segunda-feira, novembro 30, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



 Que o tenha por muitos e bons anos

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 A vantagem de ter tido como amigo Passos Coelho

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Em qualquer país este bandalho estava preso, em Portugal dá conselhos ao país e ainda é notícia na comunicação social.

 Sinais dos tempos

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Esta direita de Passos Coelho e Marcelo ainda vai regressar ao tempo das mocas.
  
 Mais um país que vai correr com a direita

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Ainda que se compararmos Passos com a direita espanhola a direita mais franquista é a portuguesa.

 A Europa vai dar dinheiro à Turquia por conta dos refugiados

A seguir vai ajudá-la a pagar o crude que o EI lhe vende?

      
 O faroeste
   
«É sempre importante estarmos abertos a conselhos espirituais, mas há limites que convém não ultrapassar, nem todos estão em posição de os dar. Disse ontem José Maria Ricciardi, o ex-banqueiro da família Espírito Santo: Portugal não pode voltar a perder a reputação internacional. Não pode, de facto, ele está 100% certo, porque depois é difícil ou quase impossível recuperá-la integralmente. Há momentos a partir dos quais as pessoas torcem o nariz, desconfiam, aprendem a defender-se. Ricciardi, a braços com um processo no Banco de Portugal por várias condutas financeiras talvez impróprias, se calhar ilegais, supostamente ruinosas - é o que este e outros processos um dia nos irão esclarecer -, chamou a atenção do país para o perigo de voltarmos a jogar a reputação e deitarmos tudo a perder. Não está malvisto, o problema é que quem neste caso nos avisa deveria ter o mínimo de pudor, talvez até um pingo de vergonha. Por causa de tudo o que aconteceu nestes anos, há muitos gestores, vários políticos e alguns banqueiros que já não podem falar de cátedra e dar lições de ética e boa gestão como nos bons velhos tempos do faroeste. Devem pelo menos saber esperar pela clarificação das águas. Entretanto, não perdem a cidadania nem o direito de se expressar livremente, mas correm o risco de ridicularizar tudo o que está à sua volta quando se acham prematuramente a salvo do monstruoso rasto de destruição que ficou pelo caminho. A situação de José Maria Ricciardi é paradigmática. É evidente que a partir de certa altura ele parece ter sido essencial para desmontar o polvo BES/GES - e isso tem de ser tido em conta. O confronto com o primo Ricardo Salgado ajudou a quebrar o equilíbrio instável da organização e favoreceu as fugas de informação. Houvesse em Portugal um quadro jurídico bem definido de "arrependido" ou "denunciador" - fundamental para apanhar os crimes de colarinho branco - e talvez Ricciardi pudesse ter assumido abertamente esse papel, colocando-se a tempo do lado do bem contra o mal. Mas não é o que diz a acusação do Banco de Portugal. Ricciardi, que ontem até jantou com o ministro Centeno, pode ter sido cúmplice da maior hecatombe financeira do país. Não recordar isto - e aceitar que se comporte impunemente - seria trágico. Seria mais uma pedrada na comunidade que, ainda assim, queremos ser.» [DN]
   
Autor:

André Macedo.

      
 Israel só sabe roubar
   
«O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, assegurou hoje que não vai transferir "nem um metro quadrado" de território para os palestinianos, respondendo às medidas apresentadas pela União Europeia para acalmar as tensões na zona.

"Não haverá transferência de territórios para os palestinianos, nem 40 mil metros quadrados, nem 10 mil, nem um metro quadrado", disse Netanyahu numa reunião do partido, que antecedeu o conselho de ministros, segundo a agência de notícias Ynet, citada pela espanhola Efe.» [DN]
   
Parecer:

Se o permitirem Israel ainda ocupa os EUA.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»
  
 A direita conseguiu juntar 40 pessoas!
   
«Cerca de 40 pessoas juntaram-se este sábado no Largo do Carmo, em Lisboa, com bandeiras de Portugal, em protesto contra o Governo do PS e a decisão do Presidente da República de nomear António Costa primeiro-ministro.

Pelas 15:30, contavam-se cerca de 40 pessoas no local, espalhadas pelo largo, umas formando pequenos grupos, outras sentadas nos bancos, com bandeiras de Portugal na mão, sem gritar palavras de ordem. Havia também bandeiras de Portugal agrafadas às árvores e faixas vermelhas e verdes penduradas.

Mário Gonçalves, professor de música, que se apresentou como um dos organizadores do protesto, disse à Lusa que a iniciativa teve origem no Facebook e foi promovida pelas mesmas pessoas que organizaram a manifestação de 10 de novembro em frente ao parlamento contra o derrube do executivo PSD/CDS-PP.

“É a segunda de muitas, até à queda do Governo do PS. Somos portugueses indignados, estamos a contestar a decisão do senhor Presidente da República de ter indigitado António Costa para primeiro-ministro”, acrescentou.» [Observador]
   
Parecer:

Mas que grande manif!
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mandem-se os parabéns a Paulo Portas e aos seus jiahdistas de direita.»

 Assis reaparece
   
«A candidata à presidência da República, Maria de Belém, defendeu este sábado que o chefe do Estado deve estar acima dos interesses partidários, mas com opinião sobre as coisas, coerente com o percurso de vida.

“O Presidente da República tem de estar acima dos interesses partidários, mas ter opiniões sobre as coisas, que devem ser coerentes com o seu percurso de vida”, afirmou, em declarações à Lusa.

Falando em Marco de Canaveses, onde participou num almoço com algumas dezenas de apoiantes do interior do distrito do Porto, entre os quais Francisco Assis, Belém recordou ser militante do PS e ter “opções claras”.

“Toda a gente sabe que, quando tenho de escolher entre o interesse partidário e o interesse nacional, eu escolho sempre o interesse nacional, mas não abdico de ter as minhas próprias opções ideológicas, por uma questão de transparência política”, assinalou.» [Observador]
   
Parecer:

Desta vem sem leitão assado.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pobre Assis.»

   
   
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