sexta-feira, maio 03, 2013

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 
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Simbologia maçónica no frontão do edifício da Região Militar de Lisboa
  
 Bem me parecia que já tinha ouvido coisa parecida

«O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, sublinhou hoje que "é necessário consenso político esclarecido e generalizado", exigindo-se igualmente "uma política de verdade por contraste com uma política de mentira, insulto e dissimulação".» [Jornal de Negócios] Vitor Gaspar


Oliveira Salazar em 28 de Maio de 1966, comemorando o golpe de 1926

É um atributo deles, a verdade está sempre do sue lado...

 Uma dúvida que me assiste

Se Paulo Portas ficou com a pomposa atribuição de reestruturar o Estado porque razão não é ele a apresentar as medidas? A criança ainda mal nasceu e já é filha de pai incógnito.
 
 Para denunciar os f.d.p.

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 O país vai pagar caro a estupidez


Primeiro levaram os negros.
Mas não me importei com isso. 
Eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários. 
Mas não me importei com isso.
Eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis.
Mas não me importei com isso. 
Porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados.
Mas como tenho meu emprego,
também não me importei.Agora estão me levando.
Mas já é tarde.Como eu não me importei com ninguém .
Ninguém se importa comigo.

Bertold Brecht (1898-1956)


Em Portugal criou-se o mito da Administração Pública ineficaz e dos funcionários públicos a mais, a direita idiota, alguma esquerda bem pensante e comentadores da treta têm vindo a propagar esta ideia. Cavaco lançou-a, Manuela Ferreira Leite usou-a, Sócrates aproveitou-a e a verdade é que neste país uma boa parte das pessoas acredita nisso.
 
O governo encomendou um estudo que ninguém leu, que ninguém acompanhou, que ninguém debateu e decidiu concentrar no Estado e na Função pública uma boa parte da austeridade. Onde aparentemente havia benefício para os funcionários deixou de existir e com o aumento da idade da reforma é provável que dentro em breve o governo inverta a argumentação, começou por dizer que os funcionários públicos tinham privilégios para os empobrecer, dentro em breve o governo vai descobrir que afinal é ao contrário e avançará com o golpe da TSU.
 
O povo português só se manifestou contra a austeridade quando animado pelas facilidades o governo tentou dar o golpe da TSU. Quando os funcionários perderam 10% do vencimento, ainda no tempo de Sócrates, todos apoiaram, quando os funcionários passaram a pagar mais descontos todos apoiaram, quando os funcionários perderam os subsídios os portugueses continuaram em silêncio.
  
A austeridade só começou a ser considerada excessiva quando deixou de ser um exclusivo da Função Pública. Não admira que muito boa gente sinta uma sensação de alívio porque o governo parece querer concentrar a refundação do Estado. É uma ilusão, os cortes do Estado mal chegam para compensar o desvio colossal nas receitas fiscais no ano de 2013. Isto significa que o corte no Estado não vai ficar pelos 6 mil milhões, a não ser que aconteça um milagre o o país cresça com taxas dignas da China.
 
Os que hoje ficam em silêncio por se sentirem aliviados vão, mais uma vez perceberem o logro em que estão caindo, diria para usar uma expressão popular que o país está caindo que nem um patinho com a esperteza saloia do Gaspar. É uma questão de tempo para alguém descobrir que os quadros do Estado ganham menos de metade dos do sector privado e que os níveis de produtividade deste sector são a causa de todos os males. Nessa altura o Gaspar vai chamar heróis aos funcionários públicos e sacrificar os do sector privado.
 
Quando os portugueses forem ao centro de saúde e não tiverem médico, quando forem à escola e repararem na surdez de uma professora com 67 anos que mal consegue reconhecer todos os alunos da turma, quando forem ao centro de emprego e ficarem horas na fila para receber um cabaz de ajuda alimentar vão perceber que a cobardia e o oportunismo colectivo teve um preço muito elevado.


  
 O pouco que resta
     
«A Gaspar falta um pouco de tudo. Carece de credibilidade intelectual e evidência empírica (como ele diz) para mostrar resultados. Os números são-lhe quase todos fatais. Carece de força política e firmeza na coligação. Já nem lhe sobram amigos influentes que o mantenham de pé. Há algum empresário ou banqueiro ou gestor relevante que subscreva este trilho suicida? Gaspar queimou quase todas as pontes, deu cabo da confiança, rebentou com o Governo. É espantoso: dois anos incompletos de Passos e a degradação económica e social atingiu o limite sem que o essencial - a reforma do Estado - tivesse sido sequer explicada. Nem uma ideia. Só ameaças, números para o ar, adiamentos. É um governo adiado. Os eufemismos do ministro das Finanças tornaram-se insuportáveis. Diz ele que os juros da dívida estão a cair quando na verdade continua a enfrascar-nos em dívida. Mais uma daquelas conferências de imprensa com o balanço do exame da troika, uma coisa vexatória e lamentável, e mergulhamos de cabeça para uma piscina vazia.

