terça-feira, abril 11, 2017

Umas no cravo e outras na ferradura




 Jumento do Dia

   
Assunção Cristas

A líder do CDS anda tão distraída com com as suas fotos e entrevistas na "Maria" que nem lê o que se vai escrevendo na comunicação social. Ou, pior ainda, evita defender o bom nome do seu antigo líder. A forma como comentou o assunto incómodo foi a mais infeliz, como a líder do CDS anda certamente informada de tudo o que lhe diz direta ou indiretamente respeito, só há uma interpretação possível para o seu "desconhecimento", não quer comentar. Ora, se não quer comentar é porque não quer dizer aquilo a que estaria obrigada, defender o nome do seu antecessor.

Enfim, Assunção Critas dedica-se à culinária política e decidiu cozer Paulo Portas em lume brando.

«A ppresidente do CDS-PP, Assunção Cristas, disse esta segunda-feira desconhecer a acusação feita ao Ministério Público contra o antigo líder centrista e ex-vice-primeiro-ministro Paulo Portas de favorecimento à empresa Mota-Engil.

"Não tenho nenhuma informação sobre isso", começou por afirmar a líder centrista, quando questionada pelos jornalistas sobre se o envolvimento de Paulo Portas em questões judiciais poderia prejudicar o partido ou a candidatura a Lisboa.

No final de um encontro com a imprensa para realizar o balanço de seis meses de pré-campanha autárquica a Lisboa, e perante a insistência dos jornalistas, que perguntaram se o tema seria um embaraço, Assunção Cristas reiterou: "Nem sei de que questão é que estão a falar".» [Expresso]

 Mais um devoto do Belzebu



 Marcelo em cabo Verde

De certeza que o governo ainda tem um ministro das Finanaçs ou este foi "promovido" a assessor de Marcelo?

 Quantos cristãos coptas morreram no Egipto?

Façam esta pergunta aos jornalistas, aos políticos, ao cardeal e até ao papa e veremos que importância o Ocidente dá aos cristãos de outros continentes ou que não pertençam às correntes religiosas dominantes pro estas bandas. Se subsistirem dúvidas compare-se o volume de notícias sobre os ataques de Oslo e os atentados no Egipto.

A verdade é que o grande amor pela vida humana dos europeus é pela sua e não pelos de outros continentes, sejam cristãos ou muçulmanos. Alguém viu imagens de crianças cristãos da Síria? Alguém fez um ataque punitivo pelas mortes de cristãos na Síria? Claro que não, quem se vai preocupar com cristãos que não sejam protestantes ou católicos?

Há uma guerra religiosa fratricida à escala mundial, mas não é entre cristãos e muçulmanos, é entre sunitas e xiitas. Nesta guerra o Ocidente apoia os xiitas no Iraque e bombardeia-os na Síria, a sorte deles está ligada ao destino do petróleo. Se os xiitas iraquianos são vendedores de petróleo ao Ocidente este bombardeia os sunitas, se são os sunitas a darem garantias ao Ocidente na Síria os EUA manda matar xiitas.

No Afeganistão ataca-se a mesma al-Qaeda que se apoia na Síria, no Yemen apoia-se a mesma Al-Qaeda que se ataca no Iraque. Na Líbia é o povo que fica entregue à sua sorte.

      
 Síndrome de Estocolmo
   
«O Daesh conta com a histeria dos nossos media para o máximo efeito; esquece que ela tudo banaliza. Que começamos a integrar os ataques como "mais um". Que ao terceiro seguido já não lembramos o primeiro. Até com o medo nos maçamos.

Este terrorismo é diferente daquilo a que estávamos habituados porque não tem alvos específicos, visa o terror pelo terror." A frase - cito de memória - foi dita na sexta, na SICN, por uma pivô. Será? Este terrorismo - no caso, o tipo de ataque ocorrido em Estocolmo, como antes em Berlim, em Londres, em Nice - é diferente? Em quê, de quê?

