quinta-feira, junho 13, 2013

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 
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Flores de jardim, Lisboa
   
Imagens dos visitantes d'O Jumento
 
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Adega da Cartuxa [J. Ferreira]
   
 Portugal tem um Presidente da República? 
  
Não tem, se tivesse a esta hora o ministro das Finanças já teria sido demitido. De um Presidente espera-se que exija ao governo respeito pela legalidade e, acima de tudo, o respeito pelos princípios constitucionais, duas coisas que o ministro das Finanças afronta e despreza sistematicamente.

Resta-nos que sejam os cidadãos a apresentar queixa contra Vítor Gaspar junto do Ministério Público.

 Vítor Gaspar mandou suspender a assinatura do Financial Times
 
 
A ideia é ter dinheiro para poder assinar o Borda d'Água.


  
 O 10 de Junho
   
«B lábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá A magistratura presidencial destina-se a manter a coesão nacional blá blábláblblábláblábláblábláblblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblá Não governo nem sou corresponsável pela política do Governobláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblá A agricultura nunca esteve tão bem como nos últimos anos blábláblábláblábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblá Chego sempre à mesma conclusão: se tivermos uma crise política, os portugueses ficariam muito pior blábláblábláblá.

Bláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblá Estou acima das lutas político-partidárias bláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá No meu horizonte não está a demissão do actual Governo, pelo menos durante a vigência do programa de assistência financeira blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá O relançamento da economia será possível com a expansão do investimento privado e o financiamento às empresas bláblábláblábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblá A demissão do Governo não deve ser feita de ânimo leve. Só em ocasiões muito especiais. Nem mesmo numa situação em que o Presidente perde a confiança no Governo bláblá lábláblábláblá blábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblá Não comento as declarações do senhor Presidente da República; isso compete aos comentadores blabláblábláblábláblábláblblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblábláblá Não percebo muito bem o discurso do senhor Presidente. Nem uma só vez se referiu ao desemprego em Portugal bláblábláblá blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá- bláblábláblábláblábláblábláblálábláblá-bláblá Aquilo que preocupa os portugueses. Que é a crise, os problemas que os afectam, desemprego, recessão, não tiveram eco, de facto, neste discurso blábláblábláblábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblábláblábláblábláblábláblá O senhor Presidente da República teve um discurso muito responsável, muito galvanizador. Foi um Presidente da República da esperança bláblábláblá blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblá O Presidente da República saberá, com certeza, os temas que escolhe. Aquilo que nos parece é que faz sentido falar da agricultura, que é um tema muito importante blábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblá Gatunos! Gatunos! Gatunos! Demissão! Demissão! Gosto muito de paradas militares. Por isso cá estou. Mas que estão a fazer aqui estes gajos do Governo, que só têm dado cabo do país? (...) Nobre povo, nação valente (...) Às armas! Às armas!» [DN]
   
Autor:
 
Baptista Bastos.

 Cavaco, de PR a PT (Personal Trainer)
   
«Cavaco Silva fez um discurso banal no 10 de Junho - um país na agonia merecia maior empenho do Presidente. Das jornadas de Elvas, de interessante só o convite de Cavaco aos portugueses: façam desporto. Deu-me, ontem, para gozar com aquilo. Errei. Mesmo que o Presidente abdique das suas obrigações - e para nada aponte, ou aponte mal -, cabe ao humilde cronista ajudá-lo a ajustar a mira. Desporto, disse ele? Seja, deveria ter eu dito, aplicando a técnica do jiu-jitsu. Pegando no apelo do desporto, servir-me da antiga arte marcial que, com suavidade, se aproveita do impulso do adversário levando-o para onde ele deve ir. Se Cavaco Silva quer passar de PR para PT (Personal Trainer) de todos os portugueses, seja. Eu deveria aceitar a ideia e desviar-lhe o impulso. O que devia ter escrito na crónica de ontem só agora faço. Então, que todos os dias, pela manhã, os desempregados se reúnam na Praça Afonso de Albuquerque. Do alto dos jardins do Palácio de Belém, o Personal Trainer , discursa: "Vamos fazer 20 jumping jacks, um, dois, abrir, fechar, um, dois..." Tinha vantagens. No plano interno, Cavaco mostrava ser capaz de ir mais longe do que os políticos: o Governo ataca as gorduras do Estado, Cavaco as de todos os cidadãos - seria um PEC muito à frente e saudável. No plano externo, até os nossos vizinhos invejariam. Diriam as manchetes de El País e El Mundo: "Los parados portugueses se menean!" Parados a mexerem-se é uma boa ideia.» [DN]
   
Autor:
 
Ferreira Fernandes.
   