O raquitismo político não é exclusivo de Gaspar. O mal disto tudo é que parece que vai tudo sempre pior. O que dizer de António José Seguro, o socialista que acha possível passar um congresso inteiro sem falar do essencial: a redefinição do papel do Estado? Nem uma palavra. A reforma do Estado não é só uma obsessão do Governo: é uma urgência, uma inevitabilidade, uma certeza. Resulta perfeitamente possível informar as pessoas do que pode ser feito para corrigir não apenas as contas públicas, mas para libertar a energia e os recursos privados que podem favorecer o crescimento e garantir bons serviços públicos.

Em vez disto, bandeiras ao ar e música de feira. Tudo martelado. Seguro insulta o País com um discurso recheado de impossibilidades. Acha-se o novo Guterres (o do afeto) sem ter um mindinho da preparação de Guterres e um décimo do dinheiro que havia na altura. Como se sabe aquém, inventou uma troika pessoal para compensar: ele próprio, António Costa e Francisco Assis. Isso Seguro sabe fazer: farejar nos bastidores, dividir o pecúlio. Agora temos o PS três por um. Como é possível dois políticos como Costa e Assis subirem para a caravana? Este PS é o PSD sem o D - só quer chegar ao poder, ao poder que sobrar.

Duro, catastrofista? Quem me dera. Os desafios de Portugal continuam os mesmos de há dois anos. Ao negar a natureza política dos nossos problemas e ao centrar-se em delírios contabilísticos, o Governo revelou falta de perspectiva e preparação. Nem os ministros conseguem esconder a deceção. A desorientação está à vista. Como não há ideias, restam os inimigos para ir andando: o Estado e as suas empresas, os funcionários públicos, os swaps. Tudo serve para encher o vazio. Estamos cada vez mais nas mãos de Merkel. Isso, sim, é consensual.» [DN]
   
Autor:
 
André Macedo.   

 Prisioneiro
   
«1. Nas eleições de 2011, o CDS apresentou-se como a consciência social de uma direita prudente e sensata, face a um PSD radical e aventureiro. A imagem ganhou mais força quando se percebeu que o novo Governo era efetivamente liderado por Vítor Gaspar, um técnico supostamente impecável mas sem a experiência que só Portas garantia. Acontece que Gaspar se revelou um técnico banal, mas um estratega ardiloso. Enviado pela Comissão Europeia e pelo BCE, mostrou que não abdicaria do monopólio nas negociações com a ‘troika'. Maquiavélico, decidiu provocar frontalmente o País - e o CDS - quando, em 2012, em colisão com todos os agentes políticos e económicos, subiu brutalmente a carga fiscal.

2. Gaspar e Portas são, num certo sentido, a antítese um do outro. Político experiente eleito por pensionistas, pequenos empresários e trabalhadores independentes, Portas sabe que a governação exige uma alquimia especial entre a legitimidade para decidir e um consentimento mínimo dos visados pelas decisões. Gaspar, colocado no governo pelas instituições europeias, é um tecnocrata que abomina os "políticos", e vê na democracia e nos eleitores como um empecilho para qualquer solução.

3. Quem integra uma coligação tem formalmente direito de veto e pode decidir pôr-lhe fim. A questão é se esta ameaça é, no caso de Portas, credível. No momento atual, não é. Se Portas levasse à queda do governo lançaria o País no vácuo político, e deixaria o CDS como alvo fácil da chantagem de um segundo resgate. Para ser credivel, Portas necessitaria de uma solução governativa alternativa imediata. Mas - foi isso que Cavaco Silva disse no 25 de Abril - esta não existe.

4. Enquanto se vir privado da solução nuclear, resta a Portas a táctica de guerrilha, expondo a prepotência de Gaspar e a falta de liderança de Passos. Esta é, sem dúvida, uma habilidosa manobra de sobrevivência eleitoral (com bons resultados nas sondagens) - mas, no momento em que Gaspar insiste no delirante corte de €4 mil milhões, não é irrelevante o papel de alguém com poder de veto formal que não acredita na estratégia de terraplanagem orçamental. Portas pode viver bem com a imagem de "bailarina" (na expressão de Sócrates), mas dificilmente aceitará a de "colaboracionista".» [DE]
   
Autor:
 
Hugo Mendes.
      
