quinta-feira, julho 20, 2017

Umas no cravo e outras na ferradura



 Jumento do Dia

   
Patrícia Gaspar, adjunta nacional de Operações

Patrícia Gaspar devia explicar um pouco melhor o que é isso de "execeção para uma situação de exceção", pois o pior já passou e o que se passa agora no terreno nada tem de exceção. Deveria explicar também o que motivou esta decisão imbecil, quem mais tem aparecido na comunicação são governantes, autarcas e responsáveis da Proteção Civil pois os bombeiros andam nos incêndios.

Esta foi uma decisão desnecessária e imbecil, é uma mania típica dos diriegntes da Administração Pública que gostam muito pouco de dar explicações aos cidadãos, usando a informação dos serviços em proveito próprio, mais preocupados em gerir a sua imagem do que com os interesses do Estado e do país.

«A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) rejeitou esta quarta-feira liminarmente qualquer associação entre as novas regras de comunicação do serviço sobre incêndios e uma 'lei da rolha'.

"Rejeitamos liminarmente qualquer associação deste processo a uma qualquer lei da rolha", disse, em declarações aos jornalistas, a adjunta nacional de Operações Patrícia Gaspar, explicando que o que está em curso "é um procedimento de exceção para uma situação de exceção".

"Estão a ocorrer simultaneamente ocorrências elevadas que implicam recursos elevadíssimos e por isso é fundamental que os comandos se possam focar no essencial: que é dar resposta às emergências", salientou.

Patrícia Gaspar garantiu também que os comandos distritais de operações de socorro (CDOS) não estão proibidos de dar informações.

"Não foi emitida qualquer proibição. Estamos apenas a concentrar tudo em Carnaxide [sede da ANPC] para facilitar e garantir a conduta operacional dos comandos", acrescentou. » [Expresso]

      
 PSD insiste em xenófobo
   
«O CDS quis manter a coligação com o PSD em Loures, sugerindo que se encontrasse um outro candidato alternativo a André Ventura. Mas os sociais-democratas recusaram deixar cair o seu militante. Foi o fim da aliança de direita. Os centristas emitiram uma curta nota à imprensa onde explicam que, depois de terem manifestado “no seio da coligação o seu profundo incómodo” com as declarações de André Ventura, decidiram “seguir um caminho próprio”. Pouco depois, a direção do PSD reafirmou o apoio ao candidato, lamentando, mas respeitando, a decisão do CDS. André Ventura, por seu turno, acusou os centristas de terem “cedido à pressão de alguma esquerda”.

Ontem, uma entrevista do candidato ao jornal i onde este se insurgia contra as pessoas que “vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado” e que acham “que estão acima das regras do Estado de direito” (assumindo que tal acontece particularmente com a etnia cigana), mereceu o repúdio de dirigentes do CDS. Mas, oficialmente, o partido preferiu não tomar logo uma posição: “O CDS é leal às coligações em que está envolvido e, nesta fase, será no interior da coligação que o CDS vai pronunciar-se sobre este assunto”, limitou-se a dizer o líder da distrital de Lisboa, João Gonçalves Pereira.» [Expresso]
   
Parecer:

É o voto a qualquer custo, social-democrata na São Caetano à Lapa e Le Pen em Loures.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  
 Força, força camarada André
   
«André Ventura. O nome do candidato da direita à Câmara Municipal de Loures entrou aos tropeções na actualidade política e a perplexidade que conseguiu causar tanto à esquerda como à direita ainda não se esgotou. O CDS ficou de tal forma de boca aberta com as afirmações de Ventura sobre a comunidade cigana que bateu com a porta, acabou-se a coligação. O candidato segue agora com o apoio do PSD, já plenamente confirmado pelo líder Passos Coelho, e do PPM. 

Se dúvidas houvesse quanto ao arrependimento de André Ventura em relação ao que disse ao jornal i e ao site Notícias ao Minuto, elas dissipam-se cada vez mais, em cada conversa que tem com o PÚBLICO, ao telefone. Um dia depois de a polémica ter ameaçado rebentar pelas costuras, Ventura insiste que tem a razão e as pessoas do seu lado. “Hoje [ontem] estive em Loures e senti uma coisa que já tinha sentido, mas hoje ainda senti mais: toda a gente se aproxima de mim para dizer ‘Obrigado, André, por teres discutido um problema que ninguém tem coragem de discutir’; ‘Você é diferente e capaz de dizer o que os outros não são capazes de dizer sobre questões que são tabu’”, conta, com orgulho.

André Ventura não só reitera o que tem dito sobre a comunidade cigana, como ainda alarga a questão: “E este problema, os problemas que identifiquei em particular na comunidade cigana, não é só de Loures, é a nível nacional. Tenho recebido mensagens de outros pontos do país a dizer que também há lá os mesmos problemas.”» [Público]
   
Parecer:

O André acabou de descobrir que o ódio aos ciganos dá votos e parece querer fazer sua uma bandeira nacional anti ciganos. Já só falta berrar que quem não salta é cigano e associar o SLB à sua cruzada por o Quaresmas ser do SCP e do FCP.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»

 Um deputado brilhante!
   
«O deputado Hugo Soares foi eleito líder do grupo parlamentar do PSD, nesta quarta-feira, com 85,4% de votos favoráveis, tendo obtido 12 votos brancos e um nulo.

De acordo com informação oficial da bancada do PSD, votaram os 89 deputados do grupo: 76 votaram sim, 12 em branco e um votou nulo.

Hugo Soares, que era candidato único, sucede na liderança da bancada social-democrata a Luís Montenegro, que já não se podia recandidatar por ter atingido o limite de três mandatos.» [Hugo Soares]
   
Parecer:

O PSD acabou de escolher para parlamentar o mais inteligente e brilhante deputado da sua história. Passos Coelho não poderia arranjar melhor para ser a imagem parlamentar do PSD até ás legislativas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada e mandem-se parabéns ao homem.»

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