     
 Afinal, há muitos palhaços
   
«Segundo disse, à margem de uma visita à Feira Nacional da Agricultura em Santarém, só haverá provimento orçamental para pagar os subsídios depois de aprovado o Orçamento Retificativo, que se encontra na Assembleia da República (e só será votado dia 19).

"Então, disse, teremos os instrumentos para pagar", afirmou Pedro Passos Coelho, que também sublinhou ser "claro" desde abril que os subsídios só seriam pagos em novembro.» [DN]
   
Parecer:
 
O que não falta neste país é palhaçada.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
      
 Das ameaças à caridade
   
«"Espero que exista da parte dos professores, que são profissionais e que têm a noção do transtorno e da gravidade, que possibilitem aos estudantes a realização destas provas", disse esta manhã, em Santarém, o primeiro ministro.

Pedro Passos Coelho frisou que os testes finais do secundário são "exames muito importantes e devem estar espaçados uns dos outros", sublinhando a dificuldade de fazer os calendários destas provas.» [DN]
   
Parecer:
 
Primeiro ameaçou os professores, agora apela à caridade, a verdade é que Passos Coelho arpoveitou e promoveu o confronto com o professores convencido de que isso lhe traria vantagens melhorando a sua imagem. Enganou-se, neste país só o professor Marcelo e o outro que está em Belém apoiam e confiam neste governo e neste primeiro-ministro.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se a passos Coelho que faça o mesmo que faz com os alemães, que rasteje.»
   
 Despedimento colectivo em preparação por Cristas
   
«Assunção Cristas, que falava na comissão do Ambiente e Ordenamento do Território, em resposta às perguntas dos deputados Heloísa Apolónia (Verdes) e Paulo Sá (PCP), anunciou ter pedido "a todos os dirigentes que olhassem para os seus serviços" e que nas "funções que forem deixando de ter relevância" as pessoas fossem "encaminhadas para a requalificação", sendo certo em matéria de rescisão amigável "o pontapé de saída cabe ao trabalhador".

Segundo a ministra, a intenção é "perceber onde há gente a mais e a menos" e que esse trabalho "pressupõe alterar os serviços como estão neste momento organizados e como podem sê-lo em virtude da reestruturação".» [DN]
   
Parecer:
 
Os bondosos ministros do CDS começam a mostrar o seu papel, tornando evidente a responsabilidade de Paulo Portas em todo este processo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»
   
 Volta Cavaco!
   
«O Governo e o grupo parlamentar do PSD confiam que Cavaco Silva promulgará a tempo a lei com que a maioria conta para poder adiar o pagamento dos subsídios de férias aos funcionários públicos.

"Há da parte do Governo a expectativa, assente nos contactos informais mantidos com Belém, de que a lei estará em vigor até ao final do mês", afirmou hoje no Parlamento o deputado social-democrata Duarte Pacheco.» [Expresso]
   
Parecer:
 
Cavaco é o subsecretário do secetário de Estado do ministro da Presidência.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
   
 A anedota
   
«O consultor do governo, António Borges, diz que os portugueses reconhecem que “a situação não podia continuar como estava” e estão “muito alinhados” com o rumo do país, defendeu em entrevista ao programa “Terça à Noite” da "Renascença".

O responsável para as privatizações considera que “o que há de mais construtivo em Portugal, é que há da parte dos portugueses, não só dos trabalhadores e em particular dos desempregados, mas também das famílias, um certo reconhecimento de que a situação não podia continuar como estava”.» [i]
   
Parecer:
 
O loirinho está a perder a lucidez.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»
   
 Não pagamos!
   
«O primeiro-ministro afirmou esta quarta-feira que a deliberação de Conselho de Ministros que dá ordem aos serviços para ignoraram a lei que determina que os subsídios de férias devem ser pagos, na íntegra, em Junho, não é justificada por problemas de financiamento.

"O problema não é um problema de financiamento, como já foi dito", afirmou o primeiro-ministro, em resposta às questões dos jornalistas.

Pedro Passos Coelho recusou as críticas dos sindicatos e da oposição, que acusam o Governo de estar a tomar uma decisão "ilegal".» [Jornal de Negócios]
   
Parecer:
 
Por este andar ainda os ministros viram-se de costas para o povo, baixam as calças e mostra o cu com um "não pagamos!".
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Apresente-se a ideia ao antigo líder da JSD.»
   
