quinta-feira, junho 11, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Cogumelos do Jardim do Campo Grande, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Cavaco Silva

Os PAFiosos escolheram Lamego para a realização do seu primeiro comício de campanha.

 A justiça portuguesa é uma loja de brinquedos

O Ministério Público parece uma imensa exposição de pistas ... de automóveis.

 Cavacus Buliquemus

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 A mim, Passos Coelho convenceu
   
«Interpelando os jornalistas, ontem, outra vez: "Já conseguiram descobrir uma frase minha em que convido os portugueses a emigrar?", perguntou Passos Coelho. Jornais e telejornais tinham passado o dia a desenterrar frases explícitas sobre aquele convite. Em outubro de 2011, Alexandre Mestre, um secretário de Estado de Passos, convidou os jovens a emigrar. Dois meses depois, o próprio Passos propôs a professores desempregados que emigrassem. As palavras de ambos estão gravadas. E eram a expressão da política de Passos. No ano seguinte, 2012, os portugueses emigraram mais do que em 1966, quando do pico da ida para França. Quando aquelas tolices, de Mestre e de Passos, foram ditas, escrevi a razão que as fazia tolice. Não era lembrarem que havia uma coisa chamada emigração. O meu avô, o meu pai, eu próprio e a minha filha trabalhámos em terra que não nos viu nascer - somos portugueses comuns, sabemos que emigrar está-nos no ADN. A decisão de partir é um direito, e tanto o usarmos só prova que os portugueses sabem ser livres, mesmo em situações adversas. A questão é: aos governantes cabe propor aos portugueses o que fazer cá dentro, não anunciar-lhes que há alternativas lá fora. Um convite a partir é um insulto, é um empurrar para longe do nosso. Mas eis que Passos tomou a iniciativa de voltar ao assunto. Parece que a sua tática eleitoral é mostrar que vai em frente com a pertinácia dos que não têm vergonha. A mim convenceu-me.» [DN]
   
Autor:

Ferreira Fernandes.

      
 As secretas portuguesas no seu melhor
   
«O SIED (Serviços Estratégicos de Informação e Defesa) vai reabrir “antenas” no estrangeiro. O PÚBLICO sabe que, até ao final deste ano, o “ramo externo” do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) vai colocar agentes em Ancara, na Turquia, e na Argélia.

Na gíria dos serviços de informação, estes agentes deslocados para alguns países são conhecidos como “antenas” por a sua função ser captar, monitorizar e enviar informação dos destinos onde estão colocados. As duas colocações previstas até Dezembro de 2015, interrompem um ciclo de contenção iniciado em 2012 por motivos de controlo financeiro no âmbito da política de austeridade seguida pelo Governo. Neste âmbito, os cortes que afectaram os diversos serviços do SIRP – para a além do SIED também o Serviços de Informações de Segurança (SIS) – permitiram, então, uma diminuição de 38,5% nos cargos dirigentes dos serviços.

Admite-se que, de forma gradual, novas “antenas” venham a ser recuperadas durante o próximo ano. Até 2010, o SIED tinha funcionários em 12 destinos diferentes: Marrocos (Rabat); Madrid; Cairo, Moscovo, duas em Bruxelas; Guiné-Bissau; Brasil; Pequim; Angola; Moçambique e Índia. As directrizes de austeridade levaram a que deste lote, apenas permanecessem efectivas cinco: China; Angola; Moçambique; Índia; Brasil.» [Público]
   
Parecer:

Numa próxima notícia vão divulgar os nomes dos agentes, as moradas e os números de telefone.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»
  
 A "virgem vestal"
   
«É a descrição detalhada do último interrogatório a José Sócrates – que não só foi gravado, como está agora espelhado nas páginas da revista Sábado. O que lerá a seguir é uma síntese desse trabalho, contando a reunião em Lisboa ocorrida a 27 de Maio – se quiser ler a integral, vale a pena comprar a revista. Vamos ao guião, ponto a ponto:

O encontro começou com José Sócrates a pedir a palavra. “O que tenho a dizer é muito desgradável, mas tenho de o dizer: estas imputações são falsas, todas elas. Não há neste documento um pingo de verdade. E lamento que o Ministério Público não se interesse pela descoberta da verdade, mas que esteja mais concentrado na perseguição”. Sócrates acusou Rosário Teixeira, responsável pelo processo, de esconder os últimos beneficiários das contas de Santos Silva na Suíça (aquelas que o MP suspeita que serviam de veículo para o ex-primeiro-ministro. “Não é o meu nome que está lá”, disse Sócrates.

De seguida, Sócrates acusaria Rosário Teixeira de o insultar, acusando-o de ser corrupto “só por ter um contrato com uma farmacêutica”. O procurador interrompeu-o nesta fase, negando ter dito algo semelhante. » [Observador]
   
Parecer:

Um artigo a ler.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 A decadência da senhora Moniz
   
«"Eu não queria dizer mesmo nada. Já foi suficientemente ruidoso o que se passou e cada um pode ajuizar por si. Só estou aqui para agradecer às muitas e muitas pessoas que me compreendem. Muito obrigada. Há um mínimo de condições que se exige para que haja respeito, e já só falo daquele respeito que se tem por si próprio sem o qual deixamos de ser quem somos", desabafou a jornalista nas redes sociais, que contactada pelo JN, não quis prestar declarações.

A direção da RTP Informação já anunciou que Barca do Inferno, que conta com a moderação de Nilton e ainda outras duas comentadoras, Raquel Varela e Sofia Vala Rocha, chega ao fim a 29 deste mês e que não voltará na próxima temporada televisiva. Manuela Moura Guedes não voltará ao formato.» [JN]
   
Parecer:

Pobre coitada, recorre ao espectáculo para tentar evitar a decadência.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 Ministra mais incometente era impossível
   
«Acabaram as promoções automáticas na esmagadora maioria dos postos e categorias da GNR. O novo estatuto profissional, apresentado anteontem pela ministra da Administração Interna e a que o i teve acesso, prevê, entre outras mudanças na carreira dos militares, que as promoções deixem de ser automáticas, por antiguidade, e passem a ser feitas por escolha das chefias. As únicas excepções são as subidas a primeiro-sargento e a guarda principal – que continuarão a basear-se nos anos de serviço. 

O documento justifica a medida, logo no preâmbulo, com restrições necessárias aos quadros de pessoal da GNR. “Considerando a necessária gestão de quadros, as promoções dos militares passam a ser genericamente baseadas na modalidade de escolha”, lê-se no novo estatuto, que acrescenta que a progressão na carreira será feita “garantindo-se a selecção dos mais aptos para o exercício de funções inerentes ao posto” seguinte.  » [i]
   
Parecer:

Enquanto na PSP o critério de promoção passou a ser a antiguidade, na GNR decide-se o contrário.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se tanta incompetência numa só ministra.»
  

   
   
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