OK: os ataques "low tech" (usando "armas" de acesso universal, como automóveis ou facas), comuns por exemplo em Israel, são até certo ponto uma novidade na Europa - e se inquietam pela sua clara facilidade e pelo facto de serem impossíveis de evitar, também nos dizem que está a ser difícil montar outros, com recurso a explosivos e armas e por definição muito mais mortíferos. São, paradoxalmente, um sinal de maior segurança, não de menos. Mas quanto ao resto, o que há de tão diferente? Por exemplo o ataque de Breivik em 2011 na Noruega, que alvo ou objetivo específico tinha além do de matar o maior número possível de miúdos (jovens socialistas numa festa)? Queria protestar, diz o próprio, contra a "islamização da Europa" e castigar os "esquerdistas" que segundo ele estão a permiti-la. OK. Isto é um "objetivo específico"? Sê-lo-á tanto como "castigar os infiéis do Ocidente" ou "criar o terror nas cidades ocidentais" ou "difundir a mensagem da jihad", não?

Olhemos para o terrorismo dos anos 70 e 80 do século XX europeu - coisa que convém, para nos situarmos quanto àquilo a que hoje se denomina por "onda de terror nunca vista". Qual foi o "objetivo específico" do quarto ataque terrorista mais mortífero de sempre na Europa Ocidental (85 mortos, incluindo várias crianças, e mais de 200 feridos), o que ocorreu a 2 de agosto de 1980 na estação de caminho de ferro de Bolonha? Atribuído a um grupo neofascista, do qual dois membros foram condenados a prisão perpétua, o massacre, nunca reivindicado, tem sido alvo de várias releituras, inclusive judiciais - com julgamentos anulados - e ainda em 2011 a justiça italiana seguia outras pistas, relacionadas com o terrorista Carlos. Como falar de objetivos "específicos" neste caso?

De resto, na semana em que a ETA, seis anos após renunciar à luta armada, entrega armas e explosivos, cabe recordar que a organização separatista basca e a sua congénere da Irlanda do Norte, o IRA, foram nos últimos largos anos da sua atividade mortífera descritas como meras organizações mafiosas que continuaram a operar muito tempo para além do momento em que já não tinham nenhum objetivo descortinável que não elas próprias.

A sempiterna necessidade de encontrarmos "novidade" e "narrativa" no que sucede, aliada à aparatosa falta de memória nos media, parece pois estar a criar uma leitura da realidade que mais não é que um favor propagandístico ao Daesh. Dizer que os ataques atribuídos à organização são diferentes de tudo e que estão a causar um terror nunca sentido antes na Europa é mesmo o que esta quer. Afirmar, por exemplo, como também fez a tal pivô, que "é o nosso modo de vida que está sob ataque" nada mais é que citar a propaganda do Daesh: somos infiéis, toda a nossa vida está errada, temos de nos submeter ou morrer. Mas não consta que quem se diz Daesh ou quem o Daesh diz que age em seu nome proceda a inquéritos, antes de se fazer explodir, despejar a kalash ou ceifar corpos com o camião, sobre quem entre as prospetivas vítimas rezou ou não virado para Meca nesse dia. E toda a gente insiste em esquecer que onde a organização soma mais ataques e mortos é, de longe, nos países de maioria muçulmana. Total treta, portanto: falar de religião como real motivação dos atentados é escamotear o facto de o Daesh ser uma associação de malfeitores que usa o Islão como estandarte e engodo para os delinquentes que visa aliciar.

"Chega de ser cúmplice da publicidade do terror (...). Em Estocolmo, um criminoso atropelou propositadamente pessoas. As supostas razões dele não me interessam e não as ajudarei a divulgar", escreveu Daniel Oliveira no Facebook. Há meses, escrevi aqui algo mais radical: que se devia encarar a hipótese do blackout mediático destes acontecimentos. Era, e eu sabia-o (como o Daniel sabe que a dele é), uma afirmação de desespero: a autofagia ululante, junkie de audiências, da lógica mediática recusa, sob o disfarce da "liberdade de informação", toda e qualquer racionalidade e tem mais horror ao silêncio que a qualquer outra coisa. Mas este pior que temos e somos, este estúpido colaboracionismo com quem nos mata, pode, afinal, ser também uma defesa. O Daesh conta com a histeria dos nossos media para o máximo efeito; esquece que ela tudo banaliza. Que começamos a integrar os ataques como "mais um": "Outro carro a matar pessoas? Onde foi agora?" Que ao terceiro atentado seguido já não lembramos o primeiro. Que, como com as crianças sírias de borco na praia ou mortas por gás pimenta, nos cansamos de sentir, deixamos de querer saber. Até com o medo nos maçamos.» [DN]
   
Autor:

Fernanda Câncio.

