sexta-feira, março 21, 2014

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento

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Castelo de Castro Marim
  
 Jumento do dia
    
Marco António, o pequenino imperador do PSD

Quando um dia se tiver de eleger a personagem mais ridículo deste período esse belo troféu só pode ir para o pequeno Marco António, um porta-voz do PSD a quem já ninguém presta qualquer atenção. Este senhor acha que a política faz-se atirando penicos de xixi para cima dos seu adversários.

«"O PSD acredita que estas vozes são as mesmas que no passado diziam que havia uma espiral recessiva e que o caminho que estávamos a fazer não ia levar a lugar algum", disse em declarações à Lusa, o porta-voz e coordenador dos sociais-democratas, Marco António Costa.» [Notícias ao Minuto]
 
 Adivinhem quem disse isto

"Estes senhores da Função Pública orientados por sindicatos de esquerda entram em greve por dá cá aquela palha. Porquê? Onde é que estão a contribuir para a recuperação do País?"

Ajudas:

  • É um canhalha que transferiu a sua fortuna para a Holanda a fim de pagar menos impostos em Portugal.
  • É um dos empresários que mais ganhou com o modelo económico cujo crescimento era assente na procura interna e que foi durante anos promovido por aquele que mais tarde se lembrou dos bens transaccionáveis.
  • É um sacana que usa uma fundação para comprar intelectuais mercenários a fim de ajudar a direita em todas as eleições.
  • É um sacana que não se importa de lançar conflitos no país porque tem a sua fortuna a salvo.

Já Perceberam? Pois, foi o conhecido merceeiro holandês, o campeão das palmas a Passos e Cavaco nas missas no Jerónimos. Acham que ele é um grande ... ? Concordo.

 Cavaco Silva

O que pensar de um presidente que em vez de promover o debate de ideias limita-se a exonerar os que discordam das suas? Depois de ter exonerado os seus dois consultores só merecia ter sido exonerado pelos portugueses.
   
   
 Uma conspiração internacional contra Passos e Cavaco
   
«Foram 74 as personalidades de várias franjas políticas e sociais portuguesas que subscreveram o manifesto em defesa da reestruturação da dívida pública do país. E são 74 os economistas estrangeiros, muitos com cargos de relevo a nível internacional, que expressam, agora, o seu apoio face ao documento que tanta celeuma gerou, conta a edição desta quinta-feira do jornal Público.

Assim pode ler-se num manifesto assinado por 74 notáveis. E não, não se trata do já famoso manifesto dos 70, subscrito por 74 figuras de vulto do país. Antes, de um documento que, além de ter como denominador comum o número de signatários, partilha uma mesma causa: a reestruturação da dívida pública portuguesa. Mas este segundo manifesto reveste-se ainda de uma outra particularidade, a de os seus subscritores serem economistas internacionais de proa.

E é desta forma que o documento que fez estalar o verniz tanto do primeiro-ministro Passos Coelho, que se referiu ao grupo como “essa gente”, acusando-o de “irrealismo”, como do Presidente da República, Cavaco Silva, que chegou a exonerar dois conselheiros seus que apoiaram a causa, transpõe a fronteira portuguesa e recebe apoio por parte de figuras de 20 nacionalidades distintas, realça a edição de hoje do jornal Público.

Ora, o novo manifesto recomenda, na senda do seu antecessor, “a rejeição das ideias da ‘recessão curativa’ e da ‘austeridade expansionista’ e os programas impostos a vários países”, reportando-se ao caso de Portugal, onde salientam o facto de que “a austeridade agravou a dívida pública e impôs sofrimento social à medida que as pensões e salários foram sendo reduzidos”, cita o Público, que teve acesso ao documento.

Marc Blyth, da Universidade de Brown, EUA, e autor do “melhor livro de 2013 pelo Financial Times, José António Ocampo, ex-ministro das Finanças colombiano e secretário-geral adjunto das Nações Unidas, e hoje consultor da ONU e do Independent Evaluation Office do FMI, além de vários editores de revistas científicas de economia, constituem apenas alguns dos signatários deste manifesto.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Pobres Passos e Cavaco, estão a ficar numa posição muito difícil.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Cavaco se vai exonerar todos os que discordem dele.»
  
 Não estamos livres do "Livre" 
   
«O Tribunal Constitucional deu luz verde ao Livre. Os juízes do Palácio Raton não encontraram ilegalidades nas mais de 7500 assinaturas que a lei exige para a constituição de um novo partido.

Há, assim, mais um ator no panorama político nacional, perfeitamente a tempo de ser posto à prova nas eleições europeias de 25 de maio.» [Expresso]
   
Parecer:

Um partido unipessoal para tentar meter o líder em Estrasburgo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Agradeça-se ao senhor o esforço que faz para unir a esquerda.»
   
 Em Portugal só a opinião dos credores conta para o governo
   
«O Governo desvalorizou o apoio dado por figuras internacionais ao chamado Manifesto dos 70 para a reestruturação da dívida, dizendo que a única questão que poderia ter relevo era se algum dos signatários fosse uma entidade credora do país.

"A única questão que pode ter relevo aqui é se alguma dessas entidades é credora. Se não forem credores internacionais, a opinião internacional para uma matéria como esta não parece que seja de muito relevo para o nosso país. Se forem credores com certeza que seria importante", declarou o ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.» [Jornal de Notícias]
   
Parecer:

É de ir ao vómito.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
     

   
   
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