domingo, abril 10, 2016

Umas no cravo e outras na ferradura



 Jumento do dia
    
Jornalistas portugueses dos Panama Papers

Na Islândia o primeiro-ministro demitiu-se, na Colômbia a Mossak Fonseca é investigada, no Reino Unido há manifestantes a pedir a demissão do primeiro-ministro, ms em Portugal os jornalistas que se apropriaram do caso estão gerindo a informação a pensar mais nas audiências do que noutra coisa. Sugerem que estão investigando e, entretanto, dizem o que já toda a gente sabia ou atiram nomes sem nada mais do que a consttiuição de empresas e sem justificar porque motivo são esses os nomes para escolher na fogueira da opinião pública.
 
Até parece que a TVI e a Impresa meteu a verdade numa off shore.


 Desilusão

O nome de José Sócrates não aparece na lista da Mossak Fonseca Que grande desilusão para o jornalismo português, para não falar do trio maravilha formado pelo procurador, pelo juiz e pelo inspector.

      
 Quem é o suicida que se segue
   
«José Manuel dos Santos é quem António Costa quer ver agora a ocupar a pasta da Cultura. Amigo do primeiro-ministro, militante do PS, administrador da Fundação EDP, assessor cultural dos presidentes Mário Soares e Jorge Sampaio, José Manuel dos Santos foi abordado pelo chefe do governo quando Costa soube que João Soares se ia demitir.

Mas está a resistir muito porque o cargo nada tem de atrativo comparado com as funções que ocupa na Fundação EDP. O Orçamento do Estado é escasso - e quase que definitivamente devotado à RTP, agora na tutela do ministério - e as pressões do setor são muitas, sobretudo depois de quatro anos à míngua.
António Costa, pelo seu lado, já decidiu dar tempo ao tempo: na segunda-feira voará para Atenas, regressando a Lisboa na terça-feira ao fim da manhã. E só depois arrumará de vez o assunto.
A demissão de João Soares deixou António Costa sozinho, ontem à noite, na inauguração de uma obra do artista britânico Liam Gillick no Museu de Serralves.» [DN]
   
Parecer:

Para a pasta da cultura apenas servem dois perfis, o do político vaidoso que aceita a pasta só por vaidade pessoal ou o suicida ue vai enfrentar a seita mais culta e com mais acesso à comunicação, ainda por cima uma seita subsidiodependente. Quem quer que aceite a pasta da cultura tem um único destino, ficar queimado.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «»
  
 Chineses querem o JJ
   
«Jorge Jesus tem uma proposta da China que lhe permite ganhar sete milhões de euros ilíquidos/ano, colocando-o na top 10 dos treinadores mais bem pagos do mundo, apurou o DN. A tentadora oferta, contudo, ainda não é suficiente para o técnico dizer que sim.

Esta é a segunda abordagem ao treinador por parte de emblemas daquele campeonato, o mais mediático dos últimos meses, sobretudo depois das contratações milionárias de alguns jogadores, como foram os casos recentes de Alex Teixeira, Ramires ou Jackson.» [DN]
   
Parecer:

Deve ser pelas suas aptidões para as línguas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»

 Um negócio que cheira mal
   
«O ex-ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia Jorge Moreira da Silva deu luz verde à concessão da exploração de petróleo e gás natural no Algarve a duas empresas detidas por Sousa Cintra, apesar de as sociedades detidas pelo antigo presidente do Sporting não terem qualquer experiência naquele setor, conforme determina a lei.

De acordo com uma reportagem emitida ontem no programa Sexta às 9, da RTP, os contratos assinados permitem à Portfuel (empresa gerida por Sousa Cintra e que tem a mulher e o filho como acionistas através de outra sociedade, esta de gestão de empreendimentos turísticos chamada Glamourfutur) explorar 300 mil hectares entre Sagres e Vila Real de Santo António. A licença concedida pelo Estado é válida até 2023 e os autarcas algarvios ouvidos pela RTP queixaram-se quase em uníssono de não terem sido sequer consultados no âmbito da decisão do anterior executivo.

Em entrevista ao Sexta às 9, o atual secretário de Estado da Energia revelou ter sérias dúvidas sobre o processo. Tanto na atribuição da concessão como no cumprimento dos contratos em vigor. "Mandei que fosse analisado todo o contrato (...) com o objetivo muito claro de que a lei seja cumprida, haja transparência, nomeadamente quando estão em causa questões que as populações veem com preocupação", afirmou Jorge Seguro Sanches, até porque, apesar de Sousa Cintra o contrariar, há vários requisitos técnicos e fi- nanceiros que não foram cumpridos.» [DN]
   
Parecer:

Há negócios que cheiram mais mal do que a Mossak
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Investigue-se.»
  
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