domingo, junho 28, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Janela na Graça, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Pires de Lima, o senhor das cervejas e das cervejinhas

O ministro da Economia confirma que também, ele não sabe o que é ser democrata e que andou a brincar aos programas e programinhas. Este senhor é um imbecil emproado.

«O Ministério da Economia revelou hoje que houve um pedido "indevido" de informações sobre o programa eleitoral do PS por parte de um serviço daquele ministério, situação que lamenta, mas que não deverá voltar a acontecer.

Segundo fonte oficial, o gabinete do ministro da Economia, Pires de Lima, confirmou não ter dado indicação para que fossem solicitadas aos organismos sob sua tutela qualquer monitorização de medidas propostas pelo Partido Socialista.

"Todavia, após averiguação, apurou-se que, por iniciativa própria indevida seguiu um email para três organismos com pedido de informações por parte de um serviço de um gabinete do ministério", afirma a mesma fonte, acrescentando que "o ministro da Economia já deu instruções para que esta situação, que se lamenta, naturalmente, não volte a ocorrer."» [DN]

 E se Varoufakis fosse gozar com a tia dele

Até agora a extrema-esquerda aliada de parte da extrema-direita grega invocava os resultados eleitorais para defender que topda a Europa estava obrigada a respeitar a vontade eleitoral da Grécia emprestando o dinheiro que fosse necessário nas condições proposta pelo governo escolhido nas últimas eleições gregas.

Agora que se chegou ao impasse vem o ministro das Finanças dizer que o Syriza teve apenas 36% dos votos dos gregos e que um acordo com a troika exige a vontade de 50% + 1 voto. Isto é passados cinco meses de negociações, depois de muitas reuniões do Eurogrupo e de várias reuniões do Conselho o governo grego diz que não tem mandato para vincular a Grécia. Se assim é, isso significa que até aqui toda a Europa devia esquecer a vontade dos seus eleitorado e obedecer à vontade dos tais 36% dos gregos.

Não concordo com o que tem feito a troika, mas esta posição do vaidoso do Varoufakis só merece uma resposta à Almirante Pinheiro de Azevedo, que vá à bardamerda. É óbvio que o Syryza não quer apenas que a Grécia vá à falência, ainda tem esperança de com isso levar a Europa pelo mesmo caminho. Parece que a extrema-esquerda grega sonha com uma revolução à escala europeia.

Se o Syriza defende assim tanto a democracia não esperaria pela última hora do último dia para concluir que não tinha mandato para chegar a um acordo. O Syriza está a gozar com a Europa e com a Grécia. Com acordo ou sem acordo esta forma de negociação da extrema-esquerda grega cvai levar Á destruição da economia Grega ainda antes de qualquer bancarrota do Estado, mais uns quantos dias e os bancos gregos não terão um tostão e se o BCE deixar de financiar a sua liquidez a economia grego entra em colapso muito antes de qualquer referendo.

A estratégia do Syriza é digna de espertalhões e não me admiraria nada que a Europa venha a assistir ao primeiro golpe de estado num país democrático da União Europeia. O Syriza recebeu um mandato para governar e não para brincar com a Europa e com a Grécia.

 Portugal 1 - 0 Alemanha

Depois de a Alemanha perder por cinco num jogo dirigido por um grego já estou a imaginar o Passos Coelho a telefonar à senhora Merkel para pedir desculpa por esta desfeita por parte de um país que além de gastar o que não tem ainda se comporta como pobre e mal agradecido. Esperemos que Passos Coelho não se lembre de convocar u  referendo para perguntar aos portugueses se devemos ir à final ou devemos desistir e dar lugar á Alemanha em sinal de gratidão para com o ministro das Finanças alemão.
  
 Olhem para o mapa

O Iraque, a Síria e a Líbia já não existe, a seguir vai seguir-se a Tunísia e depois a Argélia, brevemente o Estado Islâmico estará às portas da Península Ibérica. Mais a Sul o EI faz-se sentir nuam segunda linha de países, ao longo de todo o Saara.

Foi este o resultado da combinação entre os extremistas islâmicos do governo saudita, da Mossad e dos imbecis americanos e franceses que ajudaram a destruir o Iraque, a Síria e a Líbia em nome de uma imbecilidade cínica a que chamaram primavera árabe. Israel tem razões para estar contente, sem dar um tiro destruiu três países inimigos. As coisas só não correram totalmente como o esperado porque o extremismo dos sunitas não chegou a ameaçar o Irão e no Egipto os militares puseram fim à brincadeira, por pouco a Santa Aliança entre a Mossad, as secretas do Ocidente e os extremismo saudita tinham destruído meio mundo árabe.

