sexta-feira, julho 28, 2017

Umas no cravo e outras na ferradura



 Jumento do Dia

   
Carlos Abreu Amorim

Pela primeira vez estou inteiramente de acordo com o deputado do PSD, não o calem porque cada vez que o homem abre a boca o seu partido perde mais uns quantos votos. Seria um erro dramático calar o homem, isso para além das dificuldades em encontrar uma rolha que lhe apagasse o vozeirão, o mais certo é que rapidamente a rolha seria disparada como se o pobre deputado fosse uma garrafa de espumante rasca.

«Foi com um rol de críticas contundentes sobre a resposta das forças e dos sistemas de segurança nos incêndios do último mês e meio que o PSD recebeu a ministra da Administração Interna (MAI) na comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde Constança Urbano de Sousa se encontra para explicar o funcionamento do SIRESP.

Carlos Abreu Amorim avisou logo no início: "Ninguém nos vai calar!". E desfiou uma lista de perguntas. Antes, criticou a postura da ministra, que diz ter-se mostrado "alguém dotada de grande sensibilidade", salientando no entanto que "nem só de sensibilidade e simpatia vive o cargo de ministra ou qualquer governo". "Os portugueses exigem decisões corajosas, capacidade de liderança, aptidão para saber coordenar os serviços, competência para enfrentar momentos difíceis com sangue frio e inteligência e a responsabilidade democrática de assumir os erros. Foi exactamente o contrário que o Governo e este MAI fez nesta época de incêndios."» [Público]

 A maluqinha dos cem mortos

Enquanto bombeiros, Proteção Civil dava o seu melhor para combater os incêndios, enquanto Presidente da República e governo se desdobravam em esforços para acarinhar as vítimas e estimular os que combatiam os incêndios, enquanto os protugueses estavam proecupados com os acontecimentos, Passos Coelho optou pelo oportunismo criminoso.

Em vez de dispobilizar-se a apoiar o governo e os que estavam no terreno optou por se calar, por esperar por uma desgraça e por massacrar o governo, sugerindo culpas em tudo e mais alguma coisa. Passos não conseguiu esconder o desejo macabro de que tudo corresse mal, já chegou ao poder com uma crise financeira, agora queria voltar ao poder ajudado pelas vítimas mortais de Pedrógão.

A estratégia era de tal forma doentia que Passo perdeu a lucidez, inventou suicídios, acreditou em falsos mortos, durante dias Passos limitou-se a explorar todas as desgraças. mas como mesmo assim não aprecia ganahr votos optou por ir mais longe e inventar vítimas, não ap+rendeu com a lição dos suicídios.

Passos foi a única vítima que o MP não contabilizou, é um político morto vivo que finou no incêndio de Pedrógão, mas os seus pares consideram-no tóxico e em vez de o enterrarem espera que ele partas por aí armado em alma penada. Inventou suicidas e não pediu desculpa, inventou mortos e não pediu desculpas, usou as vítimas em proveito próprio e não pede desculpa. Este é o mesmo Passos que no tempo de Sócrates pediu desculpa aos portugueses quando de uma forma cínica apoiou uma pacote de austeridade, um pacotinho ao lado do que ele pretendia adoptar, este é o mesmo Passos que chamou piegas aos portugueses.

Agora vemos que os seus pedidos desculpas não passam de manobras cínicas, porque quando deve um pedido de desculpas aos familiares das vítimas, a todos os que combateram os incêndios e ás entidades que estiveram ao seu lado e a todo o país, o cobardolas desaparece, manda o Amorim dizer bojardas no parlamento, diz ao seu líder parlamentar escrever ao Ferro Rodrigues a dizer que o seu líder ficou satisfeito com o fim da mentira sobre mortos.

Passos já não tem margem para pedir desculpa, o único pedido lógico ´+e o da demissão de líder do PSD e de deputado. Talvez o Ângelo Correia o volte a contratar ou o Relvas lhe arranje um emprego em África.

 A maluqinha dos cem mortos

De vez em quando apaarece uma personagem a dizer o que queremos ouvir e todos acreditamos como se alguém trouxesse a prova do que já sabíamos, nem nos damos ao trabalho de confirmar o que diz. É a lógica da cantiga do ladrão, o burlado é facilmente burlado porque o burlão lhe dá a sensação de ser muito esperto.

Alguém disse a Passos que haviam suicídios, era aquilo de que precisava e queria ouvir, mesmo quando o avisaram de que não se confirmava foi em frente na mentira. A maluquinha dos cem disse que as vitimas eram em número superior ao oficial os boatos corriam, Passos conhecia-os e quando a maluqinha apareceu deu tudo como provado, mandou os seus lançar o escândalo e até fizeram ultimatos. Passos caiu, eis a prova daquilo que mais desejava, que os mortos fossem em maior número e a sua existência tinha sido ignorada pelo governo.