 O fiel de armazém das 'offshores'
   
«De repente, muitos se lembraram de associar o governador do Banco de Portugal ao universo das offshores. Com razão: Carlos Costa autorizou créditos no BCP de quase 600 milhões de euros para as Ilhas Caimão. Depois, em julgamento, alegou um “estado de ignorância" sobre estas operações

Se o Carlos Costa de hoje, atual governador do Banco de Portugal, tivesse de julgar as decisões que o Carlos Costa do passado tomou enquanto diretor da Direção Internacional do BCP, certamente não o perdoaria. Entre 2000 e 2004, o governador, que tem estado debaixo de fogo desde que a SIC divulgou novos documentos que comprometem a atuação do supervisor bancário no caso BES, autorizou créditos de 590 milhões de euros a 17 sociedades offshore com sede nas Ilhas Caimão. Esses créditos levaram a uma condenação efetiva da administração do BCP, entre os quais Jorge Jardim Gonçalves, então na liderança do banco.

Alguns dos administradores – acusados nos processos da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Banco de Portugal e no processo-crime do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa – não se conformaram com o facto de Carlos Costa ter escapado a uma acusação e, por diversas vezes, chamaram-no aos processos como testemunha. Ricardo Salgado lembrou no último interrogatório da Operação Marquês (em janeiro) a relação que Carlos Costa tinha com offshores. Uns dias antes, tinha sido o empresário Joe Berardo, ex-acionista do BCP, a mencionar, numa entrevista à Sábado: “Até o governador do Banco de Portugal, o homem que fez as offshores no BCP, agora anda aí como um santo.” Apesar de ter dado luz verde a créditos milionários, Costa disse sempre não saber quem eram os beneficiários finais (UBO) das offshores, nem que investiam apenas em ações do próprio banco.

Como poderia o diretor do departamento responsável pelos créditos a entidades não-residentes do BCP, entre 2000 e 2004, não saber quem eram os verdadeiros titulares dessas sociedades? Costa já era governador do Banco de Portugal quando apareceu nos tribunais a invocar os princípios da boa-fé e da confiança, argumentando que um banco não é muito diferente de uma linha de montagem automóvel: “Um banco é como uma cadeia de produção. Se quiserem, comparem um banco à Autoeuropa. Nós estamos num ponto da linha a fazer uma tarefa específica; nós não podemos parar a cadeia de produção para ir ao início da linha para verificar se tudo foi bem feito.”

Enquanto testemunhava, em março de 2012, no processo-crime em que eram julgados os administradores Jardim Gonçalves, Filipe Pinhal, Christopher de Beck e António Rodrigues por manipulação do mercado, Carlos Costa fez questão de repetir a metáfora. “Ninguém para a linha de produção para ver se os parafusos estão bem apertados.”

O atual governador defendeu que, quando autorizou a renovação de créditos – que, nalguns casos, chegaram a ser de 60 milhões de euros de uma só vez –, não sabia quem eram os clientes finais. E disse também que não precisava de saber, porque o cliente “não era decisivo para a operação”, nem a sua idoneidade essencial para a avaliação do risco. Além do mais, essa não era uma competência do terceiro escalão da hierarquia, onde estava Costa – no início da cadeia, quando é aberta a conta bancária, é que era estabelecida a relação com o cliente, afirmou.