Para a América é fácil fazer asneiras no norte de África e na Europa Central porque entre eles está o Atlântico e no meio deste ainda têm um porta-aviões barato chamado Açores,, onde parece quererem instalar as secretas, talvez para escutarem mais uns quantos governos europeus.

 Dúvida

É a Grécia que vai sair do euro ou vai ser o euro a sair da Grécia?


 Ao que a UE chegou!
   
«A dois dias da cimeira entre a União Europeia e a China - a primeira desde que Jean-Claude Juncker e Donald Tusk assumiram a presidência da Comissão Europeia e do Conselho Europeu, respetivamente -, a China mostra-se confiante e acredita que o encontro, que irá decorrer na próxima segunda-feira, em Bruxelas, poderá "injetar novo dinamismo" nas relações bilaterais.  

Em conferência de imprensa em Pequim, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês que tem o pelouro das relações com a União Europeia, Wang Chao, afirmou ainda que a China quer "ver a Grécia permanecer na União Europeia e na zona euro", mostrando-se disponível para "contribuir" para ajudar a resolver a crise grega. 

"Estamos confiantes e, pela nossa parte, queremos contribuir (para uma solução), juntamente com outros", afirmou, sublinhando que "é crucial para a Grécia resolver a sua crise da dívida". E acrescenta que "a China quer ver uma União Europeia forte, estável e unida".  » [Expresso]
   
Parecer:

Já é a China a dizer quem deve ficar e quem deve sair do Euro.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se ao Tsipras que em vez de fazer um referendo solicite uma reunião do comité central do PC Chinês e que meta uma cunha ao maoísta Eduardo Catroga que meta uma cunha ao pró-chinês do Passos Coelho »

 Um dia destes é a democracia que vai estar presa
   
«O Ministério Público (MP) quer constituir arguido o ex-ministro da Administração Interna e actual deputado social-democrata Miguel Macedo no cado dos vistos gold, avança o Diário de Notícias na sua edição deste sábado. Para tal, fez um pedido de levantamento da imunidade à Assembleia da República.

O pedido foi entregue no final desta semana. De acordo com o MP, o ex-ministro é suspeito do crime de prevaricação de titular do cargo político, ou seja, terá favorecido amigos. A pena vai de dois a oito anos de prisão. 

Miguel Macedo confirmou ao Diário de Notícias ter sido informado pelo Parlamento da entrada de um pedido de levantamento da imunidade parlamentar. Recorde-se que o actual deputado do PSD demitiu-se do cargo de ministro, em Novembro passado, devido a estas suspeitas no caso dos vistos gold.» [Público]
   
Parecer:

Cheira mal neste cais.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»

 A anedota do dia
   
«Miguel Relvas reafirma que não beneficiou de qualquer privilégio na obtenção da licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade Lusófona. Em entrevista ao Expresso, o ex-ministro defende que “foi tudo com base nas regras de Bolonha”, acrescentando, “nunca precisei da licenciatura para chegar onde tinha chegado”.

Na primeira grande entrevista desde a sua demissão do cargo de ministro da Presidência e Assuntos Parlamentares, em 2013, e no momento em que ressurgiu no espaço público com a edição do livro O Outro Lado da Governação, Miguel Relvas mantém que não existem quaisquer irregularidades na licenciatura que completou em apenas um ano, fruto dos créditos atribuídos pela Lusófona com base na sua experiência profissional e política. “Estava numa fase da minha vida em que tinha tempo, pedi à universidade, não conhecia ninguém, não tinha privilégio e cumpri escrupulosamente”, disse ao semanário.

Na última quarta-feira, o PÚBLICO noticiou que, na sequência do chamado “caso Relvas”, 105 ex-alunos da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias perderam o grau de licenciado ou mestre, consequência da acção iniciada em 2012 pela Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC). Entre eles não está Miguel Relvas, porque o seu processo foi  remetido pelo Ministério da Educação e Ciência para o Ministério Público, que confirmou existirem  razões para pedir a nulidade do curso de Relvas.» [Expresso]
   
Parecer:

O Relvas argumenta com Bolonha mas a verdade é que a sua licenciatura de Bolonha só tem o molho.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  

   
   
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