encontrava-se alguém que, em reuniões anteriores, apresentara como seu amigo e que era o rosto da empresa proprietária do hospital que esperava licença para abrir.» [Público]
   
Parecer:

Por muito menos já vi gente a ser investigada pelo Ministério Público ou a ser demitida por insistência do então Presidente Jorge Sampaio.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se conhecimento ao Ministério Público e ao conhecido condómino da Quinta da Coelha.»
   
 Pobre Passos, não queria ofender Marcelo
   
«O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, mostrou-se hoje "bastante surpreendido" com a reação de Marcelo Rebelo de Sousa ao que diz ser o "perfil genérico" de candidato à Presidência da República traçado na sua moção de estratégia global.

O antigo líder social-democrata afastou domingo uma candidatura às presidenciais de 2016 por considerar que Pedro Passos Coelho quis excluí-lo de candidato na sua moção de estratégia global.» [i]
   
Parecer:

Mais cinismo é impossível.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
   
 Crato mudou de ideias
   
«A Polónia é um caso a seguir em termos de reformas e resultados no ensino, afirmou o ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, que hoje participou num Fórum Mundial de Educação, em Londres.

"Discutimos as experiências de outros países, nomeadamente a Polónia, que tem uma experiência parecida com a nossa", afirmou Crato à agência Lusa no final do segundo dia do evento, que termina na quarta-feira.» [i]
   
Parecer:

Este incompetente não sabe o que quer, há uns tempos atrás foi à Alemanha e veio para Portugal dizer que devíamos seguir o modelo alemão, agora desvaloriza os resultados de Portugal no relatório da OCDE e elogia os da Polónia para dizer que lhe devemos seguir o exemplo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Demita-se o incompetente.»
     
 Cidadãos pouco exemplares
   
«No uso do direito de resposta, vem a Meta dos Leitões repudiar veementemente a falsidade da notícia veiculada pelo CDS Algarve na sua página do Facebook e divulgada para e pelos jornais, entre os quais se conta aquele que V. Exª. dirige.

A conta apresentada e paga pelos alegados 15 membros do CDS Algarve, conforme nota/consulta de mesa apresentada na mesa, dizia expressamente 18 doses de leitão (15 pedidas inicialmente mais 3 pedidas no decorrer da refeição) e a um bife também pedido no decorrer da refeição, para além de tudo o mais que foi bebido e consumido e que constava igualmente da referida nota/consulta de mesa, habitualmente emitida para conferência dos clientes e indicação do NIF e nome de quem deve ser emitida a factura.

Apresentada aquela nota/consulta de mesa, a mesma não mereceu qualquer reclamação de quem quer que fosse, tendo sido solicitada por elementos da mesa a emissão de duas faturas correspondentes à soma da conta (€ 505,35), sem qualquer discriminação de números de refeições: uma de € 33,69 com o número de contribuinte de um deles (NIF 140988793), e uma outra fatura correspondente ao remanescente da conta, € 471,66, com o número de contribuinte de um dos outros (NIF 193916509).

Paga a totalidade da conta e abandonadas as instalações por todos, apenas um dos alegados 15 elementos do CDS Algarve regressou pouco depois ao restaurante e dirigiu-se ao balcão, apelidando o dono de ladrão e pedindo o livro de reclamações, que lhe foi apresentado ao mesmo tempo que lhe foi solicitada a sua identificação (Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão) para que pudesse fazer a reclamação que entendesse.

Perante a exigência dos documentos da sua identificação para poder fazer a reclamação no respetivo livro, alegou que os tinha deixado no automóvel onde disse ir buscá-los e saiu do Restaurante, mas não mais voltou para fazer a anunciada reclamação.

Decorrido algum tempo após o incidente, o Restaurante passou a receber diversas chamadas telefónicas insultuosas.

A Meta dos Leitões não pode deixar de repudiar a falsidade do que vem sendo divulgado e que afeta sobremaneira o seu bom nome e, por isso, não pode deixar de ir proceder criminalmente contra quem será o real autor da introdução no Facebook duma tal ignominiosa notícia, lançada a coberto do anonimato e sob a capa do CDS Algarve, e sobre quem é o responsável pela divulgação pelos meios de comunicação social e, por isso, vai encetar as diligências necessárias para conseguir identificar os seus reais autores.

Solicita-se, por isso, a publicação desta comunicação ao abrigo do direito de resposta, da qual se vai dar conhecimento à Direcção Nacional do CDS/PP, de quem se espera a indicação da identificação dos membros do seu partido responsáveis por esta notícia completamente falsa e difamatória.

Mealhada, 15 de Janeiro de 2014 » [Público]
   
Parecer:

Estaremos perante deputados mentirosos? A verdade é que uma boa parte dos leitões foi paga pelos contribuintes por via das deduções nos impostos graças a um truque que configura evasão fiscal. Resta agora esperar que a Administração Fiscal verifique se o almoço foi lançado como despesa de uma empresa.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»


   
   
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