Os jornalistas supostamente experientes caíram como papalvos, a Judite até ficou com os louros de uma entrevista em direto  maluquinha dos cem. Não aprendeu nada com o famoso `consultor da ONU, que teve direito a entrevista em direto na SIC Notícias, no Expresso da Meia Noite.

No caso da pobre Judite começou e acabou da pior forma esta novela alimentada pelo oportunismo, tentou dar nas vistas à custa da morte e tramou-se por duas vezes.

      
 Só cabeça fria?
   
«Marcelo Rebelo de Sousa, a propósito da contagem das vítimas de Pedrógão Grande, diz que não lhe "passa pela cabeça que, quem quer que seja, a pretexto de desdramatizar, possa minimizar o apuramento cabal dos factos e das responsabilidades". O Presidente da República, em entrevista ao Diário de Notícias que será publicada no próximo fim de semana, lembra que vivemos numa democracia e, "portanto, em democracia não há desaparecimento de vítimas, não há, como se contava de algumas ditaduras estrangeiras, aviões a lançar corpos no mar. Isso não existe".

O Chefe do Estado entende que se trata de "um facto particularmente relevante e grave", mas pede "cabeça fria". "É verdade que há debate político, em democracia há debate político, há período pré-eleitoral, estamos a dois meses das eleições autárquicas", recorda Marcelo, que pede "serenidade" nesse debate.» [DN]
   
Parecer:

A políticos como passos Coelho e cristas falta muito mais do que cabeça fria, falta-lhes inteligência e honestidade, o que fizeram revelou uma total ausência de valores éticos e morais bem como de inteligência já que só alguém muito burro ia acreditar na maluquinha dos cem mortos.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  
 Mais uma má notícia para Passos e Cristas
   
«O grande fogo na Sertã, que alastrou depois aos concelhos de Proença-a-Nova e Mação, afetando os distritos de Castelo Branco e Santarém, foi dominado hoje de manhã, disse à Lusa fonte da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

"O incêndio está de facto dominado, ficou dominado há alguns minutos atrás, portanto é uma boa notícia", declarou a adjunta de operações da ANPC Patrícia Gaspar, pelas 11:25 de hoje.» [Expresso]
   
Parecer:

"Azar", não morreu ninguém queimado nem se suicidaram por causa da falta de apoio do governo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «manifeste-se solidariedade com os líderes do CDS e do PSD sugerindo-lhes que se aproveitem dos mortos em acidentes rodoviários oporque esses sempre vão pingando todos os dias.»

 Filhos de uma grande ...
   
«A operadora de telecomunicações Meo aplicou uma penalização de 139 euros pelo cancelamento do contrato de uma vítima mortal do incêndio de Pedrógão Grande, uma situação em que a Associação de Direito do Consumo diz não haver razão para multa.

Fernando Mendes Silva, de 70 anos, comunicou a morte do filho à Meo, apresentando a certidão de óbito, com vista ao cancelamento do contrato de serviço de telecomunicações, para a operadora "deixar de fazer débitos directos" na conta da vítima, um funcionário da Câmara de Castanheira de Pera que morreu na Estrada Nacional 236-1, nos incêndios de Junho.

"Quando recebi a carta fiquei atónito", disse à Lusa Fernando Mendes Silva, que a 7 de Julho recebeu a informação da Meo de que iria ser facturada (por débito directo), "a título de penalização", a quantia de 139,32 euros por o cancelamento do contrato decorrer ainda durante o período de fidelização. A carta foi enviada para a morada de Fernando Mendes Silva, em Figueiró dos Vinhos, mas ainda endereçada ao filho, Fernando Rui.» [Público]
   
Parecer:

A Altice no seu melhor.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Boicotem-se os serviços da Altice porque é a única linguagem que esses canalhas entendem.»

 Até tu Lobo Xavier?
   
«António Lobo Xavier diz que a oposição devia pedir desculpa por se ter enganado e por ter corrido atrás de uma especulação sem fundamento. Na Quadratura do Círculo, que vai ser transmitida esta quinta-feira, na SIC Notícias, o centrista condena o delírio de PSD e CDS, na forma como trataram a polémica da lista de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande. Lobo Xavier deixa ainda duras críticas a Pedro Passos Coelho, que acusa de ter cometido erros de tática e de estratégia, que não têm volta.» [SIC]
   
Parecer:

Lobo Xavier acaba de assinar a certidão de óbito de Passos Coelho e de Assunção Cristas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «E porque não pedir a demissão de líder do PSD e livrar o parlamento desta presença inconveniente para os valores da democracia?»
  

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