quinta-feira, setembro 25, 2014

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
António José Seguro

O terceiro debate entre Seguro e Costa foi o mais sujo de que há memória na democracia portuguesa, nunca um político desceu tão baixo quanto Seguro, que depois de viver trinta anos à custa do sistema tentar armar-se num político novo só porque está desesperado para manter o poder.

Depois de ter tentado sujar a imagem dos fundadores do PS, vingando o seu apoio a António Costa, Seguro foi para a TSF atirar caca para a ventoinha, atirando-se a uma personalidade do PSD. Onde este Seguro estes trinta anos? Andou tão ocupado na sua laboriosa profissão de "docente universitário" que não viu nada do que agora acusa tudo e todos.

Aquilo a que estamos a assitir é uma vergonha e se Seguro ganhar as directas do PS não só perderá as eleições legislativas seja contra quem for, como muito provavelmente destruirá o PS. Seguro é um político de muito baixo nível e as directas tiveram o mérito de ajudar os portugueses a percebê-lo.

 Uma nova marca de preservativos?

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 Dúvida

O que será feito da ministra das Finanças que desde Castelo de Vide quase não se deixou ver. Será que está com Cavaco Silva que desde que esteve de férias só apareceu para dizer que não tinha culpas no cartório do BES?

 Homem de confiança de Seguro

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(via CC)

E esta? O homem que Seguro acusaou demisturar política com negócios para atingir António Costa fopio por ele escolhido para fazer parte da Comissão Nacional de Eleições.

 Seguro

Seguro deixou de ser um problema político, agora é uma questão de salubridade da democracia.
  
 Pobres alunos do docente Seguro

Depois dos três debates de Seguro alguém acredita que o ainda infelizmente líder do PS tem como profissão ser docente universitário e, como se isso não bastasse, ensina marketing político numa universidade da treta onde tinha por colaborador Miguel Relvas? Se aquilo que fez Seguro nos debates com António Costa é marketing político vou ali e já venho.
 
 Quanto ganhava um deputado nos anos 90?
 
Nos tempos em que Passos Coelho era deputado em exclusivo os deputados deviam ser muito bem remunerados, tão bem remunerados que Passos Coelho não se lembra se ganhava ou não 5.000 euros mensais. Compreende-se, era uma ninharia naquela época.

      
 Ponto prévio
   
«Estão a ver a Maria Luís Albuquerque? Pois está aí uma política de quem não gosto das ideias nem de como as executa. Mas foi nela em quem pensei, disposto a ouvi-la se - por um acaso que nem é assim tão espantoso - ela estivesse ontem, com António Costa, a discutir a liderança do PS. Ela defenderia e atacaria com a qualidade primeira a exigir em quem quer mandar: ela mostraria ser líder. Esse, um problema que tem o PS, e não têm o PSD, o CDS ou o PCP. Além de líderes, os partidos têm todos políticos, a vários níveis - e por isso citei Albuquerque -, que transmitem firmeza, e, aí, o PS também. Mas no topo o PS tem Seguro. É por isso que se me perguntam o resto, sobre o que ele defende, desde a reforma da lei eleitoral ao combate ao desemprego, digo sempre ter um ponto prévio. Que é: ele não presta para chefe. Nem preciso de ser grandiloquente, dizer que não iria caçar tigres com ele. De facto, eu preferia ir sozinho por um bairro perigoso do que tê-lo ao meu lado. Sim, ele seria o melhor que uma velhinha poderia encontrar no passeio para ajudá-la a atravessar a passadeira (sobretudo se houvesse fotógrafo por perto) mas, já na passadeira, eu aconselharia a velhinha a confiar só em si. Seguro é a cara mais sincera da fraqueza e a expressão mais notória da insegurança. Achar que ele pode ser chefe de partido e, sobretudo, chefe de Governo é uma tragédia. É extraordinário que ele suscite outra discussão que não seja esse ponto prévio.» [DN]
   
Autor:

Ferreira Fernandes.



      
 O secretário-geral da AR ainda está em funções
   
«“Venho agora, por solicitação dos serviços do Parlamento, informar que desempenhei as funções de deputado, durante a VI e VII Legislaturas, em regime de exclusividade.” A declaração não podia ser mais clara e foi assinada pelo punho de Pedro Passos Coelho em 17 de Fevereiro de 2000.

Até agora, por intermédio do parecer do auditor jurídico do Parlamento que o PÚBLICO divulgou nesta terça-feira, sabia-se que o próprio ex-deputado informara os serviços da Assembleia de que tinha estado em exclusividade entre 1991 e 1999, ao contrário daquilo que o secretário-geral do Palácio de São Bento garantiu nesse mesmo dia em comunicado.