 Rigor Mortis
   
«O rigor apresentado pelo governo, pela Alemanha, pela troika, pela Comissão Europeia e pelo Conselho Europeu por unanimidade é hoje provadamente o rigor mortis. Os cadáveres somos nós, os europeus do Sul esmagados por várias armas de destruição em massa: uma política de austeridade assassina, uma moeda disfuncional, que, não sendo apátrida, é fundamentalmente alemã, e a Alemanha é um país onde não existe qualquer apoio político para desencadear os mecanismos de resolução da crise, como a mutualização da dívida, vulgo eurobonds.

Depois de três longos anos de crise, os europeus do Sul já deviam ter percebido que o que os espera é a dizimação – e agir em conformidade. Não será nunca possível esperar que o governo de Lisboa (que entregou a Frankfurt a pasta das Finanças) dirija qualquer levantamento contra as políticas de austeridade dentro do euro. Afinal Passos queria "ir além da troika", desmantelar o Estado e deixar Portugal com o nível salarial do Bangladesh para obter "competitividade". Mas é duvidoso que outros sinais de desagrado mais evidentes – que chegam da Itália, do novo primeiro-ministro Letta, ou até da Grécia – consigam obter qualquer tipo de resultado.

Gaspar condena-nos ao rigor mortis (a queda de 1700 milhões nas prestações sociais é um indicador claro) e depois descobre "a retoma", baseado provavelmente na mesma calculadora que usou desde o princípio e falhou todas as previsões em que se meteu. Segundo o Documento de Estratégia Orçamental, o consumo interno vai aumentar em 2014 – apesar de ser o ano, segundo o mesmo documento, que vai registar a maior taxa de desemprego de sempre. A menos que Gaspar tenha incluído nas previsões os eventuais prémios de Euromilhões que venham a cair em Portugal, é totalmente incompreensível até para um leigo porque diabo a procura interna há-de subir se não há dinheiro – o que acontece sempre que não há emprego. Se um dia se descobrir que Gaspar tinha um problema psiquiátrico que lhe toldou o pensamento e as contas, talvez os portugueses manifestem alguma compreensão.

Passos Coelho avisa que a alternativa ao rigor mortis é sair do euro, fazer uma desvalorização da moeda e de salários reais e ficar sem dinheiro para comprar coisas importadas. Cada vez mais são os que estão disponíveis para aceitar esse tipo de condições a troco de mais emprego (a taxa de desemprego era de 8% nos anos negros de 1983-85), que virá do aumento das exportações com uma moeda mais fraca. Catástrofe é o que existe e que, por variadíssimas razões, é irreversível: o statu quo europeu, a guerra Norte-Sul, a impossibilidade de transformar a Europa numa espécie de Estados Unidos. Alguém já escreveu que para salvar o que resta das aquisições da União Europeia é preciso acabar com o euro. Esse deveria ser o objectivo dos próximos Conselhos Europeus: uma estratégia para acabar com o euro com o mínimo de danos possível.» [i]
   
Autor:
 
Ana Sá Lopes.
     
 Gaaaaasssppaaaaaaaarrrrrr!!!
   
«1Conselho de Ministros de terça-feira - último dia do prazo para que a troika receba um compromisso do Governo. Decisão: haverá 6,5 mil milhões de euros de cortes até 2016. Os números gerais mostram que os impostos não descem, vai haver despedimentos na Função Pública (em que setores?), menores prestações sociais e uma projeção muito otimista de investimento e exportações (acima dos cinco por cento...).

Há uma tática subjacente ao momento. Gaspar e os assessores do Governo explicarão o que isto significa na prática, mas apenas quando quiserem. O Governo servirá os "cortes" às fatias, através de máquinas de guerra (propaganda) buscando a turbulência mediática sobreposta - combate aos "interesses instalados", defesa das "reformas estruturais", "crescimento", tudo em simultâneo, sem que se consiga discutir a fundo nada em concreto. Daqui resulta outro absurdo: a falta de informação para os cidadãos, nomeadamente o direito a saberem o conteúdo dos cortes de forma transparente e imediata, como se isto fosse uma democracia. Tem razão Gaspar: ele não foi "eleito coisíssima nenhuma".

2. Um exemplo de como os números podem ser geridos à medida do que se pretende. No último "Expresso" o economista Paul de Grauwe recordava os seguintes factos: o Banco Central Europeu (BCE) fez um inquérito no qual "descobriu" que as famílias do Sul da Europa são mais ricas do que as famílias da Alemanha... Ora, alguém acredita que as famílias dos PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha), onde está concentrado quase metade do desemprego europeu, tenham mais rendimento que as germânicas? Paul de Grauwe explica a desonestidade da análise: "Os 20% de lares alemães mais ricos têm rendimentos 74 vezes superiores aos 20% mais pobres". (Em Portugal os lares com rendimento muito superior à média são apenas 5% do total). A concentração de riqueza nas famílias do topo alemãs é a mais desigual de toda a Europa.

