sexta-feira, novembro 08, 2013

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 

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BIODIVERSIDADE DE LISBOA

Flores da Quinta das Conchas

 Jumento do dia
    
Hugo Soares, deputado do PSD

Os eleitores que elegeram um deputado esperam que este seja honesto, que analise a realidade com rigor e que nos assuntos que lhes diga respeito  não os aborde segundo os interesses conjunturais do seu partido e muito menos que o faça  com o objectivo de brilhar ou dar graxa ao chefe.  forma como o deputado analisa os dados, considerando que houve criação de emprego é, no mínimo, pouco honesta, o deputado esquece que está analisando o emprego no Verão e que milhares de portugueses estão abandonando, fugindo ou mesmo mandando o país e o seu governo à fava.

Basta uma leitura breve do comunicado do INE para se perceber como o deputado está a aldrabar os números, há uma redução da população empregada:

«A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2013 foi de 15,6%. Este valor é inferior em 0,2 pontos percentuais ao do trimestre homólogo de 2012 e inferior em 0,8 pontos percentuais ao do trimestre anterior.
A população desempregada foi de 838,6 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 3,7% e uma diminuição trimestral de 5,3% (menos 32,3 mil e menos 47,4 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 553,6 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 2,2% e um aumento trimestral de 1,1% (menos 102,7 mil e mais 48,0 mil pessoas, respetivamente).»

PS: o comportamento de Alberto João, que pratica terrorismo administrativo, justificaria a escolha do liderzinho da Madeira. Mas o director-geral do Jumento decidiu não atribuir o galardão a esse badalhoco.

«O deputado do PSD Hugo Soares reagiu ao recuo da taxa de desemprego, salientando que os números hoje apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) são uma “nota extremamente positiva” que indica que Portugal está a dar “os primeiros sinais de recuperação”, mesmo que “ténues”. O deputado deixou ainda duras críticas aos discursos dos partidos de oposição.
  
“Neste último trimestre, mais de 48 mil portugueses encontraram um trabalho”. Foi assim que Hugo Soares, deputado do PSD, começou por comentar a descida da taxa de desemprego em Portugal, agora fixada nos 15,6%, de acordo com dados do INE hoje divulgados.» [Notícias ao Minuto]
 
      
 Os vinte euricos
   
«Cada professor, sem vínculo à função pública, que quiser candidatar-se à colocação numa escola no próximo ano letivo terá de pagar, no mínimo, 20 euros ao Estado. O que dizer desta enormidade, mais uma, com a assinatura do ministro Crato? Talvez colocá-la em corpo 16, talvez lembrar todas as outras ideias bestiais do mesmo autor. Por exemplo, o ensino dual, que podia ser uma boa solução pedagógica e económica, uma resposta às necessidades concretas do mercado de trabalho, mas que com o dedo rancoroso de Crato se transforma em arma de destruição da mobilidade social, castigo para alunos e famílias. Ou então recordar o corte profundo no orçamento do ensino público em 2013-2014, enquanto se aumenta o financiamento das escolas privadas e associativas. Ou, porque não, o fim da obrigatoriedade do Inglês no ensino básico, que acabou, em boa hora, por morrer no tinteiro ministerial.
  
Nuno Crato vai chamar o quê a esta coisa inacreditável? Taxa moderadora, para intimidar as candidaturas de milhares de professores desesperados e sem alternativa senão pagar os 20 euricos? Taxa de luxo, porque realmente é um privilégio ter trabalho - digo: candidatar-se a um emprego - num país com um milhão de desempregados e que assim ficará nos próximos anos? Ou talvez queira chamar-lhe simplesmente multa porque, para ele, quem hoje ainda insiste em ser professor não percebe, não entende que circula em contramão.
  
Permito-me, então, sugerir um imposto de selo, mas às ideias analfabetas do ministro que ambiciona ser fonte de receitas, não de conhecimento. Crato não quer ser despesa, é essa a sua pulsão dominante. Ele nem imagina o muito que está a custar ao país. Não são apenas as ideias incapazes e os métodos de guerrilha pessoal, são os muros que ele levanta a cada passo e que bloqueiam tudo à sua volta, em todas as áreas da governação, não apenas na dele.
  
