quarta-feira, março 12, 2014

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 

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Ourique
  
 Jumento do dia
    
Pedro Passos Coelho, inaugurador da obra despesista de Sócrates

É divertido ver alguém que acusou o seu antecessor de despesismo não perder uma oportunidade para inaugurar as obras do despesista e ainda por cima insinuar no seu discurso que as mesmas se integram na sua visão do Estado. Para que o ramalhete tivesse ficado composto só faltou terem convidado Cavaco Silva, um velho "viciado" na tesoura de prata de cortar fitas.

Pela forma como Passos Coelho se refere ao investimento nem parece que apenas foi um dos que não impediu de se realizar por já estar em curo, até se fica com a impressão de que Sócrates lançou este projecto porque dois anos antes de Passos Coelho se candidatar à presidência do PSD já tinha exigido ao então primeiro-ministro o lançamento deste projecto por se enquadrar no pouco que ele considera merecer ser Estado. Só se lamenta que o edifício tenha sido equipado com equipamento obsoleto e que a modernização dos meios se fique pelas paredes.

«“A justiça é uma das áreas essenciais à preservação de um Estado de direito e de um Estado democrático. Não é possível não investir adequadamente nos pilares essenciais desse Estado”, disse o primeiro-ministro, no discurso que proferiu na inauguração do novo edifício da Polícia Judiciária, em Lisboa.

Passos Coelho sublinhou que “não se consegue ter todo o financiamento para todas as necessidades, pelo que é necessário de ter uma hierarquia”.

Nas palavras do chefe do Executivo, “a justiça, segurança e investigação criminal são objetivos da maior primazia para o Estado de direito” e “não é possível pensar uma sociedade moderna e próspera sem mutualizar riscos que acabam por envolver todos os cidadãos, sem que a defesa e a segurança estejam no topo das necessidades”.» [Notícias ao Minuto]

«São 80 mil metros quadrados que vão albergar 1500 funcionários, mas que foram pensados para muitos mais. Três ministros e 95 milhões de euros depois, a nova sede da Polícia Judiciária (PJ), em Lisboa, é hoje inaugurada pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. O gigantesco complexo ficará, porém, com muitas salas vazias: o projecto saltou dos 20 mil metros quadrados de construção acima do solo inicialmente previstos para 40 mil, uma área que duplica quando se contabilizam os andares que vão ficar enterrados.

A dimensão contrasta com o orçamento da PJ, que tem vindo a minguar. Este ano, a verba atribuída a esta polícia ficou-se pelos 94,3 milhões de euros, o que significa um corte de 9,4 milhões (9%) face ao ano anterior. Muito longe dos 116 milhões inscritos para 2011 ou dos 118 milhões previstos para 2010.

Por isso, não é de esperar só caras alegres numa cerimónia com sabor a festa, que convive com os cortes sucessivos nos salários dos funcionários da casa. O presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária, Carlos Garcia, tem vindo a alertar para o possível disparo dos custos de manutenção do novo edifício. Contactado pelo PÚBLICO, Carlos Garcia remeteu os comentários sobre a inauguração para esta terça-feira.» [Público]
 
 Isto está mal

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Passos Coelho é primeiro-ministro, Cavaco ainda é presidente, a má moeda arrisca-se a uma candidatura a Belém e Paulo Baptista, que esteve para ser despromovido, é o árbitro dos grandes clubes. O país está entregue à mediocridade.
 
 As contas de Bruno de Carvalho

Se um árbitro de futebol anula indevidamente três golos a uma equipa, um aos 10 minutos, outro aos 30 minutos e outro aos 50 minutos quantos golos teria essa equipa marcado sem os erros de arbitragem? Por aquilo que se ouve semanalmente na comunicação social e pelas últimas contas do presidente do Sporting a equipa acabaria o jogo com três golos.

Há neste raciocínio um pequeno erro que é cometido de forma sistemática, se o primeiro golo tivesse sido assinalado muita coisa teria acontecido, mas é certo de que o árbitro não se teria enganado nos outros dois golos pois nunca teriam ocorrido. Os nossos comentadores e responsáveis desportivos parecem ignorar que o futebol não é como o boxe, não se discute aos pontos e, portanto, não se podem converter erros sequenciais em pontos a favor ou contra uma equipa.
 
 First kiss: o primeiro beijo de 20 estranhos convidados

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 Factura da sorte

O governo podia muito bem criar um sorteio para os portugueses que estando no estrangeiro solicitem a factura, o prémio podia muito bem ser o Cavaco Silva e quem o ganhasse seria obrigado a levá-lo.
 
      
 Quer transportes públicos? Denuncie o seu vizinho!
   