Assim sendo, querem melhores e mais "credíveis" argumentos para o alemão médio pensar que está a ser roubado (através dos impostos) por causa da dívida dos PIIGS? E na verdade, o problema não é apenas esse. O trabalhador médio alemão não está a ter acesso à extraordinária riqueza criada na Alemanha (por exemplo, através das exportações, de que a Alemanha é a 3.ª maior do Mundo, logo a seguir aos Estados Unidos e China). Ou seja, a riqueza do trabalho alemão fica essencialmente nos acionistas, proprietários das empresas e na despesa do próprio Estado.

São números como estes, devidamente manipulados, que podem acentuar esta nossa vida de guerra. Económica. Sem a solidariedade de um país cujo nazismo, há menos de 70 anos, arrasou toda a Europa. A Alemanha tem, aliás, uma imprensa tabloide que vende nacionalismo tóxico a alemães médios tão desinformados como o grosso dos portugueses (e europeus). O "credibilíssimo" BCE, ainda por cima, deitou enxofre para a fogueira do fim do euro.

3. E de manipulação em manipulação chegamos às swap. A engenharia financeira é muitas vezes um jogo de prestidigitação. Sobem taxas? Descem? Defendemo-nos? Atacamos? Não se percebe, aliás, que algumas empresas públicas tenham levado o uso de produtos financeiros complexos até ao nível de risco "tóxico", uma escala de gravidade que francamente pareciam não entender. Mas sobretudo é vexatório que, estando o problema em análise, ninguém tenha a coragem de o assumir. Os gestores usaram "produtos normais". Os autarcas ou secretários de Estado com a tutela das empresas dizem nada ter a ver com o assunto. A pergunta permanece: quem é o pai da criança? Afinal não é o pai legítimo (decisores e gestores públicos). É o enganador do costume - o "mercado". E quem fica com a criança? A mãe (os contribuintes).

Mas há outra questão mais central: as swap revelam até que ponto as empresas públicas (e autárquicas) varrem para debaixo do tapete dívida colossal que não têm no horizonte pagar. E fica a pergunta: quando se vai limpar, a sério, o passivo destas empresas? E como organizar o país para que, por exemplo, os transportes públicos não sejam estruturalmente deficitários, chamando o transporte individual a comparticipar no seu "não-uso"? Aqui está uma boa reforma de que todos os governos tiveram medo até hoje.» [JN]
   
Autor:
 
Daniel Deusdado.
   
  
     
 E Cavaco conhece?
   
«O Partido Socialista "desconhece em absoluto" as medidas que serão apresentandas ao país, amanhã, pelas 20h, pelo primeiro-ministro, disse ao Expresso João Ribeiro, porta-voz do PS.

O desconhecimento oficial do PS é relevado pelo maior partido da oposição horas depois de ter enviado a resposta à carta que, há uma semana, o ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, dirigiu ao secretário-geral do PS convidando os socialistas para novos encontros bilaterais com o Governo.» [Expresso]
   
Parecer:
 
Cavaco anda tão desaparecido que até parece que está nalguma viagem de recreio do lar de Belém.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mande-se alguém a Belém para nos certificarmos de que os Silva estão bem.»
      
 O Rompuy decidiu gozar com Portugal
   
«O presidente do conselho europeu, Herman van Rompuy, salientou hoje em Lisboa a necessidade de Portugal continuar a consolidar as contas públicas mas sem perder de vista o crescimento e emprego, que devem ser estimulados.

"Manter o rumo é essencial (...) A consolidação fiscal deve ser feita de maneira gradual mas firme. Os défices excessivos devem ser contidos, mas essa é uma tarefa que claramente não pode ser feita de um dia para o outro", afirmou van Rompuy numa declaração aos jornalistas, no final de uma reunião com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e antes de um almoço em conjunto.» [Jornal de Negócios]
   
Parecer:
 
Este senhor ainda não deve estar a par da estratégia da troika para Portugal.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se conhecimento ao senhor.»
   
 Uma comissão para a DECO
   
«No dia do leilão para o fornecimento de electricidade a mais de meio milhão de consumidores, a Galp esclareceu que “decidiu não participar” devido às condições impostas pela associação de defesa do consumidor, criticando a obrigação de pagar uma comissão por cada cliente contratado.

“As condições impostas aos operadores para participarem no referido leilão, nomeadamente o pagamento de uma comissão por cada cliente contratado, não permitiam a elaboração de uma oferta competitiva para as famílias Portuguesas e com racionalidade económica”, explicou a empresa liderada por Ferreira de Oliveira.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
Quem é a DECO; quem manda na DECO, quem ganha na DECO, quem representa a DECO?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Investigue-se.»
   

   
   
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