domingo, novembro 24, 2013

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 

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Jardim Gulbenkian
  
 Jumento do dia
    
Cavaco Silva

Algo está muito errado quando um presidente é notícia porque num determinado momento mais não faz do que cumprir com as suas obrigações.

«O Chefe de Estado, Cavaco Silva, pediu ao Tribunal Constitucional que se pronuncie sobre a constitucionalidade das normas que determinam a redução em 10% de pensões em pagamento e das normas que determinam o recálculo do montante de pensões em pagamento, divulgou o Palácio de Belém na sua página na internet.

"O Presidente da República solicitou ao Tribunal Constitucional que verificasse a conformidade destas normas com a Lei Fundamental, designadamente com os princípios da unidade do imposto sobre o rendimento, da capacidade contributiva, da progressividade e da universalidade, e com o princípio de proteção da confiança, quando conjugado com o princípio da proporcionalidade", informa a Presidência.» [DN]
 
 A forma adequada de expressar uma opinião em democracia"

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No rescaldo da manifestação das polícias e do encontro na Reitoria o líder do CDS e verdadeiro primeiro-ministro esperou pelo final do dia de ontem para se pronunciar sobre os acontecimentos, explicando a demissão do director nacional da PSP com ares de quem estava acima de todos os intervenientes do dia.

Se os ares de primeiro-ministro de Paulo Portas é um problema da coligação, já algumas das opiniões que expressou são mais graves. É o facto de ter dito que a altura apropriada para os porugueses expressarem as suas opiniões é com o voto. Isto é as pessoas votam e ficam de bico calado e sem se manifestarem durante os quatro anos seguintes, e quando forem chamadas a opinar o mais que podem dizer é um "x" inscrito num quadradinho impresso no boletim de voto.

Um dia destes Paulo Portas ainda vai defender que haja só um quadradinho e que só possam votar aqueles que acertam o quadradinho e são suficientemente educados para não amarrotarem o papel do boletim de voto.

O curioso é que já ninguém repara no que se diz e o que Paulo Portas disse é bem mais grave do que as declarações de Mário Soares. Talvez assim suceda porque o Paulinho das feiras não é propriamente a personagem mais adequada para ensinar democracia seja a quem for e muito menos a Mário Soares.

Como diria o falecido almirante Pinheiro de Azevedo, vai à bardamerda!
     

   
   
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