quinta-feira, abril 23, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



 Foto Jumento


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Girafa do jardim Zoológico de Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Pires de Lima

Ouvir a Santinha da Horta Seca fazer apelos humildes aos pilotos da TAP só pode dar lugar a uma sonora gargalhada!

«O ministro da Economia, António Pires de Lima, fez esta quarta-feira um "apelo humilde" para que os pilotos recuem na intenção de fazer greve, afirmando que "errar é humano", mas não corrigir o erro "demonstra falta de sensibilidade e de inteligência".

"Quero acreditar que muitos pilotos já se aperceberam da irrazoabilidade deste pré-anúncio de greve. Errar é humano, não corrigir o erro demonstra falta de sensibilidade e de inteligência", declarou Pires de Lima, fazendo "um apelo humilde ao sindicato dos pilotos para que reveja a sua posição".» [Expresso]

  A auditoria do TdC ao TC

Tudo junto o que o Tribunal de Contas apanhou é muito menos do que o total do subsídio de residência que os portugueses pagam aos administrativos promovidos a juízes do TC e que é um absurdo vergonhoso. Este subsídio era concedido antigamente aos juízes colocados em comarcas sem residências para os magistrados. Não faz o mais pequeno sentido ser pago tal subsídio isento de impostos a juízes que concorreram ao TdC que tem instalações em Lisboa.

 Na "Voz do Povo"

Era de esperar que o velhinho defensor da ditadura do proletariado e redactor da "Voz do Povo" fosse um dos primeiros a chamar a si o papel de pitbull de serviço para morder nas propostas de António Costa. Percebendo que a crítica teria de aparentar algum rigor científico o redactor da Voz do Povo foi buscar provas teórias e técnicas que fundamentassem o se ataque às propostas do PS, nem mais nem menos o PE apresentado pelo governo e convertido em verdade absoluta. Isto é, as propostas de Costa não são aceitáveis porque não estão de acordo com as premissas a que chegou a brilhante economista Maria Luís.

Enfim, redactor da Voz do Povo um dia, redactor toda a vida:

«Ainda a semana passada vimos como a proposta de Programa de Estabilidade do Governo, mesmo incluindo previsões de crescimento económico mais optimistas do que as da Comissão Europeia, não dava grande margem para flores eleitoralistas, pelo contrário, apenas permitindo um alívio gradual das medidas de austeridade ao longo de quatro anos. Mesmo assim ouvimos, vindas do PS, críticas ao “optimismo” das previsões de crescimento.» [Observador]


 Quem ouviu o Observador sobre o programa do PS
   
«O PS apresentou esta terça-feira o primeiro documento que servirá de base ao programa eleitoral socialista. Numa primeira análise feita “à boca das urnas”, o único candidato oficial à Presidência da República, Henrique Neto, tem reticências. Nomeadamente sobre a capacidade de o Estado contribuir para a “inovação” das empresas e sobre o facto de o aumento do consumo (com a reposição de salários) ter tendência para gerar um aumento das importações.

Ao Observador, o ex-deputado socialista e empresário destacou o pilar da “inovação”, que António Costa apontou como sendo um dos cinco onde assentam as propostas do PS, para dar uma no cravo e outra na ferradura. Se, por um lado, Henrique Neto elogia o facto de António Costa ter apontado a inovação do setor empresarial como prioridade, por outro, levantou dúvidas sobre se “isso pode ser conseguido pelo Estado”. E se for, “será sempre a médio prazo”.» [Observador]
   
Parecer:

O Observador foi ouvir alguém que sabe muito de economia e que se candidatou a presidente a bem do país e com independência! Agora ficamos a aguardar que ouçam o Medina Carreira, a Maria Luís e o cavalo do D. José.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada e disfarça-se a pena por ver um pobre idoso fazer figuras tão tristes.»

 O MP não ouve as notícias?
   
«O Ministério Público (MP) arquivou a participação por denúncia caluniosa apresentada por dois ex-funcionários do instituto (IGFEJ) que gere o sistema informático CITIUS contra a ministra da Justiça, segundo o despacho a que a agência Lusa teve acesso.

A queixa de Hugo Tavares e Paulo Queirós assentava no facto de Paula Teixeira da Cruz ter efetuado participação criminal contra ambos com base em documentos onde não constava qualquer elemento que pudesse levar a concluir que tivesse sido praticado o crime de sabotagem informática a que se aludia no despacho assinado pela ministra a propósito do “Relatório de Avaliação do Processo de adaptação do Citius à Lei da Organização do Sistema Judiciário”.

Analisada a queixa em sede de inquérito, a procuradora Fernanda Tomé, da Comarca de Lisboa Norte, concluiu que no despacho proferido pela ministra da Justiça “não se nomeiam ou individualizam quaisquer entidades ou sujeitos, não se particularizam, omitem ou destacam quaisquer factos, nem se formulam quaisquer juízos de valor” suscetíveis de configurar o denúncia caluniosa ou algum outro ilícito.

Segundo o Ministério Público, o contexto em que foi produzido e “a literalidade do despacho ministerial sobre todo o enunciado no Relatório (…) não se adequa a suportar a suspeita de ter a ministra da Justiça prolatado tal despacho movida por outro propósito que não o de perseguir o exigível esclarecimento dos factos e a circunstâncias ali vertidos”.» [Observador]
   
Parecer:

É para rir...
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Se assim é porque motivo os dois funcionários foram alvos de um inquérito no MP?»

 Fartou-se...
   
«O secretário de Estado adjunto da ministra da Administração Interna, Fernando Alexandre, apresentou o um pedido de demissão, segundo avançou a Antena 1. A SIC Notícias diz já ter confirmado a informação.

O secretário de Estado adjunto irá alegar motivos pessoais, mas segundo a Antena 1, as motivações podem dever-se a incompatibilidades com a ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues.

O Diário de Notícias refere, citando uma fonte do Ministério da Administração Interna não identificada, que a rutura entre o secretário de Estado adjunto e a ministra terá sido o facto de ter sido afastado das negociações com a PSP sobre o novo estatuto desta força de segurança.» [Observador]
   
Parecer:

Esta ministra escolhida pelo Aguiar-Branco é um clamoroso erro de casting.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  

   
   
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