 Estranho entendimento
   
«O gabinete de Vítor Gaspar confirma que foram cancelados os contratos financeiros assinados entre as empresas públicas e o JPMorgan. “Está normalizada a relação entre entidades do sector público e esta instituição financeira”. Não são adiantadas quais as poupanças conseguidas com este entendimento.» [Jornal de Negócios]
   
Parecer:
 
Entenderam-se ontem à noite.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao Gaspar se a reunião ocorreu ainda no gabinete ou se já foi na cama.»
   
 Até parece que foi ele que emprestou o dinheiro
   
«"Penso que é altura de reponderar a composição dessa equipa porque temos uma instituição que é o Fundo Monetário Internacional e temos uma Comissão [Europeia] e um Banco Central Europeu e o que nós sabemos é que os objetivos e as visões do Fundo Monetário Internacional não coincidem com as visões e os objetivos da União", afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, numa entrevista à SIC, que apenas será divulgada na íntegra no sábado de manhã.

Cavaco Silva, que se encontra em Estrasburgo no âmbito de uma visita que está a realizar até quinta-feira às instituições europeias, reconheceu que "talvez o FMI tenha sido muito útil numa primeira fase", mas neste momento deve-se começar a pensar que "para o desenho e para o acompanhamento de políticas de países em dificuldades financeira da União devem ser apenas representantes dessa mesma União, das instituições dessa mesma União, a tratar do assunto".» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
Cavaco parece estar convencido de que alguém o ouve.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se com ar condescendente, o senhor já tem uma idade avançada e a sua lucidez não está nos melhores dias.»
   
 Haja quem o diga, Durão é um incompetente ambicioso
   
«“O senhor Barroso deve ir-se embora, e depressa. A sua falta de coragem e a sua ineficácia prejudicaram decididamente muito os europeus”, afirmou em comunicado a deputada europeia do PPE (Partido Popular Europeu, centro-direita).

A ministra do executivo de Sarkozy condenou a intenção de Barroso de querer negociar, em prejuízo, na sua opinião, da defesa da exceção cultural europeia, um acordo de livre comércio com os Estados Unidos.

“Para que serve a Comissão Europeia se, por medo dos seus parceiros comerciais, ela se recusa a defender os europeus e tudo o que constitui a nossa especificidade? O senhor Barroso está a curvar-se perante os Estados Unidos antes mesmo de as negociações começarem”, sustentou.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
Aos poucos a Europa vai conhecendo o cherne.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se.»
   
 O respeitinho é muito bonito
   
«De acordo com a mesma fonte, o tribunal considerou que ficou provado que o arguido, de 25 anos e residente em Campo Maior, cometeu um crime de difamação, tendo sido condenado a 200 dias de multa, à taxa de 6,50 euros por dia.

Fonte próxima do arguido adiantou à Lusa que o homem vai recorrer da sentença aplicada pelo Tribunal de Elvas.

O homem foi detido pela PSP no domingo, em Elvas, por injúrias ao Presidente da República, tendo sido constituído arguido.

A detenção ocorreu pelas 18:15, quando o Presidente da República visitava os militares que estavam instalados na Mata do Emigrante, no centro daquela cidade alentejana, para participarem nas cerimónias oficiais do 10 de Junho.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
Só vale aplaudir Cavaco.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
   
 Há um problema no ensino básico
   
«Os dados relativos às classificações das provas do primeiro ciclo do ensino básico, que se realizaram no início de maio, foram hoje divulgados pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Os alunos são classificados numa escala de 0% a 100%, e as notas começam a ser consideradas positivas a partir dos 50%.

No extremo oposto à nota zero, houve dois alunos que conseguiram a nota máxima a Português – a classificação de 100% - e 222 que conseguiram o mesmo feito em Matemática.

Entre os mais de 106 mil alunos que se apresentaram aos exames de Português e Matemática, 740 tiveram 90% ou mais na prova de Português, enquanto que, na disciplina de Matemática, foram 5339 os que conseguiram um resultado igual.

Já do lado das negativas mais baixas, foram 917 os alunos que conseguiram 10% ou menos na prova de Português, e 908 os que não ultrapassaram a marca dos 10% a Matemática.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
Não basta a apresentação e tratamento dos dados, é preciso analisá-los do ponto de vista humano e social e explicá-los. Uma nota baixa é uma situação de insucesso, quase 0% ou mesmo 0% é um problema que ultrapassa a escola.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Estude-se o problema com seriedade.»
   
