segunda-feira, dezembro 05, 2016

Umas no cravo e outras na ferradura




 Jumento do Dia

   
Jerónimo de Sousa

Não fazia mal nenhum a Jerónimo de Sousa mudar um bocadinho, modernizar um pouco o PCP, até porque desde o XX Congresso do PCUS que o PCP perdeu a virgindade em matéria de mudanças profunda. Mas à medida que o tempo passa parece que o PCOP vai recuando no tempo e não tarda muito estará mais conservador do que ficou depois do congresso que escolheu Nikita Kruschov para a liderança da URSS.

 Hoje é o Dia da Banheira



Não se esqueça de comemorar o Dia da Banheira ou, para ser mais rigoroso, o “Bathtub Party Day”, um dia para brincadeiras. Se for mais dado a boas causas pode comemorar o Dia Mundial do Voluntariado, se for mais dado às ciências da terra comemore o dia Mundial do Solo. Se optar por rezas pode escolher o Dia de São Martinho de Dume, patrono da cidade de Braga, onde o seu dia já foi comemorado no dia 22 de Novembro.

 A última esperança de Passos Coelho

Neste dia da banheira quase apetece dizer a Passos Coelho que vá dar banho ao cão, tal é o seu vazio de ideias e de projetos ao mesmo tempo que se agarra ao que estiver à mão na tentativa de sobreviver. A sua gulodice é tão grande que se esqueceu do OE para se dedicar a tempo inteiro à CGD, foi óbvio para qualquer observador menos cuidado que o que move o líder do PSD é a esperança de uma crise financeira, ele não sabe governar em democracia, respeitando todas as regras constitucionais, nem isso é compatível com o seu projeto, pelo que a sua esperança reside numa crise financeira e para isso a falência da CGD era a última esperança.

Nunca foi tão claro num líder da oposição o desejo de que tudo corra mal ao país.

 Sugestão a Passos Coelho

Face à nega de Santana Lopes porque não é o próprio Passos Coelho a candidatar-se por Lisboa? Não ganharia a Medina, mas assumia a responsabilidade por evitar uma vitória de cristas sobre um candidato fraco do PSD. Terá Passos coragem para enfrentar Cristas em Lisboa?

           
 Empreendedorismo tuga
   
«Porém, quando os trabalhadores chegavam a Espanha deparavam-se com um cenário totalmente diferente. O alojamento era o sótão de uma vivenda onde além de dormir, os trabalhadores tinham também de cozinhar e onde não havia qualquer sistema de ventilação.

Quando descobriram o local, as autoridades garantiram que este não tinha condições de higiene e que as vítimas viviam em condições deploráveis.

Todos os dias de manhã, conta a mesma publicação, os trabalhadores eram levados para várias quintas da zona de La Rioja onde trabalhavam arduamente durante oito horas. Em compensação ganhavam 25 euros, valor ao qual era descontado o que os suspeitos gastavam com alimentação, alojamento e transporte.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Este tipo de siuações estão sempre a acontecer em Portugal.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Adoptem-se penas duras.»
  
 Infelizes
   
«É duro envelhecer em Portugal: apenas um quarto das pessoas com 50 ou mais anos olham frequentemente para o passado "com alegria”, quando são convidadas a fazer um balanço da sua vida, enquanto nos 16 países europeus avaliados mais de metade dos mais velhos sentem "muitas vezes" que têm tido uma vida feliz.  Ao mesmo tempo, os portugueses são também os que admitem ter “expectativas mais baixas quanto ao futuro” em comparação com espanhóis, checos e suecos.

Passado difícil, futuro incerto, presente complicado: Portugal é também o país onde os inquiridos na última ronda de um estudo comparado sobre envelhecimento na Europa dizem ter mais dificuldades em fazer chegar o dinheiro até ao fim do mês. Mais ainda do que os cidadãos da República Checa, cujos rendimentos anuais médios são substancialmente inferiores. 

São dados que emergem do estudo Envelhecimento em Lisboa, Portugal e Europa: uma perspectiva comparada, recentemente publicado pelo Instituto do Envelhecimento do Instituto de Ciências Sociais, que inquiriu amostras de seniores (50 a 64 anos) e idosos (65 ou mais) de Lisboa e de Portugal, Espanha, República Checa e Suécia. Os dados foram também comparados com os resultados do último inquérito do SHARE (Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe) que abrangeu 16 países, em que foram inquiridas 58.489 pessoas. Já em Portugal, o estudo contou com uma amostra de 2080 participantes com uma média de idades de 66 anos. Em Lisboa, a amostra incluiu 501 inquiridos, com aproximadamente 68 anos.» [Público]
   
Parecer:

Se há um quarto de felizes o mínimo que se pode dizer é que são muitos.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Faça-se um sorriso de felicidade.»

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