

O Trump nem imagina com quem se meteu, vai perceber que a Catarina é bem mais perigosa que a mãe de todas as bombas, a líder do BE pediu a condenação internacional do ataque no Afeganistão, pelos vistos um ataque feito com o governo afegão reconhecido internacionalmente. É só uma questão de tempo para que o Conselho de Segurança se reúna e condene Trump a pedida da Catarina.
«O Bloco de Esquerda já deixou bem claro o que pensa sobre o facto de os Estados Unidos terem largado, no Afeganistão e pela primeira vez na História, em combate, a “mãe de todas as bombas”, a mais potente do arsenal norte-americano à excepção das armas nucleares. Catarina Martins não esperou para reagir: no mesmo dia em que o mundo ficou a saber o que tinha decidido o Presidente Donald Trump, a coordenadora bloquista exigiu uma condenação internacional daquele “acto de guerra”.
“Que ninguém diga que pode compreender este acto de guerra ou que ele pode ter qualquer justificação”, disse a deputada, num jantar do Bloco de Esquerda, na Lousã. E exigiu “uma condenação, sem nenhuma margem de dúvida, de toda a comunidade internacional, uma condenação pelo uso de arma de destruição maciça”. Para Catarina Martins, a comunidade internacional “não se pode esconder sob falsos pretextos, sob falsas desculpas ou compreensões do que é incompreensível”. Até porque, sublinhou, “nada” do que Trump faça pode ser compreendido senão como “uma ameaça aos direitos humanos no mundo”.» [Público]

E para matar trinta militantes do ISIS gastou quase 20 milhões de euros, isto é cada extremista custou aos EUA qualquer coisa como mais de seiscentos mil dólares. Deverão ter sido os extremistas mais caros para os EUA do pai de todos os imbecis.


«A Diocese do Mindelo, Cabo Verde, não viu uma moeda de cêntimo dos 245.719 euros com que os católicos da Diocese de Lisboa contribuíram para a chamada Renúncia Quaresmal de 2011, um peditório anual que o então cardeal patriarca, José Policarpo, anunciara ter como destino “outras igrejas mais pobres”, em especial a do Mindelo. O destino dos donativos da Renúncia Quaresmal constitui um dos segredos das Finanças do Patriarcado de Lisboa, cujos responsáveis se recusaram a fornecer ao PÚBLICO quaisquer esclarecimentos sobre o assunto.
Realizada anualmente em todas as igrejas do país durante a Quaresma (o período de 40 dias que antecede a Páscoa), a recolha dos fundos que os fiéis entregam aos párocos, habitualmente dentro de um envelope, no domingo anterior à Páscoa, tem sempre uma finalidade previamente anunciada pelo bispo local.» [Público]
Parecer:
Digamos que o dinheiro foi para outros pobres.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

«Apesar da resistência dos partidos mais à esquerda, o Governo não se pretende afastar da trajetória de redução do défice até 1% em 2018. No Programa de Estabilidade (PE) aprovado quinta-feira em Conselho de Ministros, reviu a meta deste ano de 1,6% para 1,5% e subiu ligeiramente a do próximo ano de 0,9% para 1%. Mas não vai mais longe do que isso. Para o Governo e para o PS, a consolidação orçamental tem tanto de estratégia como de ‘mantra’. O objetivo de 1% em 2018 é assumido, simultaneamente, como ambicioso e essencial. Nomeadamente numa altura em que as compras de dívida por parte do Banco Central Europeu estão a diminuir e em que aumenta a urgência em encontrar soluções para tentar conter uma eventual pressão da subida dos juros. É nesse contexto que a subida do rating da dívida portuguesa emerge como um objetivo prioritário para aumentar a credibilidade externa e estabilizar as taxas de juro. Por isso, o Governo tem resistido aos apelos e pressões de BE e PCP para que use as folgas orçamentais para investir na economia e não para continuar a cumprir metas além dos défices exigidos por Bruxelas (como aconteceu em 2016).
Os sinais dados esta quarta-feira pela agência Standard & Poor’s (S&P) no sentido de que poderia rever em alta o rating português em setembro — por o país estar “na direção certa” na resolução dos problemas do sistema financeiro — são um sinal que reforça a aposta do Executivo. Com menos défice, juros controlados e crescimentos nominais do PIB entre 3% e 4%, como os projetados pelo Governo para o período 2018-2021, é possível reduzir o peso da dívida pública no PIB.
Setembro é um mês em que ocorrerão duas revisões de rating — da Moody’s no dia 1 e da S&P no dia 15 — e que coincide também com o fim do ciclo eleitoral europeu, depois das legislativas alemãs. Poderá permitir, na perspetiva do Governo, ensaiar um novo ‘virar de página’ face aos anos de austeridade. Claro que 2018 continuará a ser um ano de contenção e, no Plano Nacional de Reformas também aprovado esta semana, anunciam-se várias medidas para controlar a despesa e até prémios para os serviços mais poupados.» [Expresso]
Parecer:
Pobre passos Coelho, já não pode prever que o diabo vem em Setembro, arrisca-se mesmo a cruzar-se com o menino Jesus na praia da Manta Rota.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se.»