segunda-feira, abril 13, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



 Foto Jumento


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Flor do Parue Florestal de Monsanto, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Paulo Macedo

Exemplos como este mostram que o mesmo Paulo Macedo que desnata o SNS em favor do privado ainda usa este como se fosse uma coutada do PSD.

«Um dos vogais da Administração Central do Sistema de Saúde, Luís Matos, vai trocar o cargo que ocupa neste organismo por um lugar no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, cujo conselho de administração é presidido pelo também social-democrata Carlos Cadavez.

Licenciado em administração e gestão de empresas pela Universidade Católica do Porto, Luís Matos prepara-se para ocupar o lugar de vogal no centro hospitalar nos próximos dias. Razões de natureza familiar estarão na origem da transferência do gestor, cuja chegada deverá implicar uma redistribuição de competências.


Em apenas um ano, Luís Matos foi nomeado para assumir cargos idênticos em três organismos do Ministério da Saúde. Em Março de 2014, este militante do PSD assumiu funções executivas no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho. Seis meses depois, era nomeado para vogal do conselho de administração da Administração Central do Sistema de Saúde. Agora o Ministério da Saúde volta a propor o seu nome para vogal do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.» [Público]


 Papa acusa a Turquia de genocídio
   
«A palavra utilizada foi “genocídio”, “o primeiro genocídio do século XX”. Foi desta maneira que o Papa Francisco se referiu ao assassinato em massa de arménios sob o domínio otomano na primeira Guerra Mundial, durante uma cerimónia no Vaticano onde se assinalavam os 100 anos da Grande Guerra. É certo que a declaração política do líder da Igreja Católica não vai agradar à Turquia, que tem negado sempre que as mortes tenham sido uma “limpeza étnica”.

A Arménia, apoiada por vários historiadores, tem reafirmado sistematicamente que 1,5 milhões de pessoas foram assassinadas às mãos das forças do império Otomano em 1915, num massacre que é visto por estudiosos em todo o mundo como o primeiro genocídio do século XX. A Turquia, contudo, nega esta classificação, afirmando sempre que o número de mortes está inflacionado e que se tratavam de vítimas da guerra civil. Segundo Ancara, o número de mortes não ultrapassa as 500 mil.» [Observador]
   
Parecer:

Há que acusar os turcos do que fieram no passado e no que hoje fazem aos curdos, bem como o apoio dado aos extremistas do Daesh.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se.»

 FMI tentou restruturar a dívida grega em 2010
   
«Uma pequena equipa secreta de técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) trabalhou, fora das instalações da sede do FMI, em Washington, para gizar um plano de reestruturação direta da dívida grega. Foi na primavera de 2010, nos meses que antecederam o primeiro resgate a Atenas, e participaram nesses trabalhos representantes dos governos da Alemanha e de França, revela um trabalho académico de um antigo jornalista do Washington Post e do The Wall Street Journal, Paul Blustein, que está a escrever um livro sobre o papel do FMI na crise da zona euro. A possibilidade de um perdão da dívida logo em 2010 esbarrou, porém, na intransigência de um francês tranquilo mas dado a ataques de fúria quando em causa está o futuro da zona euro.

“Laid Low: The IMF, the Euro Zone and the First Rescue of Greece” baseia-se em entrevistas com “dezenas de participantes chave” e na análise de documentos do FMI. Conta a história das negociações secretas na primavera de 2010, de tal modo clandestinas que “quem esteve envolvido expressa surpresa quando lhes falei nelas”, diz o antigo jornalista do The Washington Post. São escassos os detalhes sobre os modelos em que se trabalhou, tanto que um participante com quem Paul Blustein tentou falar respondeu-lhe que ‘esse é um tema do qual não falarei com ninguém enquanto for vivo‘.

Mas os trabalhos existiram, garante o autor norte-americano, a partir de relatos de fontes tanto do lado do FMI como da Europa. “Com o encorajamento de Strauss-Kahn, técnicos de topo do FMI encontraram-se num hotel em Washington para demonstrar porque é que uma reestruturação da dívida grega seria necessária muito em breve”, escreve o antigo jornalista, que agora se dedica à investigação académica pelo Centre for International Governance Innovation (CIGI), com sede no Canadá.» [Observador]
   
Parecer:

O BCE parece ser um ninho de canalhas e oportunistas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»
  

   
   
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