segunda-feira, janeiro 26, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Flor do Parque da Bela Vista, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Daniel Bessa

Daniel Bessa diz que não consegue olhar para a PT sem ver a fotografia de Sócrates. Das duas uma, ou precisa de um oftalmologista ou de uma consulta de psiquiatria, isto porque ainda não há a especialista de estupidacia. Confesso que já não tenho paciência para esta personagem que se tornou conhecida graças a uma passagem por um governo do PS:

«o dia D para a Europa e para a PT Portugal, 22 de janeiro, o Observador entrevistou Daniel Bessa, ministro da Economia no primeiro Governo liderado por António Guterres, e diretor geral da COTEC Portugal, à margem da conferência que a AESE – Escola de Direção e Negócios, organizou para debater a economia europeia e o impacto nas empresas portuguesas. Ao Observador, o também professor de Economia explicou que o plano de compra de dívida pública do Banco Central Europeu pode não ser suficiente para fazer a economia crescer e que é preciso resolver o problema de confiança que se instalou nas empresas europeias. E adianta, ainda, que sendo “se calhar politicamente incorreto”, não consegue deixar de olhar para os chineses “com simpatia”.

Sobre a PT Portugal – à hora a que decorreu a entrevista ainda não era oficial a venda à Altice – o ex-ministro de Guterres afirmou que não é capaz de olhar para o estado em que a PT se encontra atualmente “sem ver a fotografia do engenheiro Sócrates e do Dr. Ricardo Salgado”. E que “o que não tem remédio, remediado está”. Investimento estrangeiro é preciso, mas será “sempre de pequena envergadura” e a única forma de fazer com que a economia portuguesa cresça sustentadamente é exportar e empregar pessoas nessas atividades exportadoras. Quanto à Grécia, se calhar o melhor é entrar em “reparação” fora do euro, avançou Daniel Bessa. “No que se refere a nós, cada um sabe de si”, concluiu.» [Observador]


 E quem deixa entrar os telemóveis nas cadeiras
   
«O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) voltou hoje a reivindicar novas regras para reforçar o controlo das visitas nos estabelecimentos prisionais e impedir que os reclusos tenham acesso a telemóveis.

O Jornal de Notícias noticia hoje que "dezenas de reclusos tiram fotos no interior das cadeias, usando telemóveis, que exibem nas redes sociais" e que os aparelhos "são vendidos entre 200 e 300 euros", apesar de proibidos nos estabelecimentos prisionais.

O presidente do SNCGP, Jorge Alves, referiu à agência Lusa que "é lamentável" que reclusos tenham telemóveis nas cadeias e salientou a insistência junto da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e do Ministério da Justiça, para "uma nova regulamentação".» [DN]
   
Parecer:

Este sindicato, que aprece pensar que é um órgão da Direcção-Geral da Reinserção e Serviços prisionais, esqueceu-se de dizer quem é que deixa entrar os aparelhos nas cadeiras.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 Até tu Pedro?
   
«Santana Lopes é já nome incontornável quando se fala de presidenciais. Porém, o antigo autarca e chefe de Governo, diz que não está em campanha. Segundo o Público deste domingo, o provedor da Santa Casa da Misericórdia aceita “perfeitamente” que Paulo Portas e Passos Coelho não tenham ainda marcado no calendário político um acordo de coligação quanto à corrida a Belém, mas deixa um aviso ao Executivo.

Num momento em que a recuperação económica é tema de agenda, Santana lembra que quem governa deve optar por tomar decisões que “não levem outra vez a ouvir as mesmas conversas e os mesmos discursos, a dizer que temos outra vez de apertar o cinto e calcorrear estradas de dificuldades”, lembrou em Penedono, em Viseu, onde inaugurou uma loja de turismo.

Certo é que, na agenda de ontem, nesta pequena localidade, o antigo governante deixou já uma mensagem para o interior do país, falando na necessidade de apostas que aproximem litoral e interior.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Já nem o Santana Lopes aguenta o discurso da austeridade.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  

   
   
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