O Ministério da Educação e os sindicatos de professores vivem hoje entrincheirados numa guerra suja. Talvez seja aqui, mais do que em qualquer outro ministério, que se torna mais chocante o grau de impreparação. As dificuldades financeiras tornam inevitáveis os sacrifícios, a poupança, a redução de professores. É verdade, não há dinheiro. Mas na educação exige-se mais, porque não se joga apenas o presente (isto é tão simples que até custa escrever...), determina-se o futuro próximo.
Crato não olha para a frente, olha para o chão, espezinha, suprime, humilha; e assim torna um pouco mais respeitáveis alguns dos sindicatos mais imobilistas que há em Portugal. Não tenho dúvida alguma: são restos do mesmo caldo, embora hoje o ministro se inspire no ar do tempo e no que ele julga serem as boas práticas do sector privado, o procurement, blá-blá-blá. O funcionário Crato não pensa, martela banalidades. O que sobra é isto: o ensino público transformado num vazadouro de lugares-comuns.» [DN]
   
Autor:
 
André Macedo.
   
   
 O PSD no seu melhor
   
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Mas que belo anexo, aposto que a idiota também gozou com os projectos de Sócrates
  
«Ampliar uma moradia sem licença camarária não é coisa inédita. Mas requerer ao presidente da câmara o arquivamento do processo de embargo e da respectiva multa com a falsa alegação de que o acrescento da casa tinha sido demolido é menos vulgar. E, depois disso, construir mais um anexo sem licença e em violação do Plano Director Municipal mais raro é.

Mas quando se sabe que tudo se passou há cerca de dez anos, mantendo-se ainda hoje as duas construções ilegais, e que a infractora era vereadora da câmara que lhe embargara a obra três anos antes, as coisas tornam-se mais complicadas. E que pensar quando a vereadora em causa foi vice-presidente da câmara no mandato que agora terminou; foi número dois da lista de um dos partidos candidatos às últimas eleições autárquicas no mesmo município; e é um dos 18 membros da comissão política nacional desse partido?

A vereadora desta história chama-se Maria da Trindade do Vale (62 anos) e o partido pelo qual foi eleita vereadora da Câmara de Valongo (distrito do Porto), e de cuja comissão política nacional é membro, é o PSD.» [Público]
   
Parecer:

Sendo amiga do Passos Coelho até pode construir mais meia dúzia de anexos.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se em cima da imbecil»
   
 Português teve uma gravidez de risco!
   
«Um homem de Castelo Branco foi notificado pela Segurança Social para pagar 41,10 euros que terá recebido indevidamente durante a sua “gravidez de risco”, em Outubro e Novembro de 2008.

A notícia foi avançada nesta quarta-feira pelo jornal regional Reconquista, que publica uma cópia da carta, datada de 1 de Novembro. No documento pode ler-se que “se encontra a pagamento, no prazo máximo de 30 dias”, a importância de 41,10 euros “referentes a acertos de ausências por gravidez de risco de risco [sic] de Outubro e Novembro de 2008 indevidamente pagos”.» [Público]
   
Parecer:

A Administração Pública no seu melhor.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se conhecimento ao Lambretas.»
   
 Mais um que se queixa da reforma
   
«A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2013 foi de 15,6%. Este valor é inferO antigo rei dos belgas, Alberto II, considera insuficiente a dotação anual de 923 mil euros que lhe é atribuída desde a sua abdicação em julho e negoceia discretamente para que alguns dos seus gastos sejam pagos pelo Estado, revela hoje o jornal 'Le Soir'.

Durante os 20 anos do seu reinado, de agosto de 1993 a julho de 2013, Alberto II recebia uma dotação anual de 11,5 milhões de euros. Mas desde que entregou o trono nas mãos do seu filho Filipe, a 21 de julho, só recebe 923 mil eu» [DN]
   
Parecer:

Já não é só o marido da Dra. Maria Silva.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
   
 Bandalho
   
«Contrariamente ao que disse ontem. o presidente do Governo Regional da Madeira mandou mesmo executar as dívidas de eletricidade das câmaras municipais perdidas pelo PSD nas últimas eleições autárquicas.