 Será que Crato sabe o que é uma greve?
   
«“Os professores, naturalmente irão vigiar os exames. Serão convocados para as escolas e para vigiar os exames. A nossa orientação para as escolas é essa”, disse o ministro aos jornalistas.

O Ministério da Educação decidiu recorrer para o Tribunal Central Administrativo (TCA) da decisão do colégio arbitral que optou por não decretar serviços mínimos para a greve de professores que coincide com o primeiro dia de exames nacionais do Ensino Secundário.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
É lógico que com ou sem greve os professores seriam sempre convocados, depois logo se vê se fazem ou não greve. O que o ministro não pode pensar é que usar a convocatória como ameaça ou chantagem, não pode passar a ideia de que quem fizer greve pode ser despedido por ter ficado numa lista negra do ministro. Ou será que é mesmo isto que o ministro insinua quando fala de convocatória.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao Crato se já começou a colocar a dinamite para implodir o ministério da Educação, tal como prometeu no passado. Se sobrasse dinamite podia aproveitar e fazer implodir o gabinete do Passos Coelho.»
   
 A ajuda de Cavaco a Gaspar
   
«O homem de 25 anos que foi detido no domingo passado em Elvas por difamar o Presidente da República, Cavaco Silva, foi condenado em tribunal a uma multa de 1300 euros.

“Não queria ofender ninguém, agi por impulso”, explica Carlos Costal, que foi levado para a esquadra em frente da mulher e dos filhos. 

Residente em Campo Maior, o homem conta que tinha ido a Elvas com a família ver a exposição de material militar que foi montada na Mata do Emigrante por ocasião das comemorações do Dia de Portugal quando viu acercar-se a comitiva com Cavaco. Os impropérios motivados pela indignação com o estado a que chegou o país saíram-lhe ligeiros: “Vai trabalhar mas é! Sinto-me roubado todos os dias”, recorda ter disparado em direcção ao Presidente. Mas os dois agentes à paisana que o ouviram a vituperar Cavaco Silva garantiram em tribunal que o habitante de Rio Maior se esticou mais do que isso nos insultos, coisa que o próprio nega: “Dizem que lhe chamei chulo e malandro. Não são sequer palavras que me assistam, que eu use no dia-a-dia”.

Nesta quarta-feira foi condenado a 200 dias de multa, a uma razão de seis euros e meio por dia, o que perfaz 1300 euros – quantia superior ao ordenado que aufere mensalmente. “Vivemos num país democrático e exerci o direito que assiste a qualquer cidadão, de liberdade de expressão”, vinca, inconformado com a condenação por difamação, de que tenciona recorrer. “É uma situação que não lembra ao diabo, numa altura em que há protestos de norte a sul do país. Devem querer fazer de mim exemplo, para mais ninguém protestar.”

Segundo Carlos Costal, foi só depois de contactarem a Presidência da República que os agentes da esquadra de Elvas o informaram de que seria levado a julgamento. Caso contrário, tudo ficaria pela sua mera identificação pela polícia, assegura. “Fui detido em frente dos meus filhos, vejam bem a vergonha por que passei. Se podia ter usado outras palavras? Claro que podia. Mas agi espontaneamente, não foi com maldade”.» [Público]
   
Parecer:

Pobre Presidência da República, pela primeira vez um Presidente recorre às polícias e aos tribunais para proteger a sua dignidade.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se o espectáculo triste.»
      
 Agora a culpa é da troika
   
«O primeiro-ministro criticou as instituições que compõem a troika de credores internacionais por mostrarem em público “divergências grandes” em relação às estratégias a adoptar para os países intervencionados, como aconteceu sobre a Grécia, uma vez que isso provoca “instabilidade” nas pessoas e nos mercados.

“É um prejuízo para toda a gente que as instituições da troika se coloquem no plano público com divergências tão grandes. Porque isso gera, evidentemente, instabilidade e incerteza nas pessoas, em particular na Grécia, mas também nos mercados de uma maneira geral”, afirmou Pedro Passos Coelho nesta quarta-feira à margem de uma visita à Feira Nacional da Agricultura, em Santarém. “É claro que ajudaria que as instituições da troika evitassem este espectáculo público de estarem a dar motivos que podem suscitar a desconfiança dos mercados.”» [Público]
   
Parecer:

Um dia destes vão ser os gregos a pedir a Passos que deixe o seu país em paz e deixe de o difamar sistematicamente.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»


   
   
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