quarta-feira, dezembro 17, 2014

Umas no cravo e outras na ferradura



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No tempo em que o BES era feliz, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Maria Luís, ministra das Finanças

Afinal a ministra já ajudava o BES, mas uns tempos antes. Enfim.... um sinal de que nem tudo lghe está correndo bem na comissão aprlamentar de inquérito. A estratégia agora é defedner que o BES caiu não porque lhe deram um sopro fatal mas porque não souberam pedir a juda a tempo. Isto significa que a ministra admite que o BES podia ter sido salvo.

«“Se o BES, no momento em que os outros bancos pediram apoio público, o tivesse pedido, seria diferente”, admite a ministra das Finanças, em entrevista ao Observador. À frase acrescentou uma palavra: “Eventualmente”. Porque “é muito difícil saber o que poderia ter acontecido se outros cenários tivessem acontecido”.

No que respeita ao tema BES, Maria Luís Albuquerque é muito prudente, alegando o facto de estar a decorrer a comissão de inquérito para adiar respostas mais concretas. Mas não se escusa a falar das opções tomadas, como a recusa em dar o empréstimo que Ricardo Salgado lhe pediu em maio para a holding não financeira do grupo que causou estragos ao BES – e não só. Na altura, o objetivo do banqueiro era que a CGD financiasse a operação. “Um empréstimo a uma entidade não bancária não nos parece razoável”, justifica a ministra, sobretudo por “envolver os contribuintes”.

“Nem sequer existe nenhum enquadramento legal em que tal coisa pudesse ser feita. Para além de não me parecer de todo razoável, temos imensas empresas em dificuldade em Portugal a quem o Estado não concede empréstimos, não faz parte das funções do Estado.” » [Observador]

 Desapareceram ou foram escondidos pelo regime?

Alguém sabe da ministra da Justiça ou do Crato?
  
 Dúvidas que me atormentam

Todos os dias alguém ligado à justiça tem a tarefa de distribuir por alguns jornais da paróquia as verdades, meias verdades, insinuações e falsidades que servem para manipular a opinião pública. É informação sem contraditório que nunca incomodou nem o juiz de instrução e muuito menos o Ministério Público. Porque será que uma entrevista em que alguém que não foi condenado a nada, feita por um jornal como o Expresso foi proibida? O juiz deveria explicar-nos porque razão todos os dias os jornais são inundados de informação sem qualquer critério sobre o processo e apenas o que Sócrates poderia dizer incomoda a justiça portuguesa.

A verdade é que os nossos destemidos magistrados temem Sócrates mesmo preso e agora percebe-se que o receio de o ver livre nada tinha que ver com quaisquer provas ou questões processuais, eles temem Sócrates não pelos passos que pode dar sem bater numa parede mas sim pelo que possa falar. Numa cadeia não seria suposto poderem silenciá-lo, mas basta invocar um qualquer artigo e um ex-primeiro-ministro pode ser calado por um qualquer magistrado mais medroso.

à vezes sinto vergonha de ser do mesmo país desta gente.


 “Antes cair de maduro do que de podre”
   
«A Cunha Vaz e Associados (CV&A), que prestava assessoria institucional à RTP, cessou a colaboração com a estação pública no dia 31 de Outubro e não se vai apresentar a novo concurso. Na base da decisão estão “questões de caráter”, disse o presidente da prestadora de serviços de Comunicação ao Observador. António Cunha Vaz, apesar de não se referir a alguém diretamente, acaba por deixar bem claro qual o alvo: “Antes cair de maduro do que de podre”, numa clara alusão ao ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional Miguel Poiares Maduro.

A Cunha Vaz & Associados começou a trabalhar com a administração da RTP pouco tempo depois de Alberto da Ponte ter assumido a presidência do Conselho de Administração (CA) da RTP, em setembro de 2012. A polémica em torno dos direitos de transmissão dos jogos da Liga dos Campeões para o triénio 2015-2018, que resultou na proposta de destituição do Conselho de Administração por parte do Conselho Geral Independente (CGI), um órgão criado pelo modelo implementado pelo ministro que tutela a comunicação social, não é, de forma alguma, alheia a este desfecho.» [Observador]
   
Parecer:

Pobre Maduro, anda anda e ainda cai de maduro.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Antes um mau verde do que um Maduro feito a martelo!»

 Até tu Alberto?
   
«“Olhe, este Governo, para mim, acabou”, respondeu, à margem da Missa do Parto, hoje celebrada na Igreja da Nazaré, na freguesia de São Martinho, no concelho do Funchal, quando confrontado se a reposição do pagamento sem cortes dos feriados e das horas extraordinárias, para os funcionários do setor privado, não configuraria medidas eleitoralistas para as legislativas nacionais do próximo ano.

Alberto João Jardim considerou que “tudo o que for repor a justiça social é bom para o país e é bom para os portugueses”. “O que é inadmissível é que se tenha feito um programa de austeridade com base em cortes de salários e pensões. Isso é que está absolutamente errado”, sustentou.

O governante madeirense defendeu também que “foi errado tudo o que se passou porque, para desenvolver a economia numa situação destas, o que era necessário fazer era mais investimento e fez-se cortes nas despesas e pôs-se menos moeda a circular”.» [Observador]
   
Parecer:

É óbvio que os ministros e ministras deste governo independente ainda vão dar o cu mais cinco tostões na esperança de sobreviverem no poder.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

   
   
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