domingo, janeiro 17, 2016

Umas no cravo e outras na ferradura


  
 Jumento do dia
    
Paulo Portas

Paulo portas não perdeu tempo para confirmar que Assunção Cristas era a sua escolha para a liderança do CDS, algo que há muito que era evidente.

«O líder do CDS-PP, Paulo Portas, elogiou este sábado, na Batalha, Leiria, a candidata à liderança do partido Assunção Cristas pela abrangência do projeto que apresentou, realçando também a generosidade de Nuno Melo, que optou por não se candidatar.

Apesar de não manifestar formalmente o seu apoio à candidatura de Assunção Cristas à liderança do CDS, Paulo Portas sublinhou que a ex-ministra da Agricultura, que o acompanhou num evento que decorreu hoje na Batalha, "mostrou determinação, que é essencial na política", referindo ainda para a "abrangência do projeto que defende".» [DN]

 Um Cavaco de esquerda

Quando ouço os discursos de Edgar Silva ou de Marisa Matias fico com a impressão de que Cavaco é o seu modelo de presidente, alguém que está do lado de um programa, que defende os seus e que tudo faz para ter um governo de esquerda. Se Cavaco Silva actuasse como defende, por exemplo, Edgar Silva, estaríamos agora a debater o governo do terceiro governo de Passos Coelho empossado na sequência das eleições legislativas.

 Marcelo

Marcelo é o Cavaco do Estoril ou o Tino de Cascais?

 Maria de Belém vai salvar Seguro

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Se fosse há algumas semanas atrás dir-se-ia que ia apagar o Madeiro de Penamacor.
 Sampaio da Nóvoa vai fazer um novo partido

Vinda de Manuel Alegre esta sugestão remete-nos para os tempos em que ele era o líder da oposição ao governo do PS e dava uma preciosa ajuda à direita.

 Henrique Neto

Só agora reparo que Campos e Cunha é o mandatário nacional de Henrique Neto. Há muito tempo que não via uma escolha tão bem feita.

 Coisa estranha

Quem ouve os candidatos presidenciais pode pensar que Marcelo e Sampaio são os candidatos das primárias da esquerda enquanto Maria de Belém é a candidata do CDS apoiada pelo PSD. Enfim, estamos mesmo no tempo dos cata-ventos.

 Alegre em Abril de 2015

«Irritado com os ataques a Sampaio da Nóvoa com origem no interior do PS - o mais sonoro dos quais de Sérgio Sousa Pinto, deputado e membro da direção do partido -, Manuel Alegre recorda, em declarações ao DN, que foram divisões à esquerda - e em particular no PS - que levaram à eleição em 2006 de Cavaco Silva.» [DN]

      
 O Expresso não desiste
   
«O Ministério das Finanças veio desmentir notícias publicadas este sábado, segundo as quais o governo português poderia ter poupado 500 milhões a mil milhões de euros no Banif se tivesse optado por uma resolução com as novas regras europeias. Em causa estaria a adoção de uma solução que imputasse perdas aos credores seniores do banco, de acordo com fontes europeias citadas por órgãos de comunicação social com correspondentes em Bruxelas.

Esta informação é falsa, já que a participação de dívida sénior na cobertura de prejuízos atingiria no máximo 169 milhões de euros e qualquer valor superior implicaria a perda de depósitos.”
Em comunicado, o Ministério das Finanças reafirma ainda a “convicção do Governo que uma tal solução poria em causa a confiança dos investidores e aforradores no sistema financeiro português, com consequências nefastas sobre a estabilidade financeira e o bem-estar dos portugueses.» [Expresso]
   
Parecer:
Parece que a direita não perde o vício da mentira.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 Taxas e taxinhas
   
«O ministro das Finanças alemão acenou com a possibilidade de lançar uma nova taxa sobre os combustíveis a nível europeu para cobrir os custos crescentes da vaga migratória para a União Europeia.

“Temos de assegurar as fronteiras externas da zona Shengen. Não podemos falhar na resolução desses problemas, por causa da limitação de fundos”, adiantou Wolfgang Schaeuble ao diário Sueddeutsche Zeitung. A sugestão surge na sequência do encontro de ministros das Finanças da União Europeia em Bruxelas que não conseguiu avançar num plano praticável para financiar os custos da migração.

Confrontado com a pergunta — todos os países europeus devem reforçar as suas transferências para Bruxelas para financiar os custos associados à crise dos refugiados? — Schaeuble responde: “Se alguns não estiverem disponíveis para pagar, eu estou preparado para o fazer e podemos construir uma coligação de vontades”.» [Observador]
   
Parecer:

Falta o Pires de Lima para comentar.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Procure-se por esta personagem para comentar estas taxas e taxinhas.»

   
   
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