“Não sabia”

No mesmo dia, em julgamento, Carlos Costa também disse desconhecer que aquelas 17 sociedades offshore iriam comprar apenas ações do BCP. Foi a única testemunha que afirmou não saber. “Não seria no terceiro escalão que ia colocar isso em causa. (...) Não vai interromper o processo e dizer a toda a gente ‘ora, venham cá explicar’.” O quarto escalão, a que pertenciam os administradores do BCP, também nunca terá colocado em causa os seus pareceres. O importante, à data, era determinar se, para o interesse do banco, era melhor renovar o crédito ou encaixar uma perda, e isso estava sempre relacionado com o “apetite de risco” da instituição bancária.

Carlos Costa estava consciente, na altura, de que as suas declarações seriam potencialmente polémicas e frisou que não se podiam fazer “anacronismos”: à data, as regras bancárias aplicáveis não eram as mesmas e, como tal, seria um erro confrontar situações passadas “com regras e procedimentos do presente”. Dar empréstimos com a garantia única de uma carteira de ações não era então uma prática “inaceitável”. Só em 2009 é que o Banco de Portugal veio a proibir a concessão de crédito “a entidades sediadas em jurisdição offshore considerada não cooperante ou cujo beneficiário último” fosse “desconhecido”.
O governador foi ainda mais longe e disse que nunca se apercebera de uma relação entre as sociedades nas Ilhas Caimão. “Estou num estado de ignorância porque não sabia desse facto que a senhora procuradora me acaba de relatar”, disse. Para depois acrescentar, “passam tantas entidades com nomes tão diferentes e às vezes com nomes tão imaginativos que não me passava pela cabeça retê-los”.

Neste ponto, a procuradora que conduzia o interrogatório teve de questionar o que é que Carlos Costa sabia, afinal, ou se se tinha limitado a assinar de cruz transferências de milhões. Teresa Almeida lembrou que, na sua juventude, costumava ir às lojas da Baixa lisboeta com a mãe e observar sempre duas pessoas: uma que fazia as contas das compras e outra que fazia a cruz de “confere”. Costa irritou-se com a comparação e disse que não era nenhum fiel de armazém: “Peço desculpa, mas nunca fui um capataz de conferências.”
A magistrada não foi a única a ter dúvidas sobre o depoimento do ex-diretor da Direção Internacional do BCP. Também Carlos Lopes, um dos instrutores do processo movido pelo Banco de Portugal, foi a julgamento explicar que, para o supervisor bancário, não era “crível que todos os escalões de concessão de crédito que intervieram não soubessem quem eram os UBO’s das offshores beneficiárias, incluindo a testemunha Carlos Costa”. Para quem investigou o processo, todos os que autorizaram ou aprovaram operações de crédito no BCP teriam necessariamente de saber que essas sociedades eram do próprio banco.

António Marta, antigo vice-governador do Banco de Portugal, também não se deixou levar pela história de que tudo se fazia com base numa relação de confiança entre colegas. “Acima de determinados montantes, quem está a assinar tem de analisar, mesmo que tenha confiança nos diretores que emitiram o parecer no escalão imediatamente antecedente.” E citou até como exemplo o presidente do grupo Santander: “Pedia todos os meses a lista de todos os devedores que tivessem créditos superiores a determinado valor.”
Noutra fase, quando contestava uma condenação num processo conduzido pela CMVM, Jardim Gonçalves chamou à atenção para o facto de o regulador dos mercados ter acreditado apenas na “inocência” de Carlos Costa, que assinara pareceres favoráveis a créditos de milhões de euros para empresas das quais nem conhecia o nome. “Não é razoável que possa não se acreditar em todos os depoimentos produzidos em julgamento quando, por exemplo, os pareceres do terceiro escalão de análise de crédito inscritos nas propostas são da autoria daquele que é hoje o governador do Banco de Portugal, o dr. Carlos Costa.”

Também outros arguidos contestaram a diferença de tratamento. Afinal, chegaram a frisar os administradores, quem estava no topo jamais questionaria os pareceres favoráveis de Carlos Costa, que era então “uma pessoa de confiança”. Houve até um funcionário a argumentar, no julgamento de um dos dois processos da CMVM, que “se o senhor Carlos Costa não viu uma vírgula, não era eu que em dois minutos a ia ver”» [Visão]
   
Autor:

Sílvia Caneco.


