quinta-feira, dezembro 10, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura


  
 Jumento do dia
    
António Saraiva, presidente da CIP

Se o presidente da CIP fizer as contas da última década vai certamente concluir que os salário mínimo está abaixo do que estaria considerando a inflação e a produtividade. Exigir contrapartidas ou defender que as empresas vão à falência por causa de mais cinco euros de salário mensal não é aceitável.

«O presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal vai propor na reunião de concertação social um aumento do salário mínimo para um valor inferior aos 530 euros propostos pelo Governo, escusando-se a revelar o montante.

“Já fizemos as contas. Com base nos indicadores de produtividade, crescimento da economia e inflação, que são facilmente demonstráveis e mensuráveis, encontramos (…) um valor que é inferior aos 530 de que o Governo vem falando”, afirmou António Saraiva, quando questionado pelos jornalistas à margem de um pequeno-almoço debate, em Lisboa, com o tema “O que a CIP quer do novo Governo”.» [Observador]

 Neto a presidente e Medina Carreira a primeiro-ministro!

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Isto não é uma candidatura à presidência, é antes a candidatura da demência.

      
 Quase 10% de crédito malparado
   
«De acordo com números divulgados hoje pelo banco central, no final de outubro o total de empréstimos concedidos pela banca às famílias e às empresas ascendia a 204.171 milhões de euros, dos quais 18.974 milhões de euros são considerados crédito de cobrança duvidosa, o equivalente a 9,29% do total dos empréstimos.

Isto significa que o crédito malparado das famílias e das empresas voltou a subir, depois de em setembro ter apresentado uma ligeira descida face à tendência que se verificava desde o início deste ano.

Em setembro, o crédito de cobrança duvidosa das famílias e das empresas desceu para 18.969 milhões de euros, representando 9,25% dos 205.425 milhões concedidos.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Isto significa que quem recorre ao crédito paga o que ficou a dever e ainda tem de suportar o que os outros não pagam.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Estude-se o problema.»
  
 Outro economista perigoso
   
«Deaton, que falava em entrevista à agência Efe, referiu que a crise nos anos 30 do século passado mostrou que "não é essa a forma de abordar estas questões".

"Haverá sempre economistas que pensam que a austeridade é uma boa ideia, mas creio que a maioria não pensa assim, gostaríamos que houvesse mais gastos", afirmou.

O economista, distinguido com o Nobel pela sua "análise sobre o consumo, a pobreza e o bem-estar" nasceu na Escócia há 69 anos e trabalha nos Estados Unidos, na Universidade de Princeton, na área do desenvolvimento económico.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Deve ter sido influenciado pelos comunistas....
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

   
   
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