segunda-feira, novembro 10, 2014

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Sómbolos maçónicos em jazigo familiar do Cemitério do Alto de São João, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Paulo Portas

Como é sabido as causas da liberdade e da democracia tiveram em Paulo Portas um dos grandes símbolos de luta, no caso particular do Muro de Berlim muitos dos tijolos que lhe faltam eram os que Paulo Portas atirava a Cavaco Silva quando estava à frente do Independente ou com que correu com Manuel Monteiro à pedrada para lhe ficar com a liderança do CDS.

Paulo portas e o seu partido raramente se envolveram em grandes casuas mas na hora das vitórias estão sempre na linha da frente.

«Numa declaração institucional sobre os 25 anos da queda do muro de Berlim, a Comissão Política Nacional do CDS-PP afirma que "hoje, recordamos o 9 de novembro, precisamente a data em que, sem postos de controlo ou passaportes, a Liberdade chegou a milhões de famílias".

"Sabemos que a mudança não começou nessa noite, nem a liberdade chegou imediatamente a todos os povos que ainda viviam sob o totalitarismo comunista, mas 9 de Novembro de 1989 é uma data de fronteira na história contemporânea: nessa noite o mapa da Europa mudou e, desta vez, pela força espontânea de mulheres e homens que queriam ser livres e desejavam uma paz sem medo e um regime sem opressão", afirma a Comissão Política, adiantando que "o Ocidente ou o Leste passaram a ser termos geográficos e não ideológicos".» [Notícias ao Minuto]

 Coincidências

No mesmo domingo em que a nova Alemanha celebrava a queda do muro de Berlim, os ingleses celebravam o Remembrance Sunday lembrando o armistício que pôs fim à Primeira Guerra Mundial, uma das vezes em que a Alemanha destruiu a Europa durante o século passado. A Primeira Guerra Mundial não foi o prometido fim das guerras por culpa dos alemães e o fim do muro de Berlim começa a dar sinais de que não deu lugar à Europa que muito se esperava

 O perfume do ISI

A primeira vez que o jornal Expresso falou dos jihadistas portugueses do ISI mostrava uma jovem feliz num super bem abastecido de guloseimas e a imagem de um saco com uma pistola novinha em folha. Numa casa com excelente aspecto o jovem marido chegava a casa e pendurava a metralhadora como quem pendura um blazer.

O Expresso voltou ao tema para falar da morte de um jihadista, provavelmente em Kobani, e depois de ler o artigo ficava-se com a imagem de um jovem que abraçou e deu a vida por uma causa romântica.

O Expresso não mostrou as imagens da guerra, as execuções em massa, a tortura de jovens, antes pelo contrário, apresentou a guerra como uma causa romântica onde se morre com o conforto de uma UCI. Não disse que o jovem romântico foi para um país que não é seu destruir a cidade de Kobano de onde fugiram muitas dezenas de cursos, onde há provas de tortura de jovens e onde de desenrola uma batalha há mais de dois meses.

Esperemos que os netos de Pinto Balsemão não se deixem levar pelo Expresso não vá algum tero um ataque de romantismo e abraçar a causa do ISIS. A guerra no Iraque e na Síria nada tem de romântico e os que vão para lá matar cidadãos indefesos em nome de causas religiosas não passam de bandidos e se forem atingidos apenas sofrem aquilo que foram para lá fazer a outros.


 A ministra Maria Luís atirou as cartas
   
«A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, disse neste sábado, em Oliveira de Azeméis, que poderá haver “surpresas positivas” em 2015, afirmando que mantém confiança nas previsões do Governo no Orçamento do Estado do próximo ano.

“Acreditamos mesmo que elas [previsões] não são optimistas demais e que teremos margem para conseguir resultados melhores até do que aqueles que estão agora no Orçamento e que podemos ter surpresas positivas ao longo do ano de 2015, porque aquilo que estamos a ver como sinais é francamente encorajador”, disse a governante.» [Observador]
   
Parecer:

Temos uma ministra que não faz previsões, faz palpites. Quando a troika questiona as previsões desvaloriza a sua importância, mas quando fala para o PSD afirma a sua certeza nas previsões e até promete surpresas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  

   
   
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