«A campanha usou a técnica do teaser. Primeiro, começaram a aparecer nas estações de Metro e nos autocarros de Lisboa uns cartazes de fundo branco, mostrando apenas um par de lindíssimos olhos azuis femininos esbugalhados, enquadrados por umas belas sobrancelhas arqueadas. Passados uns dias, foram substituídos por outros com a mesma fotografia mas já com dizeres: “Abra os olhos e combata a fraude” e, por baixo, “A falta de validações pode sair-lhe caro” (sic), seguida da lista de castigos que o utente dos transportes públicos (porque é disso que se trata) deve esperar: “menos carreiras, menos comboios, maior tempo de espera, degradação do serviço”. Por baixo, os logos do Metro e Carris.

A campanha tem uma enorme qualidade gráfica e estética e, não fora a incorrecção gramatical, poderia considerar-se tecnicamente excelente. Mas o seu conteúdo é moralmente abjecto e politicamente obsceno.

A campanha, que acontece sobre o pano de fundo da concessão dos transportes públicos a empresas privadas por imposição da troika e da Comissão Europeia, pretende transmitir uma ideia muito simples: se os transportes públicos são maus e serão cada vez piores a culpa não é da inexistência de uma política de transportes públicos justa e sustentável nem é do Governo que subfinancia estas empresas públicas. A culpa também não se deve ao facto de o Governo querer forçar estas empresas a ter um resultado de exploração positivo apesar do serviço social que prestam e de as obrigar por isso a reduzir carreiras e a degradar o serviço. A culpa da má qualidade dos transportes públicos é nossa. Dos cidadãos, dos utentes. E porquê? Porque fazemos fraude ou deixamos que os outros façam.

A tese do Governo é que os maus resultados das empresas de transportes públicos se devem, antes de mais, ao facto de serem públicas (daí que seja imperativo passar a sua gestão para mãos privadas) e, depois, à fraude. A prova que a fraude aumentou? O facto de o número de viagens pagas ter diminuído. Não será porque as pessoas têm menos dinheiro e porque todos os que podem cortam nos passes e nos bilhetes? Não será porque o desemprego aumentou e as pessoas que não precisam imperativamente de se deslocar ficam em casa ou andam a pé? Não. O Governo diz que é a fraude e tem um estudo onde a Carris aparece com números substancialmente mais elevados que os que a própria empresa estima.

A ideia percebe-se bem. A tese da fraude em massa que arrasta as empresas de transportes públicos para o fundo serve a agenda política do governo, que consiste em colocar os cidadãos uns contra os outros, desviar as atenções das malfeitorias do governo e preparar a opinião pública para a concessão dos transportes a privados. Neste quadro, não são apenas as empresas públicas que não funcionam e que têm uma gestão deficiente. São também os utentes das empresas públicas que agem de forma irresponsável - ao contrário dos clientes das empresas privadas, que são cidadãos responsáveis. Para o Governo, há algo de intrinsecamente pecaminoso nas empresas públicas. E esta campanha é para nos convencer a todos disso. É, mais uma vez, dinheiro público gasto a fazer a propaganda ideológica extremista do Governo PSD-CDS.

Uma vez estabelecida que a culpa é dos utentes que cometem fraudes podemos passar ao passo seguinte que é a mensagem explícita da campanha: abra os olhos. Denuncie quem tenta viajar sem bilhete. Não os deixe passar. São eles, os pobres, que nos estão a lixar a vida. Não é o Governo, nem a troika. Aqueles lindos olhos azuis são os olhos do Big Brother, a ver se você denuncia os pobres ou se os deixa passar.

É provável que a fraude nos transportes públicos tenha aumentado, porque as pessoas têm cada vez menos dinheiro e há cada vez mais pessoas sem dinheiro nenhum. Muitas dessas pessoas deixaram de usar os transportes públicos - cujos passes sociais são demasiado caros - e muitas tentarão talvez viajar sem bilhete. Mas a fraude, se aumenta, é, antes de mais, um indicador da existência de um preço que não é “social” e de um transporte que é cada vez menos “público”. Poucas pessoas gostam de andar a fugir aos fiscais e à polícia ou arriscar-se a pagar uma multa gigantesca se puderem não o fazer. Mas o Governo vê aqui uma ocasião de ouro para nos arregimentar como denunciantes dos mais pobres.

2. Sobre a birra de Pedro Passos Coelho no Parlamento, quando Catarina Martins referiu algo tão verdadeiro, tão evidente e tão fácil de provar como a ausência de valor da sua palavra: será que alguém poderia explicar ao primeiro-ministro que, quando ele se apresenta no Parlamento, é ao povo que responde, através dos seus representantes legítimos, e não a esta ou àquela pessoa? E será que alguém pode explicar a mesmíssima coisa à inefável reformada que preside ao Parlamento? E será que alguém pode explicar a ambos que “responsabilidade” significa o dever de responder? Ou será que PPC e Assunção Esteves acham que o Governo apenas é responsável perante a troika?

