sexta-feira, novembro 25, 2016

Umas no cravo e outras na ferradura




 Jumento do Dia

   
João Rebelo, deputado do CDS

Parece que o CDS, o tal partido que tem um grande sentido de Estado defende que as promoções ou niomeações nas forças armadas deve ser matéria de discussão na praça pública. Alguém devia explicar a este deputado que as coisas não se fazem assim e que a nomeação de um chefe militar não é bem a mesma coisa que as nomeações que o CDS fazia nos seus tempos de governo.

Quanto ao argumento de qe se algo é notícia deve ser discutido no parlamento só há uma coisa a dizer, é ridículo, e os deputados devem ter a noção do ridículo, sob pena de ninguém levar o parlamento a sério.

«O deputado do CDS-PP João Rebelo manifestou hoje estranheza pela não recondução do almirante Macieira Fragoso na chefia da Marinha e exigiu do Governo esclarecimentos sobre as razões dessa decisão, apelando também à intervenção do Presidente da República.

"Apelamos ao senhor Presidente da República, como Comandante Supremo das Forças Armadas e em última instância quem nomeia o próximo CEMA, para que acompanhe com muito cuidado esta situação e que tenha uma intervenção que modere e reequilibre tudo o que tem a ver com este processo", afirmou João Rebelo, em declarações à agência Lusa.

O deputado afirmou esperar que "por trás de tudo isto não exista outro tipo de motivações absolutamente alheias à dinâmica normal da substituição de um chefe militar" e considerou que o ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, e o Governo, devem esclarecimentos ao parlamento e ao país.» [DN]

 Curiosidade

Parece que quanto mais pobres há em Portugal, mais estrelas Michelin  são atribuídas aos seus "chefs".

 Serão virgens?

Onde estará o mal em que alguém convidado para vir a presidir à CGD participar a título informal numa reunião sem que isso implique acesso a informação confidencial? Em quantas privatizações, incluindo de bancos, participou Ricciardi como consultou, sabendo-se das suas responsabilidades no Grupo BES. Se bem me lembro até fazia telefonemas ao Passos Coelho tratando-o por tu, em que o questionava sobre aspectos das privatizações ainda antes destas estarem discutidas em Conselho de Ministros.

E quantos homens próximos de Passos Coelho ou que integraram o seu governo tinham sido quadros da Gooldman Sachs que esteve presente em tantos negócios em Portugal durante os governos do PSD?

Ver agora Passos Coelho tão empertigado só porque o atual presidente da CGD ter participado em reuniões ainda antes de assumir o cargo, porque pertencia ao BPI só pode ser uma anedota.

      
 Em nome da competitividade
   
«Em Portugal, ao contrário do resto da Europa, trabalha-se cada vez mais horas, especialmente quadros e chefias, e o fenómeno tem implicações nas relações familiares mas também na saúde, alerta o psiquiatra Pedro Afonso.

O aumento da permanência no local de trabalho tem vindo a aumentar e isso tem implicações na saúde, aumentando a hipertensão, as doenças cardiovasculares ou a diabetes, mas também os casos de depressão, ansiedade e insónia, disse o especialista à Lusa.» [Público]
   
Parecer:

E há quem diga que se trabalha pouco.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 Passos sofre da síndrome das autárquicas
   
«O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, disse hoje que vai votar contra a integração dos trabalhadores precários na função pública.

Numa intervenção durante a 1.ª Convenção Anual de Administração Pública Reforma do Estado: principais estratégias e desafios, em Leiria, Passos Coelho considerou também que as reformas do Estado não são feitas desta forma e que na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2017 votará contra a medida anunciada.

"O Governo já está a prometer para setembro do próximo ano, que é o mesmo da campanha eleitoral autárquica, integrar no Estado os precários todos. Não sabemos quem são, o que fazem, o que é que vai custar para futuro e quem é que vai ter de pagar isso. Enquanto as reformas do Estado forem feitas assim, estamos mal. E espero ir votar contra isto hoje de manhã, justamente daqui a pouco, no parlamento, dentro da discussão da especialidade do Orçamento do Estado", adiantou Pedro Passos Coelho.» [DN]
   
Parecer:

Anda com tanto medo das autárquicas e do que poder´ser o seu futuro que já sofre da síndrome das eleições autárquicas, em tudo o que seja decisão política do governo o diabrete de Massamá só vê eleitoralismo. Por este andar vai exigir que o governo fique em gestão até saber por quantos perdeu nessas eleições.

