domingo, fevereiro 05, 2017

Umas no cravo e outras na ferradura




 Já não há respeito...



Nunca se viu este espectáculo a não ser com os líderes da Coreia do Norte, o presidente da maior potência do mundo é gozado desde o polo norte ao polo sul.

 Adivinha: quem é que em tempos inventava factos políticos?



Ao lado do nosso Marcelo esta rapariga é uma aprendiz, foi mais fácil apanhar a mentira do atentado dos iraquianos do que o famoso almoço de Vichyssoise. A diferença é que, como diria Marcelo esta rapariga deve ser lélé da cuca!



 MoMA responde ao troglodita louraço
   
«Sete obras de artistas do Sudão, Iraque e Irão foram instalados na quinta-feira no quinto andar do MoMA, substituindo obras de pintores como Picasso, Matisse ou Picabia, revelou o New York Times.

Entre as obras contam-se trabalhos realizados pelo pintor sudanês Ibrahim El-Salahi e pelo arquiteto de origem iraquiana Zaha Hadid, bem como por diversos artistas de ascendência iraniana como a cinegrafista Tala Madani, o escultor Parviz Tanavoli, o pintor Charles Hossein Zenderoudi, a fotógrafa Shirana Shahbazi e o pintor Marcos Grigorian.

Ao lado de cada trabalho, o museu colocou a seguinte inscrição: "Este trabalho é de um artista nativo de um país cujos cidadãos são impedidos de entrar nos Estados Unidos (EUA), de acordo com o decreto presidencial de 27 de janeiro de 2017".» [Observador]
   
Parecer:

Uma boa resposta.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se..»

      
 Muita parra e pouca uva
   
«A Carris não é só Lisboa. Também é Amadora, Almada, Odivelas, Oeiras e Loures, os cinco concelhos que são abrangidos pela rede das suas carreiras. Numa altura em que o Parlamento se prepara – por iniciativa do PCP, que apresentará propostas de alteração –, para apreciar o diploma que decretou a municipalização da gestão da empresa, o PÚBLICO perguntou aos cinco municípios se teriam interesse em “entrar” na Carris. Só Oeiras e Amadora, presididas por um independente e por uma socialista, admitiram a hipótese.

O “sim” de Paulo Vistas, eleito presidente da Câmara de Oeiras em 203, depois de ter assumido o mandato na sequência da prisão de Isaltino Morais, foi claro. “A Câmara Municipal de Oeiras está disponível para participar na gestão da Carris, se isso se traduzir numa melhoria significativa dos serviços prestados à população e numa melhor articulação com os restantes sistemas de transporte”, assume o autarca.» [Público]
   
Parecer:

Tanta coisa para envolver todos os municípios e, afinal, a vontade destes não é assim tanta.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Questione-se o PCP sobre o silêncio de Loures.»
  
 Mais um traidor
   
«Um juiz federal dos Estados Unidos, James L. Robart, emitiu esta sexta-feira em Seattle, estado de Washington, uma ordem a bloquear temporariamente a directiva de Donald Trump do dia 27 de Janeiro, que proíbe a entrada nos Estados Unidos de cidadãos provenientes de sete países maioritariamente muçulmanos.

A notícia foi avançada pela agência Reuters, que explica que esta é a decisão mais abrangente de quantas até agora têm contestado as primeiras decisões governamentais do novo Presidente americano.

A decisão do juiz James L. Robart, que foi nomeado pelo Presidente George W. Bush, impede no imediato a implementação do veto migratório em todo o país e, simultaneamente, vai permitir a análise em tribunal da queixa interposta no passado dia 30 de Janeiro pelo procurador-geral do Estado de Washington, Bob Ferguson (Partido Democrata), defendendo que a medida tomada por Donald Trump era discriminatória e violava a Constituição americana.» [Público]

«Donald Trump não se deixa abater pela decisão judicial que suspende temporariamente o seu veto migratório a cidadãos oriundos de sete países de maioria muçulmana. E reage com dureza, numa mensagem no Twitter, como sempre: "A opinião deste pseudo-juiz é ridícula e será anulada", escreveu o Presidente dos EUA, aludindo ao despacho proferido na sexta-feira pelo juiz James L. Robart, de Seattle, no estado de Washington, Costa Oeste dos EUA.

Donald Trump assinou um decreto presidencial que suspende por prazo indefinido a entrada de refugiados sírios nos EUA e impõe uma moratória de quatro meses à entrada de refugiados e viajantes de seis outros países muçulmanos. O objectivo, diz o Presidente dos Estados Unidos, é proteger o país de ataques terroristas.» [Público]
   
Parecer:

Isto ainda vai acabar mal, nos EUA quem discorda ou se opõe a Trump é promovido a traidor ou a pseudo-juiz, nenhuma instituição é respeitada pela Casa Branca.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»

 Sequelas do colonialismo
   
«O MPLA, partido no poder em Angola desde 1975, assinalou hoje a passagem dos 56 anos do ataque de nacionalistas às cadeias de Luanda defendendo “mais disciplina” e “controlo” nos gastos nacionais para acabar com as “sequelas do colonialismo”.

Numa nota do bureau político sobre o 4 de Fevereiro de 1961, data que o partido defende como o início da luta armada pela independência, “o MPLA advoga que a libertação total do povo angolano e a liquidação de todas as sequelas do colonialismo” passam pelo “despertar de uma nova consciência para com o trabalho, para o controlo nacional dos gastos, para mais disciplina e melhores resultados, em todos os setores”.

Há precisamente 56 anos teve lugar a primeira revolta organizada contra o regime colonial português, com o ataque à Cadeia de São Paulo e à Casa de Reclusão, em Luanda, onde se encontravam detidos vários independentistas.» [Observador]
   
Parecer:

Um dia destes ainda vão descobrir que o Roque Santeiro, a corrupção e o enriquecimento fácil dos dirigentes é uma sequela do colonialismo. Este MPLA já enjoa.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»

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