Destaque: O Governo encontrou uma ocasião de ouro para nos arregimentar como denunciantes dos mais pobres» [Público]
   
Autor:
 
José Vítor Malheiros.
   
   
 Deu a pressa ao ti Costa dos banqueiros
   
«O Banco de Portugal recomendou esta segunda-feira às instituições de crédito que não façam depender o montante das comissões de manutenção de uma conta à ordem do saldo médio que ela evidencia.

Numa carta-circular enviada aos bancos que supervisona, o organismo liderado por Carlos Costa lembra que "a comissão é uma retribuição por serviços prestados", sendo por isso "inadequada a prática comercial de fazer variar o montante da comissão de manutenção em função de saldos médios das contas de depósito à ordem". A prática corrente na banca é penalizar os saldos médios mais baixos e dispensar de pagamento quem tem valores médios mais elevados.

O Banco de Portugal afirma que avançou com a recomendação após ter realizado "uma reflexão profunda" sobre os produtos bancários do retalho. E acrescenta que o enfoque nos depósitos à ordem se justifica pelo facto de se tratar de "um produto bancário chave".» [Público]
   
Parecer:

Agora que a AR vai discutir uma petição com 90.000 assinaturas o ti Costa decidiu emitir um comunicado só para que pensemos que anda muito preocupado com os clientes dos bancos.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mande-se o ti Costa a bugiar.»
  
 Acabar com o RSI com recurso a erros e a burocracia
   
«Maria Luísa, de 58 anos, vai comendo de forma intermitente. “Às vezes, a minha filha mais velha, quando lhe sobra comida, telefona: ‘Mãe, anda cá, que tenho qualquer coisa para ti’”. As facturas da água e da luz de Laura Daniela, de 26 anos, estão numa gaveta, a ameaçar cortes no fornecimento destes serviços. “O meu menino vai à avó comer. Hoje, por acaso, a minha cunhada emprestou-me dez euros e vou poder ir ao supermercado”. Manuel, de 59 anos, dorme nas instalações de um campo de futebol e, em termos alimentares, safa-se numa cantina comunitária. “Pago 15 euros por mês para almoçar todos os dias, mas se continuar sem receber…” Em comum, estas pessoas têm o facto de lhes ter sido cortado o Rendimento Social de Inserção (RSI). Sem qualquer aviso prévio. E não é que tenham deixado de cumprir os requisitos legais para receber aquela prestação. O problema é que o processo se tornou tão complexo que os técnicos deixaram de conseguir cumprir as formalidades necessárias nos prazos legais.

“Com a regulamentação da nova legislação, (…) são todos os dias excluídos milhares de pobres deste apoio [RSI] económico de miséria. Os beneficiários renovam o seu pedido de esmola ao Estado, mas, mesmo assim, porque não são convocados atempadamente pelo técnico gestor para assinarem o chamado ‘contrato de inserção’, ficam automaticamente com este apoio cessado sem um único tostão para sobreviverem”, denunciou José António Pinto, assistente social na Junta de Freguesia de Campanhã, uma das mais pobres do Porto, em artigo de opinião assinado no PÚBLICO.» [Público]
   
Parecer:

Parece que o Lambretas quer acabar com o RSI sem dar a cara.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Proteste-se.»
   
 Sinais e retoma
   
«Os créditos de cobrança duvidosa nos empréstimos à habitação voltaram a subir em janeiro, depois de terem recuado em dezembro, atingindo um novo máximo histórico de 2.428 milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).» [DN]
   
Parecer:

Mas a crise não era já coisa o passado.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Paulo Portas se tem algum comentário a fazer.»
   
   
 E o comportamento é irrepreensível é para todos
   
«Miguel Macedo, ministro da Administração Interna, comentou esta manhã, na inauguração do novo edifício da PJ, que as forças de segurança fardadas tiveram um bom comportamento na controlo à manifestação dos polícias frente à Assembleia, quinta-feira.

«O dispositivo policial que nesse dia assegurou a ordem na escadaria da Assembleia teve um comportamento irrepreensível do ponto de vista operacional. Foi competente e profissional», disse.