      
 A justiça portuguesa é  uma vergonha nacional
   
«Os tribunais portugueses continuam a demorar demasiado tempo para resolver os litígios civis, comerciais e administrativos que lhes chegam, muito embora tenham registado grandes melhorias em relação 2010. Segundo o mais recente Painel de Avaliação da Justiça na União Europeia, só Chipre ficou, em 2015, pior classificado do que Portugal no que a esta questão concerne.

Os tribunais nacionais de primeira instância precisaram em média de cerca de 700 dias para resolver este tipo de processos – quando em Espanha, por exemplo, bastaram pouco mais de 200. Se olharmos para as estatísticas de 2010 verificamos, mesmo assim, que se registou um grande progresso: há sete anos a demora chegava aos 1100 dias, o que tornava Portugal recordista dos atrasos.

E se no capítulo das pendências na justiça cível, comercial e administrativa (ou seja, número de casos por mil habitantes por resolver) Portugal ficou acima de todos os outros países analisados em 2015 – o último ano para o qual o painel apresenta registos –, Chipre incluído, nem tudo são, apesar disso, más notícias: a taxa de resolução processual nacional, que mede a capacidade do sistema para enfrentar a procura, cifrou-se acima dos 120%, a mais alta da EU a seguir à Estónia.» [Público]
   
Parecer:

Não faz mal, os grupos corporativos do sector andam felizes.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»
  
 Não terá sido milagre dos pastorinhos   
   
«O cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, admitiu, em entrevista à RR, que a solução governativa do PS, com o apoio do PCP, BE e PEV, tem tido “alguns resultados” que são positivamente surpreendentes.

“Baixar o desemprego é bom. Diminuir a tensão social, a crispação, é bom. Haver resultados – uns são de agora, outros foram preparados antes – no campo do ensino, é bom. Haver óptimas perspectivas para actividades como o turismo, é bom. Há aqui coisas boas, há alguns sinais de recuperação económica”, afirmou Manuel Clemente à Rádio Renascença.

Para Manuel Clemente, “as coisas têm andado e têm andado de uma maneira que, nalguns aspectos, é surpreendente e positivamente surpreendente”.» [Público]
   
Parecer:

Depois de Passos ter dito que nseria milagre, situação já confirmada pela insuspeita Teodora Cardoso, está na hora de o cardeal confirmar a autoria, antes qe alguém se lembre de dizer que foi da santinha ou mesmo obra do bruxo de Torres.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 Ainda há os faça da forma mais fácil
   
«Irina Shayk já é mãe. A modelo russa teve o seu primeiro filho, com Bradley Cooper, há duas semanas, avança a revista People.

O casal preferiu não saber o sexo do bebé até ao parto e ainda não divulgou essa informação. O nome da criança é também ainda desconhecido.» [Público]
   
Parecer:

Além de mais fácil fica mais barato e com menos burocracia no registo civil.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se conhecimento ao senhor do aeroporto do Funchal.»

 Le pen não sabe lidar com o nazismo
   
«A candidata da extrema-direita às presidenciais francesas, Marine Le Pen, suscitou esta segunda-feira uma vaga de críticas e acusações de revisionismo ao negar a responsabilidade de França na deportação de judeus durante a ocupação nazi.

Cerca de 13.000 judeus foram deportados pela polícia francesa a 16 e 17 de julho de 1942, muitos dos quais estiveram detidos no estádio Vel d'Hiv, em Paris.

Ao todo, cerca de 75.000 judeus foram deportados de França para campos de concentração nazis durante a II Guerra Mundial. Apenas 2.500 sobreviveram.

"Penso que França não foi responsável por Vel d'Hiv", disse Le Pen, à frente nas intenções de voto na primeira volta, que se realiza a 23 de abril, numa entrevista a vários media divulgada no domingo.» [DN]
   
Parecer:

Enfim, o pé foge-lhe para a dança.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «»

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