Votar contra a integração de quem já trabalha no Estado há muitos anos é uma sacanice de quem odeia o Estado e os funcionários públicos. Tudo o resto é treta por parte do diabrete de Massamá.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»

 Revogada mais uma sacanice de Passos
   
«O Conselho de Ministros aprovou o regime de valorização profissional dos trabalhadores em funções públicas que respeita a carreira, a categoria e a área de origem do trabalhador e mantém o nível remuneratório, revogando o regime da requalificação.

Na conferência de imprensa do Conselho de Ministros desta quinta-feira a secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Carolina Ferra, apresentou este novo regime, que revoga o aprovado pelo anterior Governo da requalificação da administração pública, justificando que este "falhou em todos os aspetos, além de que implicava uma redução remuneratória, uma redução de direitos e, no limite, a cessação de contratos de trabalho".» [DN]
   
Parecer:

Além de um falhanço foi mais uma velhacaria do velhaco de Massamá.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «»

 Metade dos portugueses andam ao tio, ao tio
   
«Mais de metade dos consumidores portugueses (51%) afirmam que não pagam as faturas dentro do prazo por falta de dinheiro, segundo um estudo hoje divulgado.

De acordo com o Relatório de Pagamentos Europeu do Consumidor, desenvolvido pela Intrum Justitia, apesar de 94% dos inquiridos considerarem que "é importante pagar sempre" as contas dentro do prazo, 29% afirma que, neste momento, "não tem dinheiro suficiente para ter uma vida digna".

O estudo, feito a partir de dados recolhidos numa pesquisa realizada em simultâneo a 21.317 cidadãos europeus de 21 países e que contou com a participação de 1.010 portugueses, visou conhecer a situação e saúde financeira das famílias face ao atraso nos pagamentos.» [DN]
   
Parecer:

E há os que não têm nem  dinheiro, nem contas.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»

 Esqueceram-se da execução orçamental
   
«éfice acumulado até outubro das Administrações Públicas (AP) diminuiu 357 milhões de euros face ao período homólogo, acentuando a melhoria observada até setembro.

Em comunicado agora divulgado pelo Ministério das Finanças pode ainda ler-se que "este desempenho resulta do aumento de 1,7% da receita, superior ao crescimento de 1,1% da despesa". No mesmo documento refere-se ainda que "o quarto trimestre inicia-se com perspetivas positivas na frente orçamental, dando continuidade às boas notícias relativas ao crescimento económico do terceiro trimestre, 0,8%, em cadeia".

O Ministério das Finanças sublinha que até outubro, o défice fixou-se em 4 430 milhões de euros, "representando 80,7% do previsto para o ano, quando em 2015 já apresentava um valor próximo do défice anual".

O excedente primário das administrações públicas foi de 3 118 ME, uma melhoria de 683 ME face a 2015.» [Expresso]
   
Parecer:

Desta vez a oposição, que há poucos dias exigia as previsões até ao final do ano, ignorou a execução orçamental. Porque terá sido?
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»


 Estalou o verniz
   
«Carmona Rodrigues, apoiante de Assunção Cristas na candidatura à capital nas autárquicas do próximo ano, cancelou a sua participação, esta noite, numa tertúlia do PSD sobre "o futuro de Lisboa" para que não possa ser lida como "estando com um pezinho aqui e outro ali".

"Estou a apoiar Assunção Cristas a 100%, estou empenhado, motivado e convicto na sua eleição", diz ao Expresso. Repete: "Quero que ela ganhe. Estou-lhe dedicado e... fiel".

O antigo presidente da Câmara admite que se sentiu "desconfortável" com a divulgação da sua participação no debate e não mede as palavras para a classificar: "É um atentado à minha honra". Explica: "Quando há um conjunto de amigos que me convidam para ir à Biarritz discutir Lisboa, eu vou porque gosto e porque sou um homem livre. O estar presente num debate não quer dizer que dou o apoio a alguém".» [Expresso]
   
Parecer:

O mesmo PSD que em tempos queimou Carmona, agiora tenta exibi-lo como troféu.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
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