Miguel Macedo disse também estar concluída a lei que consagra a PSP como um corpo especial dentro da Função Pública. «Será uma solução boa para a polícia, tendo em conta as circunstâncias especiais do país», comentou.» [A Bola]
   
Parecer:

Na próxima manifestação os manifestantes poderão retirar tranquilamente as grades de protecção e de seguida serão demovidos da intenção de subir as escadarias do parlamento pela polícia de choque, que deixa os bastões e os escudos no quartel para fazer uso apenas do empurrão?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao ministro.»
   
 Só?
   
«O número de total de empregos voltou a cair no ano passado. É o quinto ano consecutivo a cair, contando-se já menos 622,7 mil pessoas empregadas desde 2008.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o total do emprego em 2013 caiu 2,8% face ao ano passado, uma queda menor do que a verificada em 2012 (4,2% face a 2011), enquanto o emprego remunerado caiu 2,6%.

Desde 2008, a economia destruiu 622,7 mil empregos quando as contas são feitas numa base anual, dos quais 336,5 mil aconteceram nos últimos dois anos.

O emprego remunerado, apesar de ter caído a uma taxa anual inferior, também acumula já cinco anos consecutivos de queda, o que em números se traduz em menos 513,3 pessoas com empregos remunerados.» [A Bola]
   
Parecer:

Agora o Vítor Gaspar foi para o FMI para ensinar a outros como se faz para destruir a economia de um povo que se odeia.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mandem-se os parabéns para a "quadriga" do ajustamento formada por Passos Coelho, Vítor Gaspar, Cavaco Silva e Paulo Portas.»
   
 Durão Barroso está cheio de humor
   
«"O Estado de Direito é um dos pilares fundamentais da União Europeia, é nele que a nossa União se baseia. Enquanto guardiã dos tratados, a Comissão tem um papel crucial na defesa do Estado de Direito. Temos vindo a apontar para a necessidade de um melhor quadro normativo que permita à Comissão intervir numa fase precoce e de forma transparente em caso de ameaças graves e sistemáticas ao Estado de Direito num Estado-membro", afirmou o presidente da Comissão, José Manuel Durão Barroso.

As palavras do chefe do executivo comunitário foram proferidas em Estrasburgo, numa conferência de imprensa conjunta com as comissárias europeias de Justiça e de Assuntos Internos, Viviane Reding e Cecilia Malmström, respetivamente.» [Notícia ao Minuto]
   
Parecer:

Este é o homem da invasão do Iraque e que ainda há bem pouco tempo dava mostras do seu resp+eito pelo Estado de direito quando pressionou o Tribunal Constitucional sem sequer se dar ao trabalho de usar guardanapo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Durão Barroso se foi no MRPP que aprendeu a defender o Estado de direito.»
   
 Um dia destes há uma desgraça
   
«Vasco Santos, o árbitro de futebol, foi ameaçado de morte, juntamente com a sua família, depois de ter apitado o jogo Setúbal-Sporting de forma polémica, no estádio do Bonfim, no domingo passado.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Esperemos que se algo de mau suceder os responsáveis morais sejam levados à justiça pois os campeonatos não podem ser pagos com agit-prop.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»
   
 Pires de Lima anuncia mais um milagre
   
«"São dados positivos e que alimentam a esperança de 2014 ser um ano de crescimento económico e de redução do desemprego", afirmou Pires de Lima, à margem das comemorações dos 180 anos da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), hoje em Lisboa.

O Instituto Nacional de Estatística confirmou hoje que a economia recuou 1,4% no ano passado e que o crescimento no quarto trimestre, de 2013, foi de 0,6% quando comparado com o trimestre anterior, sendo que a 14 de fevereiro a estimativa apontava para um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,5%.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

A santinha da Horta Seca é uma máquina.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se se a prevista descida do desempregop resulta do crescimento e da criação de emprego ou da emigração e desistência de procurar emprego.»
   
 Mais uma dele
   
«O voto de protesto, apresentado pelo Bloco de Esquerda, surge na sequência da visita de Cavaco Silva, no mês passado, à Califórnia (EUA) e a Toronto (Canadá), tendo convidado Vasco Cordeiro para estar presente apenas em alguns momentos da segunda parte da viagem.

"Não aceitamos estes sinais de Lisboa", afirmou a deputada do BE, Zuraida Soares, acrescentando que esta "postura" do Presidente da República, ao não convidar Vasco Cordeiro para um fórum internacional sobre a gestão dos mares, pode ser entendida como uma forma de "afastar os Açores" desta discussão.

Os seis partidos com assento parlamentar (PS, PSD, CDS, BE, PCP e PPM) votaram a favor do protesto, embora as bancadas do PSD e do CDS tenham argumentado que não se reveem no preâmbulo do voto.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Digamos que para Cavaco os Açores valem pelo sorriso de satisfação das vacas da Graciosa.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se o presidente que nos saiu na rifa.»
     

   
   
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