quinta-feira, julho 31, 2014

Umas no cravo e outras na ferradura



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Alcoutim
  
 Jumento do dia
    
Durão Barroso, o cherne despromovido a carapau azul

Agora que se está a acabar o bem bom de Bruxelas e que está para breve a rejeição para outros cargos europeus Durão Barroso montou a tenda em Portugal fazendo lembrar um daqueles reformados que por cá viajam em caravanas. O problema é que o país vivia melhor sem ele e sem as suas patacoadas pouco dignas de um líder europeu como chamar aos fundos comunitários uma "pipa de massa".

O novo quadro comunitário de apoio tem servido a Passos e a Durão Barroso para se ajudarem mutuamente, dando de Portugal a imagem de um país pouco digno, passando a ideia de que os fundos são uma gorjeta a Portugal. Não é bem assim, Portugal é um contribuinte líquido e os fundos que recebe não passam de uma parte do dinheiro que mensalmente envia para Bruxelas, para que a UE os distribuam e alimente alarves como Durão Barroso.

«Dois apertos de mão, elogios de parte a parte e uma coincidência sobre onde aplicar o dinheiro do novo quadro comunitário de apoio. O encontro entre o presidente da Comissão Europeia e o primeiro-ministro, esta tarde em São Bento, serviu para Durão Barroso e Pedro Passos Coelho reafirmarem que Lisboa e Bruxelas estão alinhadas quanto às prioridades do quase 26 mil milhões de euros de fundos estruturais, de desenvolvimento agrícola e pescas que Portugal vai receber no âmbito do Portugal 2020, o programa comunitário que se segue ao QREN.

O primeiro-ministro frisou que a estratégia está definida e, agora que terminou o programa económico e financeiro negociado como contrapartida do empréstimo da troika, considerou que Portugal tem de consolidar a mudança estrutural da economia para que esta não esteja apenas nas mãos de alguns grupos económicos, que não nomeou.

“Os próximos anos serão determinantes para consolidar estas mudanças e colocar os meios relevantes de que dispomos, nomeadamente ao nível da União Europeia, ao serviço de uma economia que não esteja nas mãos de meia dúzia de grupos económicos ou sociais, mas que possa de facto estar ao serviço de todos os portugueses e do desenvolvimento de Portugal”, afirmou, insistindo que é preciso alterar o “sistema de incentivos” que vem do passado. E essa “mudança de agulha quanto às orientações de prioridades” está garantida no novo programa de fundos estruturais, frisou.

O novo pacote – que Durão Barroso classificou como “uma pipa de massa” – é de 25.792 milhões de euros: cerca de 21.340 milhões de euros de fundos estruturais e investimento, aos quais se somam 4000 milhões de euros do fundo de desenvolvimento regional, mais 392,4 milhões para o sector das pescas e 160,7 milhões para Iniciativa para o Emprego dos Jovens.» [Público]

 3.577,3 milhões de euros

As perdas do BES no primeiro semestre representam qualquer coisa como 175% do valor do banco na bolsa.

      
 Deputado imbecil
   
«Do lado de lá da mesa, António Proa, do PSD, lançou um aparte, daqueles que são habituais em plenário, mas menos usuais nos trabalhos em comissão: “O senhor deputado está a candidatar-se a assessor.”

José Magalhães não gostou. Interrompendo o seu questionário, pediu para interpelar o presidente da comissão, Telmo Correia, do CDS. E negando ter qualquer intenção de se “candidatar a assessor”, lamentou o aparte e acrescentou que a deputada do PSD Francisca Almeida devia fazer uma “declaração de interesses” perante a comissão por prestar serviços jurídicos a uma das sociedades de advogados contratadas pela DGAE, a Cuatrecasas.

Francisca Almeida anunciou, de seguida, que “não tinha conhecimento da assessoria que o escritório de Lisboa [da Cuatrecasas] presta à DGAE”. A deputada acrescentou que apenas colabora com o escritório do Porto da empresa. Em todo o caso, concluiu: “Vou pedir para sair da comissão.”

Vários outros deputados intervieram, de seguida, para comentar este “incidente”. Cecília Meireles (CDS), António Proa (PSD) e João Semedo (BE).» [Público]
   
Parecer:

Há com cada besta quadrada neste parlamento.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se ao emproado proa que resigne e vá trabalhar.»

 Deu-lhes a pressa...
   
«O Ministério Público e inspectores da Autoridade Tributária e Aduaneira estão a conduzir nesta quarta-feira buscas na sede de Lisboa da Rioforte, a holding para o sector não financeiro do Grupo Espírito Santo, no âmbito da investigação ao caso conhecido como Monte Branco.

A Procuradoria-Geral da República confirmou ao PÚBLICO que "contiuam as diligências no âmbito do processo Monte Branco", escusando-se a revelar mais pormenores por processo, em que se investiga o maior caso de fraude e branqueamento de capitais alguma vez detectado em Portugal, em estar em segredo de justiça.» [Público]
   
Parecer:

Vá lá....
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
     
 O Monte Branco e o Monte de Merda
   
«O ex-primeiro-ministro José Sócrates falou esta noite no Telejornal da RTP para realçar a sua “estupefação” com as informações divulgadas pela revista Sábado, que dão conta de que Sócrates estaria a ser investigado há vários meses, no âmbito do caso Monte Branco.
  
“Isto é uma verdadeira canalhice”, disse José Sócrates esta noite à antena da RTP, na sequência da notícia vinda a público pela revista Sábado, que dá conta de uma alegada investigação ao antigo governante, inserida no caso Monte Branco. Em comunicado, a Procuradoria-Geral da República desmentiu estar a investigar o antigo primeiro-ministro.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Esta revista Sàbado é um Monde de Merda.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  
   
 O PS de Seguro guinchou
   
«O PS acusou hoje o Governo de o ter afastado das principais decisões referentes aos fundos comunitários até 2020, na ordem dos 26 mil milhões de euros, e criticou os atrasos já existentes na aplicação dos investimentos.

Estas posições foram transmitidas aos jornalistas por Eurico Brilhante Dias, membro do Secretariado Nacional do PS, após o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter apresentado o acordo de parceria com a União Europeia, num ato oficial em que esteve também presente o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

De vez em quando ouvem-se uns guinchinos oposicionistas da equipa de Seguro.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
   
 Este Seguro mete nojo
   
«Com as primárias marcadas para 28 de Setembro, António José Seguro, secretário-geral do Partido Socialista, falou sobre o estado do país, a situação do Banco Espírito Santo e das diferenças que tem com o opositor, António Costa, em entrevista à revista Visão.

A entrevista foi feita na segunda-feira, dia 28, na sua terra natal, Penamacor. “Há, em Portugal, um partido invisível, que tem secções sobretudo nos partidos de Governo, que capturou partes do Estado, que tem um aparelho legislativo paralelo através dos grandes escritórios de advogados e influencia ou comanda os destinos do País”, afirmou.

António José Seguro afirmou que existe uma linha de fratura entre o que é a sua “nova e a velha política” de António Costa. “A velha política que mistura negócios, política, vida pública, interesses, favores, dependências, jogadas e intriga. O que existe no PS mais associado a essas coisas é apoiante de Costa”, afirmou. “Comigo, há uma separação clara entre política e negócios. Não tolerarei que qualquer membro do meu Governo tenha a mínima suspeita. Na dúvida, deve demitir-se”, afirmou.» [Observador]
   
Parecer:

É o que faz o desespero.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  

   
   
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