A declaração de Passos Coelho que o PÚBLICO agora revela não deixa margem para dúvidas, nem para a atribuição de qualquer erro de interpretação ao antigo auditor jurídico.

O documento em causa foi dirigido ao então presidente da Assembleia, Almeida Santos, no âmbito da instrução do processo relativo ao pedido de subsídio de reintegração entregue por Passos Coelho em 27 de Outubro de 1999. Esse subsídio estava reservado, desde 1995, apenas aos deputados que tinham exercido as suas funções em regime de exclusividade.

Face à declaração do próprio de que tinha estado em exclusividade durante os dois mandatos, os serviços da Assembleia registaram no documento, a 15 de Março de 2000, o facto de Passos Coelho não ter enviado as declarações de IRS referentes ao período de 1995-1999, as quais se destinavam a comprovar que não tinha auferido rendimentos incompatíveis com o regime de exclusividade — entre 1991 e 1995 o subsídio não dependia desse regime.» [Público]
   
Parecer:

Este senhor deixou de ter condições para exercer funções oficiais no parlamento de Portugal.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se um valente pontapé na bunda do senhor mentiroso.»
   
 Truque ou ignorância
   
«A bola, no caso das alegadas ilegalidades cometidas por Passos Coelho, está do lado da Procuradoria-Geral da República, mas o Ministério Público pode estar de mãos atadas no caso. Tudo porque se o crime em suspeita já tiver prescrito, não podem investigar, mesmo que o pedido tenha vindo do primeiro-ministro.

O Observador ouviu três especialistas, um dos quais ligado à atual maioria e a resposta foi perentória: “O Ministério Público não pode investigar suspeitas de crimes já prescritos”. E pode ser exatamente as suspeitas que estão em causa.

Se o primeiro-ministro recebeu pagamentos da empresa Tecnoforma, e não declarou os rendimentos às Finanças, poderá ter incorrido num crime de fraude fiscal, dizem os mesmos especialistas. Mas se os factos foram cometidos nos anos de 1997 a 1999, já prescreveram, logo não podem ser investigados.» [Observador]
   
Parecer:

Não seria mais prático a Passos Coelho dissipar as dúvidas apresentando ele próprio todas as provas de que dispões. Até poderia aproveitar e mostrar as facturas da casa de férias na Manta Rota.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Faça-se a sugestão.»
  
 Imaginem a rainha a ronronar
   
«O primeiro-ministro britânico David Cameron disse esta terça-feira que a rainha Isabel II “ronronou” de felicidade quando este lhe telefonou para a informar sobre o resultado negativo do referendo escocês à independência, no passado dia 18 de setembro. Cameron foi apanhado em vídeo pela Sky News enquanto falava com Michael Bloomberg, o antigo mayor de Nova Iorque, numa acidental quebra da convenção segundo a qual o primeiro-ministro nunca pode falar sobre as conversas que tem com o monarca, escreve o Guardian.» [Observador]
   
Parecer:

Será que também se roçou nas pernas do Cameron?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê»

 A anedota do dia
   
«O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, disse hoje em Toronto que Portugal conseguiu superar a crise encontrando-se economicamente melhor do que há um ano.

Paulo Portas esteve em Otava e em Toronto, no Canadá, esta segunda e terça-feira, respetivamente, e incentivou empresários e entidades canadianas a investirem em Portugal.

“Portugal está financeiramente bastante melhor do que em 2011, quando caiu da ribanceira abaixo. O país está economicamente melhor do que estava há um ano. Se fizermos as coisas bem, Portugal estará economicamente melhor para o ano”, referiu o vice-primeiro-ministro aos jornalistas em Toronto.» [Observador]
   
Parecer:

Mais um devoto da Santinha da Horta Seca.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Acenda-se uma velinha à santinha.»

 Continua a caça às bruxas
   
«Depois de ter avançado com o nome do fundador do PS Nuno Godinho de Matos para concretizar aquilo que diz ser a “promiscuidade” entre política e negócios, António José Seguro voltou a denunciar casos ilustrativos de falta de separação das águas. Desta vez, apontou baterias ao deputado do PSD Paulo Mota Pinto, pelo envolvimento, em 2010, no caso do Hospital Amadora/Sintra, e pela indigitação para a presidência do BES.

O candidato às primárias socialistas falava esta manhã como convidado do Fórum TSF, respondendo a perguntas dos ouvintes. À semelhança do que tinha feito na noite passada na RTP, no frente a frente com António Costa, Seguro voltou a insistir na necessidade de combater essa “promiscuidade” que descreve como “um dos maiores cancros do regime democrático”.» [Observador]
   
Parecer:

Este Seguro é um oportunista de ir ao vómito.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se de nojo pela criatura.»
  

   
   
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