Um despacho da presidência do Governo Regional da Madeira, de 25 de uutubro e assinado pelo chefe de gabinete Luís Nuno Olim, divulgado esta manhã pelo "Diário de Notícias da Madeira", confirma a ordem de Alberto João Jardim.

O despacho foi enviado a todos os membros do Governo e à administração da Empresa de Eletricidade da Madeira, e contém ordens claras para executar as dívidas da Câmara do Funchal, mesmo que esta ofereça "resistência".» [Expresso]
   
Parecer:

Estamos assistindo à decadência acelerada daquele que chegou a pensar que mandava na Madeira e que chegou a perfilar-se para candidato a Belém.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Diga-se ao badalhoco que tenha vergonha na cara.»
   
 Não seria melhor o MP designar um magistrado para o BES
   
«O departamento de mercados do BES está a ser alvo de buscas efetuadas por parte de elementos do Ministério Público, confirmou o Expresso junto de fonte ligada ao processo.

Em causa estará uma investigação que decorre acerca do processo de venda de ações da EDP. Uma transação que envolveu o BES Vida e o BES Investimento e na qual terá havido uma eventual utilização de informação priveligiada. 

Em fevereiro do ano passado, quer o presidente do BES Investimento, José Maria Riccioardi, quer o administrador do BES, Amical Morais Pires, disseram estar tranquilos com a investigação do Ministério Público. A transação de venda das ações da EDP detidas pela BES Vida ao BES remonta a 2008. » [Expresso]
   
Parecer:

Começam a ser demasiado frequentes as incursões da justiça nas empresas do grupo BES:
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Investiguem-se as causas de tal protagonismo judiciário.»
   
 Governo sai em defesa de Durão Barroso
   
«O ministro da Presidência considerou hoje que, se Portugal não cumprir o seu programa de assistência, a alternativa será pior, subscrevendo as afirmações do presidente da Comissão Europeia sobre os riscos da eventual inconstitucionalidade de medidas orçamentais.

"Quaisquer dúvidas sobre a determinação do país de concluir o programa têm efeitos profundamente negativos para a nossa situação. Se Portugal, porventura, não conseguir cumprir esse programa, a alternativa será seguramente pior", declarou o ministro da Presidência, Luís Marques Guedes, na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros.

Segundo Luís Marques Guedes, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, não exerceu pressão sobre o Tribunal Constitucional português, mas apenas expressou uma opinião e uma evidência, como tinham feito vários membros do Governo PSD/CDS-PP: "Dizer que a expressão dessas opiniões, eu diria dessas evidências, é uma forma de pressão, com toda a franqueza não consigo perceber porquê. É a mera constatação de uma realidade".

Em causa estão afirmações de Durão Barroso feitas na quarta-feira, em Bruxelas, com o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, ao seu lado, sustentando que se as principais medidas orçamentais para 2014 forem declaradas inconstitucionais Portugal terá de adotar "medidas provavelmente mais gravosas e que provavelmente terão um efeito mais negativo em termos de crescimento e emprego", o que "poderá sem dúvida colocar em causa o regresso de Portugal aos mercados na data prevista".» [i]
   
Parecer:

Durão Barroso ignorou o seu estatuto.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se esta vergonha.»
   
 Previsões pouco previdentes
   
«O Conselho de Finanças Públicas tem duas conclusões a tirar da proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo governo: está recheada de riscos e, sem consensos, as medidas previstas são mais temporárias que definitivas.

A falta de consensos, a possibilidade do impacto das medidas no consumo privado estar a ser subestimado e o risco de serem demasiado altas as expectativas, quer quanto ao aumento do investimento e quer quanto ao contributo da procura externa para o crescimento do PIB, são em traços largos os pontos críticos assinalados plo Conselho de Finanças Públicas.

A instituição considera que não existe um programa estruturado de consolidação e gestão orçamental que reúna consenso e que isso pode fazer com que as medidas sejam reversíveis, o que não é positivo.» [TSF]
   
Parecer:

POuco previdentes, aldrabadas ou incompetentes.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
     

   
   

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